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Verão07/02/2015 | 07h02

Veja como economizar na beira da praia

Duas famílias contam como fogem dos gastos na areia e uma nutricionista dá dicas de como fazer refeições saudáveis

Veja como economizar na beira da praia Caco Konzen/Especial
A família da enfermeira Sara Campos, 51 anos, que veraneia em Imbé, sempre passa no supermercado antes de colocar o pé na areia Foto: Caco Konzen / Especial

Para fugir dos altos preços da beira da praia e de alimentos que não combinam com hábitos saudáveis no verão, vale trazer de casa todos os itens para um verdadeiro piquenique na areia. A família da enfermeira Sara Campos, 51 anos, que veraneia em Imbé, sempre passa no supermercado antes de colocar o pé na areia. No último final de semana, eles encheram duas sacolas térmicas para não gastar um centavo enquanto aproveitam o mar.
– Se a gente não faz assim, gastamos R$ 50 em um dia, o que temos aqui compramos com R$ 15. Estou morando aqui há seis anos, quando vim para cá, a água de coco era R$ 1,50, hoje está R$ 5 – compara Sara.
Como já está familiarizada com os preços, ensina os parentes e amigos que vão visitá-la a evitarem a alimentação na beira da praia, fugindo das frituras para alimentos preparados em casa.
– Uma garrafinha de água (500ml) é R$ 3 na praia enquanto se encontra por R$ 1,15 no supermercado, fora que é mais saudável trazer o que formos comer – comenta a arquiteta Kira Gonçalves, 39 anos, de Canoas prima de Sara.

Economize sem gastar

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Para os filhos Enzo, 4 anos e Maria Clara, 10 anos, ela oferece uma bolachinha ou salgadinho a cada vez que pedem por um picolé. O esforço é para não extrapolar o orçamento da viagem. 
Além de economizar, o mais importante na avaliação da professora do mestrado profissional em nutrição e alimentos da Unisinos, Renata Ramos, é levar itens leves que evitem uma indisposição intestinal. A forma como conservá-los, sempre bem refrigerados, também merece atenção.
– É importante pensar em alimentos que forneçam energia e nutrientes. E é possível selecioná-los sem gastar muito, optando por frutas da época.


Veraneio longo sem compras na praia

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O soldador, Sandro Maciel, 43 anos, nem lembra a última vez que sua família comprou comida e bebida na praia. A família de Canoas tem casa em Mariluz há três anos. Desde então, se reeducaram com gastos à beira mar. Durante o ano, se organizam para permanecer dois meses na praia mas a regra é clara: nada de gastos com quitutes na areia.
– Se tornaria muito caro se nós três, todo vez que viéssemos a praia, comprássemos alguma coisa. Só para nós três comermos um milho verde (R$ 4 cada um) gastaríamos R$ 12. No supermercado, compramos três espigas por R$ 3,90. Por uma porção de fritas chegam a cobrar R$ 30 – compara a esposa de Sandro, a corretora de imóveis, Claudia Peixoto, 40 anos.
Para um dia de praia, a família traz de balas de goma, chocolate à bolachas e refrigerantes.
Para Sandro, a economia faz toda a diferença na conta final de gastos na praia. Além do que, está passando o exemplo para a Júlia Reissvitz, estudante de 15 anos.
– Há um tempo atrás comprei uma lata de refrigerante por R$ 4, é muito caro – considera. 

 

O que levou a família de Sara

Água mineral
Banana
Iogurtes
Sucos de caixinha
Salgadinhos

O que levou a família de Sandro

Água mineral
Refrigerante
Bolacha recheada
Bolacha colonial
Salgadinhos
Bala de goma
Chocolate

Preço médio dos alimentos na praia

Picolé de R$ 3 a R$ 8
Milho verde R$ 4
Refrigerante R$ 4
Água mineral R$ 3
Água de coco R$ 5

 
 
 
 
 
 
 
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