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Seu problema é nosso15/09/2017 | 09h34Atualizada em 15/09/2017 | 09h34

Depois de dois meses, moradora de Viamão consegue fazer cirurgia

A operação ocorreu depois de a história ter sido mostrada pelo Diário Gaúcho na edição de 5 de setembro

Depois de dois meses, moradora de Viamão consegue fazer cirurgia Arquivo Pessoal / Leitor/DG/Leitor/DG
Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG / Leitor/DG

Após quase dois meses esperando por uma cirurgia no tornozelo, a auxiliar de limpeza desempregada Adriana Pereira Pinto, 42 anos, conseguiu ser operada. A moradora do bairro Santa Cecília, em Viamão, quebrou o tornozelo em uma queda no dia 8 de julho. A operação ocorreu depois de a história ter sido mostrada pelo Diário Gaúcho na edição de 5 de setembro. 

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Desde que se machucou, ela peregrinava por hospitais da Região Metropolitana em busca de atendimento. Depois da fratura, em julho, ela procurou ajuda em Porto Alegre, no Hospital de Pronto Socorro, onde foi atendida na emergência. Lá, foi orientada a procurar ajuda na rede de saúde do seu município. 

Somente em 19 de agosto, mais de um mês depois de ter se acidentado, Adriana foi chamada para o atendimento no Instituto de Cardiologia/ Hospital de Viamão. Antes disso, procurou mais uma vez auxílio na Capital, mas não pôde ser operada na cidade por ser moradora de Viamão. 

Espera 

No dia 21 de agosto, ela foi internada no Hospital de Viamão. Depois de duas semanas no local e sem perspectiva de passar por cirurgia, Adriana procurou o Diário Gaúcho. Na data, a assessoria de imprensa do Hospital de Viamão explicou ao jornal o motivo da demora na realização do procedimento. 

Segundo nota enviada pela instituição, o hospital estava com um problema com o fornecedor responsável por órteses e próteses. Porém, ainda conforme a nota, a questão estava sendo solucionada. No dia seguinte à publicação da história de Adriana, a operação foi feita. 

Em função de demora, o osso fraturado colou de forma errada. Para a cirurgia, ele precisou ser quebrado novamente, e então foram colocados quatro parafusos e uma placa de platina. Agora, Adriana está em casa, onde deverá ficar em repouso por dois meses. 

— Foi graças ao Diário Gaúcho, que sempre faz o possível para ajudar as pessoas — agradeceu ela. 

*Produção: Alberi Neto 

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