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Trânsito01/11/2016 | 19h29Atualizada em 01/11/2016 | 19h44

Sintáxi pede na Justiça suspensão da cobrança da taxa de monitoramento dos táxis em Porto Alegre 

Ação teve como motivo a falta de repasse da EPTC à empresa que faz o serviço

Sintáxi pede na Justiça suspensão da cobrança da taxa de monitoramento dos táxis em Porto Alegre  Fernando Gomes/Agencia RBS
Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

O Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi) entrou nesta terça-feira, dia 1º de novembro, com ação na Justiça que pede que seja suspensa a cobrança da taxa de R$ 88,06. O valor mensal é uma taxa de monitoramento da frota de táxis de Porto Alegre. 

A assessoria do Sintáxi informa que o motivo do pedido é a suspensão do serviço de monitoramento da Show Tecnologia do Brasil, empresa que venceu o pregão eletrônico e instalou os rastreadores nos quase 4 mil veículos que formam a frota de táxis da Capital. 

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Segundo comunicado da Show entregue aos taxistas, a prefeitura e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) não repassam o percentual previsto no contrato que é destinado à empresa: 49,59%. A EPTC fica com 50,41%. Apesar do atraso, a EPTC informa que o serviço de GPS segue funcionando.

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Conforme os cálculos do Sintáxi, o valor total arrecadado mensalmente com esta cobrança é de R$ 345.195,20, e a dívida da prefeitura com a Show passaria de R$ 510 mil.

– Estamos ingressando com esta ação na Justiça para suspender o pagamento de um serviço que não é realizado, pois a empresa alega que não recebe os repasses mensais da prefeitura. Além disso, há muito tempo que os taxistas reclamam que o monitoramento não é feito de forma adequada, pois não é possível acompanhar na tela do computador, smartphone e tablet o deslocamento do táxi – argumenta o presidente do Sintáxi, Luiz Nozari. 

Em nota, a EPTC confirmou que está em atraso com os repasses para a empresa prestadora de serviço do GPS nos táxis. "A expectativa é que ainda nessa semana o pagamento seja efetuado e sistema normalizado", diz o texto.


 
 
 

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