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Imposto de Renda30/03/2018 | 12h21Atualizada em 30/03/2018 | 12h21

Evite os principais erros que levam o contribuinte à malha fina

Prazo para declaração do IR entra em seu último mês. Fique atento

As declarações de Imposto de Renda (IR) 2018 estão a pleno vapor: até as 17h de quinta-feira (29),  6,437 milhões de declarações haviam recebidas pelos sistemas da Receita. De acordo com o supervisor nacional do IR, auditor-fiscal Joaquim Adir, a expectativa é de que 28,8 milhões de contribuintes entreguem a declaração até o final de abril. No Rio Grande do Sul, foram recebidas no período 420. 406 declarações do IRPF 2018. São esperadas no Estado em torno de 2,040 milhões de declarações este ano. 

Com a entrada no último mês de prazo para a declaração, o contribuinte precisa estar atento para evitar os principais erros. Qualquer vírgula fora do lugar pode levar à malha fina.

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Principais erros que levam à malha fina

- Informar despesas médicas diferentemente dos recibos, principalmente em função da declaração do profissional da saúde, a  Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED).
- Informar incorretamente os dados da empresa em relação ao informe de rendimento, principalmente valores e CNPJ.
- Deixar de informar alguns rendimentos recebidos durante o ano (às vezes, é comum esquecer ganhos de empresas em que houve a rescisão do contrato).
- Erros bobos, como uma vírgula fora do lugar ou erro de digitação do número, que não "batem" com os dados informados pela empresa.
- Deixar de informar os rendimentos dos dependentes ou informar dependentes sem ter a relação de dependência (casos em que o pai e a mãe lançam o filho de formas distintas em suas declarações).
- A empresa alterar o informe de rendimento e não comunicar ao funcionário.
- Deixar de informar os rendimentos de aluguel recebidos durante o ano.
- Locadores ou locatários de imóveis informarem os valores diferentes dos declarados pelos moradores, administradores ou imobiliárias.

Alertas para acertar na declaração

- Obter todas as informações diretamente das fontes pagadoras (informes de rendimentos).
- Utilizar recibos de despesas obtidos diretamente com os profissionais, instituição de educação, hospitais, planos de saúde etc.
- Comparar a declaração atual com a dos anos anteriores e analisar a variação patrimonial, confrontando com a renda necessária para justificá-la.
- Usar a importação de declarações utilizadas na apuração de ganhos de capital e carnê Leão.
- Ao declarar dependentes que tenham renda, buscar informá-las corretamente, com dados oficiais.
- Utilizar a importação de dados da declaração do ano anterior (evitando esquecimento de alguma informação).
- Profissionais liberais que desenvolvem atividades voltadas para a área da saúde, como médicos, dentistas, psicólogos, entre outros, devem informar o CPF da fonte pagadora mês a mês.

FONTES: Fortus Contábil, Evanir Aguiar dos Santos e diretor da Confirp Richard Domingos

 
 
 
 
 
 
 
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