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Caso da cabra16/10/2014 | 17h49

Especialista em anatomia veterinária explica que filhote não é descendente do ser humano

Nas redes sociais algumas pessoas acreditaram se tratar de um caso de zoofilia

Especialista em anatomia veterinária explica que filhote não é descendente do ser humano Facebook/Reprodução
Foto: Facebook / Reprodução

O caso do filhote de cabra, que nasceu na Argentina, com o rosto parecido com o de um ser humano levantou polêmica nas redes sociais.

Algumas pessoas chegaram a afirmar que o filhote seria fruto de um caso de zoofilia, ou seja, quando o homem mantém relações sexuais com animais.

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Segundo a especialista em Anatomia Veterinária Comparada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), professora Sueli Reckziegel, a suposta cruza entre um homem e uma cabra é impossível.

- Apesar de o ser humano ser classificado biologicamente como animal, não existe a possibilidade de nascer um filhote de uma relação entre homem e cabra. Os DNAs das duas espécies são incompatíveis, disse ela.

Sueli explicou ainda que as feições da cabra, que lembram o rosto humano, não passam de uma coincidência. Segundo ela, é possível que os criadores tenham praticado a zoofilia, mas é inviável que o esperma possa fecundar uma cabra, que é de uma espécie diferente da Homo sapiens, à qual pertencemos.

O filhote de cabra nasceu morto. Os criadores tiveram que se esconder com medo da reação popular.

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