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PIS/Pasep19/06/2018 | 15h40Atualizada em 19/06/2018 | 15h40

Mais de R$ 1,6 bilhão do abono salarial ano-base 2016 ainda está disponível para saque; saiba se você tem direito

Prazo para trabalhadores sacarem benefício termina em 29 de junho. No Rio Grande do Sul

GaúchaZH
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Termina em 29 de junho o prazo para os trabalhadores com direito ao abono salarial do PIS/Pasep ano-base 2016 sacarem o recurso. Até o final de maio, 2,22 milhões de trabalhadores dos 24,5 milhões com direito não haviam efetuado o saque no país. Ao todo, R$ 16,5 bilhões já foram pagos — R$ 1,6 bilhão ainda está disponível.

No Rio Grande do Sul, dos 1.452.276 trabalhadores com direito, 1.335.041 já sacaram — 117.235 precisam buscar os recursos até 29 de junho. No Estado, ainda estão disponíveis R$ 84,9 milhões de R$ 967 milhões disponibilizados. Caso o dinheiro não seja retirado pelos beneficiários, o valor vai para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o trabalhador só poderá sacar o abono do ano seguinte.

O ministro do Trabalho, Helton Yomura, destaca que não se pode deixar de pesquisar o direito.

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— Mesmo que o FAT seja uma ferramenta dos trabalhadores, o recurso do abono salarial ano-base 2016 está disponível neste momento e pode auxiliar na renda das famílias, dando um fôlego para quem não está com as contas em dia — afirma Yomura.

O abono salarial ano-base 2016 começou a ser pago em 27 de julho de 2017. Desde então, 22,2 milhões de trabalhadores foram pagos em todo o Brasil, de acordo com a última atualização. 

Quem tem direito

- Para ter direito ao abono salarial do PIS/Pasep, é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos um mês em 2016 com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador tinha de estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

- A quantia que cada trabalhador tem a receber é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente no ano-base e varia de R$ 80 a R$ 954.

- Quem trabalhou durante todo o ano recebe o valor cheio. Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo. Se a pessoa trabalhou um mês, recebe 1/12 do valor, se trabalhou dois meses, 2/12, e assim sucessivamente. 

- Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro na Caixa. O banco disponibiliza esta página para que o trabalhador consulte se tem direito a receber o valor. Para isso, é preciso informar o número do PIS (geralmente registrado na carteira de trabalho) e digitar a senha. Quem não tem senha, pode cadastrar uma na página de consulta. 

- Para os funcionários públicos, a referência é o Banco do Brasil. O banco disponibiliza um aplicativo que precisa ser baixado e instalado para que o trabalhador consulte se tem direito e o valor do benefício.

 
 
 
 
 
 
 
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