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Encare a crise08/12/2016 | 21h48Atualizada em 08/12/2016 | 21h49

Nas férias da gurizada, veja como economizar brincando

Apostar em programas ao ar livre e em espaços culturais gratuitos pode ser divertido, educativo e ainda não pesa no bolso

Nas férias da gurizada, veja como economizar brincando /

O período de férias escolares vai sair caro para os pais que se dispuserem a levar os filhos ao cinema ou para tomar um sorvete. A maior parte das guloseimas e dos programas que encantam os pequenos subiu bem mais do que a inflação nos últimos 12 meses (9,31% na Capital, conforme o IPC-IEPE).

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Os maiores saltos são nos preços das barras de chocolates, bombons e salgadinhos, com altas que variam de 22,6% a 32,2%, conforme a pesquisa de preços da Faculdade de Economia da UFRGS (IPC-IEPE). Os números superam com folga a inflação média da Capital, de 9,31%. Comer um hambúrguer com fritas em uma lanchonete e almoçar fora também ficou mais caro.

O ingresso do cinema ficou 10% mais caro em novembro, na comparação de 12 meses. O tíquete médio sai por R$ 19 — ou seja, quase o mesmo de uma mensalidade de serviço ilimitado de filmes e séries pela internet.

O galope nos preços pode servir de gancho para se descobrir novas opções de lazer. Embora seja quase automático pensar nos shoppings ou em lanchonetes quando se planeja sair com os filhos, não se pode esquecer dos museus, das galerias e dos parques abertos à população, particularmente belos e coloridos neste época do ano.

– Os pais de um mesmo condomínio podem se reunir e envolver as crianças em atividades como piqueniques, passeios em parques e até montar peças de teatro – sugere Cássia D'Aquino, especialista em educação financeira para crianças.

Cássia discorda, por sinal, da tese de que crianças gostam mesmo é de shopping e lanchonete:

— Quem gosta de shopping são os pais, daí a crianças vão e ficam atazanando para ir nas lojas onde elas queiram. Criança gosta de brincar na rua, interagir com outras crianças.

O período de férias em família também pode ser uma oportunidade para envolver as crianças em programas culturais e levá-las ao contato com a natureza. Conforme o educador financeiro Adriano Severo, programar passeios em locais como a Casa de Cultura Mario Quintana, onde geralmente há programação gratuita, são formas de quebrar uma rotina de consumo.

– Para as crianças, esses são programas interessantes e praticamente não têm custos para os pais – afirma. 


Foto: arte zh / rbs


 
 
 

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