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Mercado de trabalho08/03/2018 | 12h25Atualizada em 08/03/2018 | 12h30

Quase 100 mil mulheres procuraram emprego na FGTAS/Sine em 2017

Fundação divulgou, nesta quinta-feira, perfil das mulheres atendidas nas agências do Sine do RS

 A Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) divulgou, nesta quinta-feira (8), o perfil das mulheres atendidas nas Agências FGTAS/Sine e colocadas no mercado de trabalho. O estudo foi realizado com dados do Sistema Mais Emprego em alusão ao Dia Internacional da Mulher.

Ao todo, 97.696 mulheres foram cadastradas no sistema ao buscarem atendimento nas áreas de intermediação de mão de obra e de encaminhamento de seguro-desemprego em 2017. Confira o resultado da pesquisa:


Cadastradas

- O contingente feminino com faixa etária de 18 a 24 anos foi o que apresentou o maior crescimento nos últimos sete anos. Em 2011, representava 18,93% do total. Em 2017, esse índice passou para 35,36%

- Em seguida, aparece o contingente de 30 a 39 anos, que representava 22,45% no ano passado.

- 40 a 49 anos (15,69%), 25 a 29 anos (11,94%), acima de 50 anos (9,82%) e de até 17 anos (4,74%).

- As mulheres atendidas nas Agências FGTAS/Sine desempenhavam os seguintes papéis na família em 2017: 72% compunham a renda, 19,13% eram chefes de família e 8,1%, dependentes. 

- 86,37% eram brancas, 7,43%, pardas e 5,34%, negras. 

- 70,34% eram solteiras, 18,75%, casadas e 4,78% tinham união estável. 3% eram divorciadas, e 1,19% estavam separadas judicialmente.

- Com relação à escolaridade, 41,92% das trabalhadoras atendidas no ano passado possuíam Ensino Médio completo; 10,81%, Ensino Fundamental completo; 9,31%, Ensino Superior completo e 0,23% eram analfabetas. 

- No ano passado, foi registrado o maior índice de trabalhadoras com Ensino Superior completo e o menor de Ensino Fundamental incompleto dos últimos sete anos. Em 2011, 17,09% das trabalhadoras possuíam Fundamental incompleto e 7,44%, Superior completo.


Colocadas no mercado

- As Agências FGTAS/Sine colocaram 13.172 mulheres no mercado de trabalho em 2017. 

- Desse total, 26,53% tinham idades entre 18 e 24 anos; 24,49%, de 30 a 39 anos; 19,62%, de 40 a 49 anos; 14,49%, de 25 a 29 anos; e 13,43%, acima de 50 anos. 

- Nos últimos sete anos, reduziu o índice de colocação de trabalhadoras mais jovens, de 18 a 29 anos, e aumentou o de mulheres mais maduras, de 40 a 50 anos ou mais. O número de trabalhadoras de 18 a 29 anos reduziu de 50,47%, em 2011, para 41,42%, em 2017. Já o índice de trabalhadoras de 40 a 50 anos ou mais passou de 22,63%, em 2011, para 33%, em 2017.

- No ano passado, 70,82% das trabalhadoras colocadas contribuíam para a renda familiar; 20,9% eram chefes de família e 8,26%, dependentes. 

- Ainda, 86,37% das contratadas eram brancas; 7,43%, pardas e 5,34%, negras. 

- As cinco ocupações mais frequentes em colocação feminina foram: empregada doméstica, alimentadora de linha de produção, faxineira, operadora de caixa e atendente de lojas e mercados.

- Com relação à escolaridade das colocadas, diminuiu o número de trabalhadoras com Ensino Fundamental (completo e incompleto) e Ensino Médio incompleto nos últimos sete anos. Por outro lado, aumentou o número de colocadas com Ensino Superior (completo e incompleto) e com Especialização, Mestrado ou Doutorado. 

- Em 2017, 39,55% das trabalhadoras possuíam Ensino Médio completo; 19,02%, Fundamental incompleto; 16,61%, Médio incompleto; 15,02%, Fundamental completo; 5,85%, Superior incompleto; 3,47%, Superior completo e 0,24%, Especialização, Mestrado ou Doutorado. Em 2011, 32,73% das colocadas possuíam Ensino Médio completo; 25,19%, Fundamental incompleto; 18,65%, Fundamental completo; 16,69%, Médio incompleto; 4,56%, Superior incompleto; 1,9%, Superior completo e 0,09%, Especialização, Mestrado ou Doutorado.


 
 
 
 
 
 
 
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