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Seu bolso12/01/2018 | 11h21

Especialista dá dicas para equilibrar as contas em 2018

Pesquisa indica que 27% da população brasileira quer um ano sem dívidas

Começar o ano sem dívidas é a aspiração de 27% da população brasileira, conforme pesquisa divulgada no início do mês pelo SPC e a CNDL. Mais do que isso, 45% querem guardar algum dinheiro para ter um 2018 mais tranquilo. Na entrevista abaixo, Leonardo Lourenço, superintendente de marketing da Mongeral Aegon, empresa que atua na área de seguros e previdência, explica como equilibrar as contas neste ano. 

Quais as principais falhas que atrapalham na organização financeira?

A falta de um planejamento. Esta organização permitirá que a pessoa avalie se pode ou não assumir um gasto ou investir em alguma nova frente, como um carro ou uma viagem, por exemplo. Podemos dizer que um vilão da organização financeira é a emoção, quando observamos as compras realizadas por impulso ou para pessoas com algum vínculo de relação, como a família. Além disso, as dívidas também podem atrapalhar, uma vez que, por muitas vezes, anulam a composição de uma reserva.

Como criar metas e colocar as contas em dia em 2018?

O primeiro passo é estruturar uma planilha que contenha o planejamento mês a mês com as receitas e as despesas. Assim, você conseguirá ver o quanto de dinheiro sobra ou falta ao fim do mês. Caso o saldo seja positivo, a orientação é guardar o dinheiro e planejar os objetivos futuros. A dica é sempre arrecadar o valor daquilo que se deseja adquirir e fazer a compra à vista. Desta forma, o seu poder de barganha é maior e você pode negociar um desconto. 

E se a planilha mostrar que se está gastando mais do que se ganha? 

Se a planilha apontar que você está no vermelho, é hora de rever as despesas e analisar o que pode ser reduzido para que as contas caibam no orçamento mensal. Durante o período de ajuste financeiro, é importante deixar de lado o cartão de crédito e as compras por impulso. E lembre-se de que um bom planejamento é composto por criação de reservas de emergência, médio prazo e longo prazo.





 
 
 
 
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