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Preste atenção31/08/2018 | 10h13Atualizada em 31/08/2018 | 10h41

Não foi chamado para a entrevista de emprego? Veja como driblar erros que podem estar te prejudicando

Especialistas dão dicas para você conseguir a vaga de trabalho

Não foi chamado para a entrevista de emprego? Veja como driblar erros que podem estar te prejudicando Reprodução/Inmagine Free Imagens
Muitas vezes, o próprio candidato faz com que ele não seja chamado para o processo seletivo Foto: Reprodução / Inmagine Free Imagens

 Procurar emprego, cadastrar-se em sites de empresas de recursos humanos, enviar currículos e não ter um retorno pode ser desanimador para quem está em busca de uma oportunidade. Nessas horas, pode surgir a pergunta: por que eu nunca sou chamado para uma entrevista? É comum pensar que o problema é a falta de vagas. Mas, muitas vezes, o próprio candidato faz com que ele não seja chamado para o processo seletivo. Os motivos são vários.  

 De acordo com Francisca Silva, consultora de recursos humanos na Luandre Soluções em Recursos Humanos, há dificuldade para encontrar candidatos ideais para algumas vagas e um dos motivos é que grande parte dos candidatos não preenchem o cadastro corretamente.

– Chegamos a descartar 80% dos currículos para cada processo seletivo que aparece, não porque as exigências são muitas, e sim porque muitas vezes não temos os dados necessários para analisar o perfil. Há casos em que a pessoa não deixa nem e-mail nem telefone. Ou não atualiza, em caso de mudança de número –conta.   


Confira a seguir cinco erros que podem eliminar imediatamente o candidato de uma seleção e o mais importante, como driblá-los:

  1. Requisitos  Pela necessidade de conseguir um emprego, muitas pessoas se candidatam para o maior número de oportunidades possível. É preciso estar atento aos requisitos exigidos pelo cargo. Não se candidate se o seu perfil não se encaixa com a vaga, ou seja, se você não tem a formação necessária, a experiência solicitada e os conhecimentos específicos. Por exemplo, se a exigência é inglês fluente, a empresa não busca um candidato com conhecimento básico no idioma. Por isso, avalie a vaga para ser assertivo e evitar decepções, por não ser chamado para o processo seletivo.
  2. Localidade da vaga Muitos candidatos não se atentam à localidade da empresa que está recrutando. Em redes sociais, por exemplo, ao deparar com uma oportunidade com um bom salário, no impulso, você pode se candidatar sem ler toda a descrição da vaga. Quando se dá conta, está concorrendo a um emprego que é em uma cidade distante ou, até mesmo, em outro Estado. Assim, você não será chamado para a entrevista de uma companhia que exija que o profissional resida em local com fácil acesso, delimitando a cidade ou região, por exemplo. Para evitar a decepção de não ser chamado para a entrevista, fique atento ao local de desempenho da vaga.
  3. Falta dos contatos Não colocar o telefone e o e-mail no currículo são motivos pelos quais os candidatos não são chamados para uma entrevista. Lembre-se de que, sem esses dados, é impossível que o recrutador entre em contato. Para evitar, coloque sempre um telefone para recado, citando com quem devem falar. Fique atento também à atualização dos seus contatos, caso você mude de telefone, ou e-mail, por exemplo. 
  4. Informações incompletas Não pense que uma informação é óbvia. Especificar seus conhecimentos e experiências faz toda a diferença. Por exemplo, colocar no currículo que atuou como assistente administrativo é muito amplo. É preciso detalhar suas competências, como habilidade em um software, por exemplo. Além disso, cite as funções que você desempenhava em outras experiências profissionais, como alguma atividade na área financeira. Esses detalhes podem ser decisivos para aumentar suas chances na seleção.
  5. Currículo extenso Os recrutadores normalmente analisam muitos currículos, por isso, ele não deve ter mais de duas folhas. É importante que seja conciso e tenha o seu objetivo profissional. 

Fontes: Francisca Silva, consultora de recursos humanos na Luandre Soluções em Recursos Humanos, e Simone Kramer, coach executiva e vice-presidente de expansão da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). 

 
 
 
 
 
 
 
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