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Economia21/07/2017 | 10h14Atualizada em 21/07/2017 | 10h14

Giane Guerra: Varejo projeta quatro impactos da alta dos combustíveis

Presidente da CDL, Alcides Debus alerta para o impacto psicológico no brasileiro. 

Giane Guerra: Varejo projeta quatro impactos da alta dos combustíveis Charles Guerra/Agencia RBS
Foto: Charles Guerra / Agencia RBS

Como outros varejistas, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre, Alcides Debus, mostra desânimo com o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis. O decreto elevando tributos para gasolina, diesel e etanol está no Diário Oficial da União desta sexta-feira (21). 

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O empresário até vê os fundamentos da economia indo no caminho certo, como reformas, ajuste fiscal, inflação sob controle e juros em queda. Só que o presidente da CDL pondera que aumento de carga tributária não é o caminho, atrapalha a retomada da economia e aponta quatro impactos imediatos no varejo:

1 - Compromete parte da renda do consumidor que o comércio esperava receber nos próximos meses para pagamento de dívidas ou até novas compras. No cálculo da inflação, a gasolina é o que mais pesa e a metodologia dos institutos de pesquisa usa por base o orçamento médio das famílias. 

2 - Eleva custos dos lojistas. Impacto direto, desde o transporte das mercadorias até dos funcionários.

3 - O item anterior provoca aumento de preços das mercadorias, caso o lojista não tenha mais espaço para reduzir a margem de lucro. Isso retroalimenta a inflação, já que estas elevações terão impacto nas próximas pesquisas dos índices.

4 - Confiança do consumidor. Aumento de preços dos combustíveis sempre tem impacto forte no ânimo das pessoas, o que acaba por reduzir o consumo, alerta o presidente da CDL, Alcides Debus.  

 

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