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Educação05/12/2016 | 19h59Atualizada em 05/12/2016 | 19h59

Já é hora de pensar no material escolar da criançada: veja dicas para começar a economizar agora

Reaproveitar itens, pesquisar e antecipar as compras são as primeiras dicas para economizar.

Já é hora de pensar no material escolar da criançada: veja dicas para começar a economizar agora Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
Foto: Agência RBS / Agência RBS

Os pais já começaram a fazer as contas para o ano letivo 2017. Isso porque, de acordo com dados do Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe/RS), as instituições privadas gaúchas devem reajustar as mensalidades em 11,5%, em média, no próximo ano. A pesquisa foi realizada com 101 escolas associadas ao sindicato no Rio Grande do Sul. A divulgação do índice abriu a temporada oficial de pensar em como economizar com a escola. E além da mensalidade, o material escolar merece atenção para não pesar demais no bolso das famílias. 

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O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) aposta no reaproveitamento de itens, na pesquisa de preços e na compra antecipada. Antes de ir às compras, alerta o Idec, também é importante o consumidor ficar atento às exigências das escolas para não cair em abusos. O estabelecimento não pode solicitar produtos de uso coletivo, como os de higiene e limpeza, na lista de materiais. Também não pode exigir marcas ou locais de compra, muito menos que os produtos sejam adquiridos no próprio estabelecimento de ensino. 

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7 dicas para poupar na compra do material escolar

1. Antes de ir à papelaria, verifique os itens usados ainda neste ano letivo que está chegando ao fim. Os que estiverem em bom estado podem ser reutilizados. Estojo, tesoura e dicionário, normalmente, duram bastante.

2. Organize um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, uma alternativa para gastar menos. 

3. Pesquise! Compare marcas e estabelecimentos e fique atento, principalmente, aos preços dos livros didáticos, que pesam no bolso. Pode valer a pena comprar diretamente da editora. 

4. Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato.

5. Pode valer a pena reunir um grupo de pais para ir às compras, pois, no atacado, há possibilidade de encontrar itens mais baratos. 

6. Evite artigos sofisticados, com características de brinquedo, ou com personagens licenciados. Sempre são mais caros. 

7. Lembre-se de que o preço praticado no cartão de crédito deve ser igual ao cobrado à vista e exija nota fiscal detalhada, com discriminação do produto adquirido: marca e preço individual e total.

Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) 

 
 
 

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    Diário Gaúchohttps://t.co/Mcz6ncbKk9há 44 minutosRetweet
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    A.Marcos@diario_gaucho Ai depende porque para cobrar uma divida do maior caloteiro que Caxias do Sul teve noticia o senhor Calote Voges é impossívelhá 2 horas Retweet
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