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Seu problema é nosso10/11/2017 | 13h55Atualizada em 10/11/2017 | 13h55

Menino consegue fazer cirurgia depois de mobilizar corrente de solidariedade  

João, dois anos, nasceu com uma deformidade nos dois pés que o impossibilitava de caminhar

Menino consegue fazer cirurgia depois de mobilizar corrente de solidariedade   Leitor DG / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Já em casa, João agora está com o gesso Foto: Leitor DG / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A corrente de solidariedade gerada por leitores do Diário Gaúcho realizou mais um pedido. Em agosto deste ano, o DG mostrou a história do pequeno João Vitor de Almeida da Cunha, dois anos, morador do Bairro Parque Brasília, em Cachoeirinha. Ele nasceu com uma deformidade nos dois pés que o impossibilitava de caminhar.

Depois de ter sua história publicada pelo jornal, a mãe do garoto, a operadora de caixa desempregada Lisiane Fiel de Almeida da Cunha, 31 anos, recebeu dezenas de ligações de pessoas oferecendo ajuda. Menos de três meses depois, no último dia 23, João foi operado.

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_ Foi impressionante. Recebemos ligações para ajudar financeiramente e também para ajudar com fraldas. Algumas pessoas vieram aqui nos visitar e nos disseram palavras de conforto e carinho, que valem muito _ recorda Lisiane.

Etapas

Para realizar a cirurgia de João em uma prazo mais rápido do que a expectativa via SUS _ que sequer dava previsão de execução do procedimento _, a família precisava de três laudos médicos atestando a necessidade da operação. Os laudos seriam levados à Defensoria Pública do Estado, que daria entrada em um processo conseguir a operação.

A reportagem foi publicada em 18 de agosto. No dia 30 do mesmo mês _ depois de receber as doações e fazer as consultas para receber os laudos _ a família levou os documentos à Defensoria. A primeira consulta foi marcada para a semana seguinte. No atendimento, a cirurgia já foi marcada e realizada no Hospital da Criança Santo Antônio, em Porto Alegre. 

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_ Se não fosse a ajuda do jornal, as pessoas não teriam conhecido a história do João e não teriam como ajudá-lo _ agradece Lisiane. 

Recuperação

Atualmente, o menino está em casa com a mãe, o pai, o construtor civil Aldomar Mateus da Cunha, 36 anos, e o irmão mais velho, Matheus Almeida da Cunha, 15 anos. Na última segunda-feira, João fez a primeira troca de gesso e a retirada dos pontos. No início de dezembro, será feita mais uma troca de gesso e a retirada do fio de aço colocado por baixo da pele durante a operação. Lisiane faz questão de manter informadas todas as pessoas que ajudaram o filho: 

_ Eu sempre ligo para os que ajudaram para avisar sobre cada novo passo na recuperação do João. 

A expectativa é de que, em janeiro, o gesso seja retirado completamente. Depois, João terá de usar bota ortopédica e, dependendo da sua recuperação, também poderá precisar de sessões de fisioterapia. Os pais querem ver o garoto correndo pelo pátio o mais rápido possível:

_ Estamos ansiosos por poder vê-lo brincando por aí _ comemora a mãe.

Produção: Alberi Neto

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