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Finanças pessoais08/03/2018 | 11h36Atualizada em 08/03/2018 | 11h36

Cinco fatos que você precisa saber sobre as criptomoedas antes de investir

No caso das moedas virtuais, operações ocorrem sem interferência de instituições financeiras ou órgãos do governo

Você já deve ter ouvido falar nas criptomoedas, moedas virtuais como o Bitcoin que estão se valorizando e atraindo gente que pretende comprar por um preço e vender por um valor maior, lucrando com isso. 

Trata-se de um tipo de dinheiro que não tem versão física — como papel e moedas de metal que você leva na carteira. Ele só existe no mundo virtual. Essas moedas digitais são um fenômeno, mas há cinco fatos que você precisa saber antes de pensar em investir nelas. Confira abaixo.


1 - Sem interferências

As operações do mundo da criptomoedas ocorrem sem interferência de instituições financeiras ou órgãos governamentais. A maior delas é o Bitcoin, moeda digital que tem a maior circulação atualmente. 


2 - O risco é todo seu

As criptomoedas não são reguladas por banco centrais. Ou seja, você não tem garantias e fica mais exposto caso ocorram bolhas financeiras ou falência, por exemplo. Em operações do mercado financeiro convencional, investidores estão protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). 


3 -Anonimato é bom ou ruim?

Uma das vantagens apontadas por quem investe nas moedas digitais é o anonimato. As transações são feitas por meio de um mecanismo que assegura isso. Mas isso acaba ajudando o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro, por exemplo. Esse problema já está na mira das autoridades.


4 - É imprevisível

Como tem muitos riscos, nem pense em colocar economias e patrimônio conquistados ao longo da vida nas criptomoedas. A alta variação é gritante _ já chegou a valorizar mais de 900% no ano passado e teve grande desvalorização ao entrar em 2018.


5 - O que diz o Banco Central

Quando teve intensa valorização, no ano passado, o BC emitiu o seguinte alerta: "O Banco Central do Brasil alerta que estas moedas não são emitidas por qualquer autoridade monetária. Seu valor decorre exclusivamente da confiança conferida pelos indivíduos ao seu emissor".


 
 
 
 
 
 
 
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