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Seu problema é nosso26/01/2018 | 09h20Atualizada em 26/01/2018 | 09h20

Moradora de Alvorada consegue consulta com especialista após mais de um ano esperando

A moradora do bairro Umbu 2, em Alvorada, foi diagnosticada em agosto de 2016 com hepatite C e, desde então, aguardava o agendamento com especialista

Moradora de Alvorada consegue consulta com especialista após mais de um ano esperando Arquivo Pessoal / Leitor/DG/Leitor/DG
Maria esperou um ano e dois meses por consulta com gastroenterologista Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG / Leitor/DG

A auxiliar de cozinha aposentada Maria Loraci Pereira Baunhardt, 64 anos, finalmente conseguiu uma consulta com gastroenterologista — pela qual esperava havia mais de um ano. 

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A moradora do bairro Umbu 2, em Alvorada, foi diagnosticada em agosto de 2016 com hepatite C e, desde então, aguardava o agendamento com especialista. A história dela foi contada pelo Diário Gaúcho em 5 de outubro do ano passado. 

— Eu precisava muito fazer a consulta. Sem ela e os exames que foram pedidos, o meu tratamento não poderia começar. Não só precisava descobrir que remédio eu poderia tomar como também investigar a possibilidade de ter um nódulo no meu intestino — conta Maria. 

Ao contrário dos tipos A e B, ainda não existe vacina contra a hepatite C, mas ela é uma das poucas doenças crônicas que pode ser curada. Quando isso não é possível, o tratamento busca conter a progressão da doença e evitar as complicações. 

Exames 

O diagnóstico foi dado pela médica clínica geral do posto Nova Americana, que solicitou o agendamento com especialista. O gastroenterologista cuida do sistema digestório — órgãos como boca, esôfago, estômago e fígado, sendo este último o principal afetado pela hepatite C. 

A espera de Maria foi tão grande que ela teve de refazer o requerimento para a consulta seis meses depois, em janeiro de 2017, já que ele tinha vencido. Enquanto conversava com a reportagem, em outubro do ano passado, Maria conseguiu marcar os exames de sangue, urina e fezes para o dia 1 º de novembro. 

Entretanto, a consulta ainda não tinha previsão para ser realizada, e a aposentava vivia com desconforto:

— Tudo que eu comia fazia mal, tinha azia e refluxo com muita frequência Quando a reportagem foi publicada, a prefeitura de Alvorada não tinha uma resposta para dar em relação à demora nos agendamentos. 

Alívio 

A consulta, que foi feita em 12 de outubro, uma semana após a história de Maria ter sido contada pelo Diário Gaúcho, deu esperanças para a aposentada. Na quarta- feira, 24 de janeiro, ela fez sua segunda visita ao gastroenterologista. 

— Ter a minha história publicada deu um empurrão neles (prefeitura). E como me ajudou! Adorei o médico e estou feliz que agora tenho alguém que me auxilia e diz o que preciso fazer. Brinco que o DG foi meu anjo da guarda — agradece Maria. 

*Produção: Leticia Gomes

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