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Pente-fino23/07/2018 | 15h54

Saiba se você é um dos 15,6 mil gaúchos convocados pelo INSS para revisão de benefícios

Quem não atender à convocação para agendamento ou não comparecer na data agendada terá o benefício suspenso

Saiba se você é um dos 15,6 mil gaúchos convocados pelo INSS para revisão de benefícios Ricardo Duarte/Agencia RBS
Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) convocou 15,6 mil beneficiários de auxílio-doença e aposentados por invalidez para perícia médica no Rio Grande do Sul. São segurados que integram o pente-fino iniciado pelo governo federal em 2016 que não foram localizados por correspondência para realizar a revisão. Abaixo, confira se o seu nome está na lista.

Os segurados têm até 13 de agosto para agendar os exames. O beneficiário deverá ligar na Central de Atendimento da Previdência Social, no telefone 135. A convocação nacional foi publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (20). O contingente de 15,6 mil pessoas no Estado engloba 13.299 aposentadorias por invalidez e 2.299 solicitações de auxílio-doença. No total,  178 mil brasileiros  foram chamados.

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É importante conferir o quanto antes a presença do nome da lista e levar a sério a convocação. Caso a perícia não seja agendada até 13 de agosto, o pagamento ficará suspenso até o convocado regularizar a situação. A partir da suspensão, o beneficiário terá 60 dias para marcar a perícia. Se não procurar o INSS neste prazo, o benefício será cancelado.

Inclua seu nome ou número do benefício e confira se está entre os convocados no Rio Grande do Sul:

Medida recorrente do INSS

O governo federal convocou, em maio, 59.118 segurados no país que recebem o auxílio-doença para a revisão de benefícios por incapacidade. Outros dois chamados semelhantes, via Diário Oficial, foram realizados neste ano, em março e abril. Somando-se as quatro convocações, chega a mais de 42 mil o número de beneficiários no Rio Grande do Sul.

Agende a perícia

Se o seu nome estiver na lista, é preciso ligar para a Central de Atendimento do INSS, no telefone 135 para agendar a revisão. O atendimento é das 7h às 22h.

Marque na agenda
- A data marcada deve ser rigorosamente respeitada. Do contrário, o benefício é suspenso.
- Caso se encontre internado ou doente e não puder comparecer à perícia, deverá pedir a uma pessoa de confiança que informe, em uma agência do INSS, sobre o impedimento o quanto antes.
- Se faltar sem apresentar justificativa, o benefício será suspenso até que uma nova perícia seja agendada e realizada.
- É necessário que esse representante apresente, na ocasião, a identidade do segurado e um documento que comprove o impedimento.

Organize a documentação
- Organize-se para evitar risco de perda injusta do benefício.
- Use uma pasta para colocar todos os documentos necessários na revisão, como atestados, laudos, receitas de medicamentos e exames desde a concessão do auxílio.
- Não deixe nada de fora, laudos anteriores também devem ser incorporados na documentação porque ajudam a mostrar ao perito que o problema é antigo.
- O médico perito vai analisar os documentos originais. Mas leve cópias para o caso de ser necessário que algum laudo fique no INSS.

Na perícia
- O médico perito irá questionar o segurado sobre sua condição passada, que originou a concessão do auxílio, e a atual, que vai definir a manutenção ou não do benefício.
- Outra ferramenta para tirar uma conclusão do caso será realizar um exame de acordo com o caso do segurado.
- Junto, o perito avaliará a documentação levada e vai conferir se os exames, laudos e receitas médicas comprovam a situação.

Consulta médica antes da perícia
- Antes da perícia, pode ser útil ir a um médico e solicitar um laudo atualizado que indique a doença incapacitante para o trabalho.
- Mas um auxílio-doença pago há três anos, por exemplo, precisa de laudos que justifiquem esse benefício desde o início.
- Por isso, o laudo atual é melhor aliado se o segurado tiver laudos anteriores indicando a doença.

Discordância do resultado
- Caso não concorde com o resultado da perícia, o segurado pode recorrer junto ao próprio INSS ou à Justiça.

 
 
 
 
 
 
 
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