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Fim da polêmica28/08/2017 | 10h00Atualizada em 28/08/2017 | 10h00

Prefeitura desiste de retirar sede dos Bombeiros Voluntários de Triunfo

Após manifestações, prefeito retirou projeto de lei que pedia devolução do terreno que aloja prédio do grupo

Prefeitura desiste de retirar sede dos Bombeiros Voluntários de Triunfo Isadora Neumann/Agência RBS
Foto: Isadora Neumann / Agência RBS

O prefeito de Triunfo, Valdair Gabriel Kuhn, retirou o projeto de lei que pedia a devolução do terreno onde está a sede do Corpo de Bombeiros Voluntários. Em 1º de agosto, o Diário Gaúcho publicou reportagem sobre o assunto. Uma equipe atua há 19 anos em Triunfo, mas não tem caminhão, convive com uma estrutura precária e ainda corria o risco de perder o endereço no Centro. A pressão da comunidade, principalmente por redes sociais, e a mobilização dos vereadores acabaram derrubando a ideia do prefeito. 

Bombeiros de Triunfo correm o risco de serem despejados da sede

Como justificativa, o prefeito diz estar retirando o projeto para ¿atender às expectativas e manifestações dos vereadores e da comunidade manifestadas em audiência pública realizada no dia 14 de agosto¿. O encontro reuniu bombeiros, vereadores e o prefeito.

— Foi uma surpresa, não esperávamos por esta decisão, mesmo que tenhamos apresentado todos os argumentos que defendiam nossa permanência. Estamos muito felizes e motivados a recuperar nossa sede e a voltar a fazer nosso trabalho — afirma o presidente dos Bombeiros Voluntários, Jocimar dos Santos Lopes, 49 anos, que atua há 16 anos no grupo e é técnico de segurança do trabalho.

A reportagem procurou o prefeito Valdair, mas não conseguiu contato. 

Reformas na estrutura

Com recursos aprovados do fundo do Juizado Especial Criminal (Jecrim) no valor de R$ 27 mil, serão reformados o telhado e o forro do prédio, comprometidos por sucessivas quedas de granizo entre 2012 e 2014. Também estão previstas troca de fiação elétrica, pintura, construção de repartições dentro do prédio e uma garagem para o caminhão, obras que serão pagas por empresas do Polo Petroquímico de Triunfo. 

Uma empresa de Tramandaí, que leu a reportagem no Diário Gaúcho, já manifestou interesse em reformar o caminhão, desativado desde 2009 por problemas mecânicos, e aguarda elaboração de orçamento. 

Todas estas parcerias deverão somar os R$ 75 mil necessários para fazer a operação dos bombeiros voltar a ser o que era antes. 


 

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