Certificado de proficiência em inglês: confira cinco mitos e verdades sobre os exames - Informações sobre finanças, guias e outras utilidades no Diário Gaúcho

Versão mobile

 

Língua inglesa07/03/2018 | 04h00Atualizada em 07/03/2018 | 04h00

Certificado de proficiência em inglês: confira cinco mitos e verdades sobre os exames

Especialistas esclarecem dúvidas e dão dicas para quem deseja realizar o exame exigido em universidades do Exterior

Plano de muitos jovens e adultos, estudar no Exterior, mais precisamente em países de língua inglesa, pode ser uma grande oportunidade para quem quer aprender um idioma, vivenciar novas culturas e até mesmo construir uma carreira. Mas, para colocar em prática esse objetivo, há um passo essencial: o certificado de proficiência em inglês. 

Muitos brasileiros decidem ir para outro país realizar um mestrado ou doutorado, por exemplo. De acordo com Simone Sarmento, professora de língua inglesa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenadora pedagógica do Idiomas Sem Fronteiras, o  número de pessoas que buscam graduação no Exterior tem crescido, o que torna a certificação ainda mais importante. 

Existem diferentes exames de proficiência, como o TOEFL ITP, por exemplo, que é aplicado em universidades públicas credenciadas no Idiomas Sem Fronteiras, tanto para alunos quanto para servidores. 

— É importante ver quais provas que a universidade aceita e a pontuação exigida — aconselha Simone.

Engana-se quem acha que o certificado pode ser usado apenas em universidades fora do país. Quando uma pessoa decide realizar um mestrado no Brasil, por exemplo, é necessário passar em um teste de língua estrangeira, já para doutorado, essa exigência aumenta para dois idiomas. E existem faculdades que aceitam o certificado de proficiência como comprovação do conhecimento da língua.

Se planeja fazer o teste de proficiência, confira cinco mitos e verdades sobre os exames:


1- As provas são muito difíceis - MITO

Existem provas para todos os níveis de dificuldade. É importante que o candidato escolha o exame compatível com o seu nível de conhecimento no idioma. Há exames para crianças e adolescentes, como o Cambridge English Young Learners. O Key, voltado para iniciantes. O Preliminary, destinado a quem tem nível intermediário. O First, para pós-intermediários. E, também, o Advanced, para quem tem um nível avançado no idioma. É possível encontrar cursos que preparam o candidato para esses exames. Além disso, há, na internet, modelos das provas que permitem que o candidato possa conhecer melhor a avaliação e se preparar.


2- Qualquer um pode obter o certificado de proficiência - VERDADE

Qualquer pessoa pode obter a certificação. No entanto, mesmo não sendo necessário possuir um certificado de Ensino Superior, o candidato precisa ter domínio do idioma, já que a certificação o habilitará nas modalidades de comunicação oral, compreensão oral, escrita e leitura. 


3- Não é preciso refazer os exames - DEPENDE

Algumas certificações, como TOEFL iBT e IELTS, que são as mais aceitas nas universidades do mundo todo, têm validade de dois anos. Já nas certificações de Cambridge Assessment English, não há necessidade de refazer. 


4- É necessário ter domínio do inglês britânico e americano - MITO

No inglês, assim como em todas as línguas, há peculiaridades do idioma em relação a algumas gírias, ao sotaque e também à pronúncia. Mas, quando se trata de exames de proficiência, é necessário dominar os padrões internacionais. A gramática, por exemplo, é comum a todos. Deste modo, o que o candidato realmente precisa é estar seguro sobre o seu conhecimento técnico de interpretação de texto, da aplicação do inglês e da expressão oral. 


5- O certificado é uma exigência das universidades estrangeiras - VERDADE

O brasileiro que deseja estudar fora, seja para fazer graduação ou pós, em uma universidade dos Estados Unidos, por exemplo, precisará apresentar o certificado de proficiência em inglês para ser aceito. Por isso, é importante verificar quais são os exames autorizados na universidade que você deseja cursar, assim como a pontuação exigida. 

Fontes: Samuel Gama, coordenador pedagógico do Centro Britânico Idiomas e Simone Sarmento, professora de língua inglesa da UFRGS e coordenadora pedagógica do Idiomas Sem Fronteiras















 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros