Notícias, Diário Gaúcho, clicRBSDiário Gaúchohttp://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/urn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-06-23T08:00:02-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24437835Aos 77 anos, aposentado volta à escola para superar o lutoEurides Rodrigues Filho perdeu a esposa em 2017. Eles ficaram casados durante 54 anos2018-06-23T08:00:02-03:002018-06-23T08:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSManoel MalletAos 77 anos, aposentado volta à escola para superar o lutoDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24437835Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-aos-77-anos-aposentado-volta-a-escola-para-superar-o-luto-10385391Aos 77 anos, aposentado volta à escola para superar o lutoEurides Rodrigues Filho perdeu a esposa em 2017. Eles ficaram casados durante 54 anos2018-06-23T08:00:02-03:002018-06-23T08:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAos 77 anos, o corretor de imóveis aposentado Eurides Rodrigues Filho, de Porto Alegre, decidiu reverter a rotina que vinha experimentando há seis meses, desde a perda da mulher, Lucia Rodrigues, com quem foi casado durante 54 anos. Em luto, deprimido e recolhido na casa de uma filha, em Jaguarão, na fronteira com o Uruguai, percebeu a necessidade de se renovar: voltou a estudar, depois de 40 anos sem frequentar a escola, e tornou-se exemplo entre os colegas mais jovens.— Vi que precisava fazer alguma coisa quando ganhei um espaço cativo no sofá em frente à TV da sala. Estava virando um inútil — confessa o aposentado. Longe da escola desde 1978, quando conseguiu concluir o Ensino Médio iniciado em 1965, Eurides surpreendeu a família ao revelar a intenção de voltar aos estudos. Acreditava que, ocupando a mente com as aulas, amenizaria a dor da perda da companheira. Em março deste ano, depois de pesquisar as possibilidades de curso, encontrou o técnico em Agropecuária, com duração de dois anos e meio, ofertado pela Universidade do Trabalho do Uruguai (UTU) na cidade de Rio Branco, vizinha de Jaguarão. Mesmo sem saber uma palavra em espanhol, não se deteve. — As aulas já haviam iniciado e entrei numa lista de espera por uma vaga. Mas, para a minha própria surpresa, fui chamado 15 dias depois — conta, faceiro. Na frente da escola, no lado uruguaioFoto: Manoel Mallet / Arquivo PessoalConfianteEurides não se importou em ser o mais velho de toda a escola e chegou confiante ao primeiro dia de aula, mesmo enfrentando a desconfiança dos outros colegas e de um professor. Era o forasteiro da turma, recorda, aos risos. — O que o senhor está fazendo aqui? — questionou o mestre, em espanhol.— Sou aluno novo, vim estudar — respondeu o aposentado, em português. — Tem certeza? — perguntou, novamente, o professor. — Absoluta! — afirmou Eurides, encerrando a conversa.A partir daquele momento, o aposentado se tornou o estudante mais dedicado em sala de aula e o mais admirado entre os colegas — com idades entre os 16 e os 35 anos. Quando faz um questionamento, por exemplo, todo o restante silencia, em respeito a ele. — Chegar na sala de aula e ver o seu Eurides foi uma agradável surpresa, pois ele demonstra um companheirismo diferente. É leal aos colegas — comenta o professor Federico Gomez, que leciona maquinários, edafologia e tecnologias do arroz. MAIS SOBRE EDUCAÇÃO 77% dos municípios gaúchos descumprem meta de universalização da pré-escolaCidades sem o Novo Mais Educação criam alternativas Programa federal que oferece contraturno escolar tem redução de 66% no Rio Grande do SulExemplo para os mais jovensPara a professora de espanhol Ana Maria Perdomo, a presença do estudante septuagenário em sala de aula é também uma oportunidade de trabalhar a questão da inclusão:— É fantástico vê-lo muito disposto. Ele é muito interessado, um exemplo para os mais jovens. Aos poucos, Eurides passou a se comunicar em portunhol e tem, cada vez mais, aprendido a língua dos hermanos nas aulas diárias, que vão das 18h50min às 23h. Aprendeu tanto, que já programa com os novos amigos um evento para aproximar ainda mais a turma. — O Seu Eurides tem espírito jovem, sempre tem algo para contar — comenta Jordano Silveira, 19 anos, de Arroio Grande, que se mudou para Rio Branco para continuar os estudos. Em sala de aula, com os colegasFoto: Manoel Mallet / Arquivo Pessoal"Aproveite a vida ao máximo"Para quem só fazia hortas dentro do apartamento da zona norte da Capital, Eurides conta animado que já aprendeu sobre o cultivo do arroz, o estudo do solo e já salvou um tomateiro que nasceu no pátio da casa da filha, em Jaguarão. — Deixo qualquer outro compromisso para não perder as aulas. A convivência e a troca de experiências têm sido maravilhosas. Estou me sentindo muito bem! — revela. Eurides não pensa em trabalhar na área no futuro, mas também não descarta a possibilidade. — A mente precisa estar funcionando o tempo inteiro. Se a pessoa tem a oportunidade de estar viva, como é o meu caso, precisa aproveitar a vida ao máximo! — recomenda o inquieto aposentado.Porto Alegre, RSDiário GaúchoAos 77 anos, aposentado volta à escola para superar o lutoDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-aos-77-anos-aposentado-volta-a-escola-para-superar-o-luto-10385391Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24436787Rede de esgoto recebe conserto após reportagem do Diário, em Porto AlegreEm dias de chuva, as bocas de lobo entupidas não permitiam o escoamento da água, e os problemas na tubulação ocasionavam a volta do esgoto à rua do bairro Rubem Berta2018-06-22T08:52:16-03:002018-06-22T08:52:16-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo Pessoal / Leitor/DGRede de esgoto recebe conserto após reportagem do Diário, em Porto AlegreDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24436787Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-rede-de-esgoto-recebe-conserto-apos-reportagem-do-diario-em-porto-alegre-10385082Rede de esgoto recebe conserto após reportagem do Diário, em Porto AlegreEm dias de chuva, as bocas de lobo entupidas não permitiam o escoamento da água, e os problemas na tubulação ocasionavam a volta do esgoto à rua do bairro Rubem Berta2018-06-22T08:52:16-03:002018-06-22T08:52:16-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNa Rua Francisco Talaia de Moura, no bairro Rubem Berta, em Porto Alegre, a família do coordenador de administração Thiago Lingener, 35 anos, esperou mais de cinco meses pelo conserto do vazamento de esgoto que ocorria no local.Leia maisClientes da RGE também reclamam de aumentos no consumo; em Gravataí, diarista recebeu conta de luz de R$ 2.460Consumidores têm aumentos de até 1.584% na conta de luz, em Porto Alegre e Região MetropolitanaApós 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsEm dias de chuva, as bocas de lobo entupidas não permitiam o escoamento da água, e os problemas na tubulação ocasionavam a volta do esgoto à rua. O caso só foi solucionado após publicação do problema no Diário Gaúcho. Na época em que Thiago entrou em contato com a reportagem para falar sobre a questão, ele explicou que os funcionários do município não lhe davam um retorno concreto. Apenas faziam visitas ocasionais, observavam e iam embora. Em uma dessas visitas, concluíram que seria necessária a desobstrução da rede, mas que os casos que representam riscos à população eram priorizados. Equipe completa Após o contato com o Diário, Thiago conta que, na semana seguinte, técnicos vinculados à Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb) foram vistoriar o problema. — Tentaram solucionar, mas a questão era mais complexa. Retornaram alguns dias depois, com a equipe completa, e consertaram a tubulação — diz Thiago. O caso da rua de Thiago, que diminuía a acessibilidade e incomodava pelo mau cheiro do esgoto, foi apresentado na edição do dia 23 de maio deste ano. Na data, os moradores do local cogitavam fazer uma vaquinha para contratar uma empresa que fizesse a limpeza da tubulação de esgoto:— Agora que vieram aqui para consertar, fizeram a medição para mapear onde estava o entupimento e, após isso, abriram espaço onde existia a obstrução, resolvendo o problema. Agora, está tudo certo. *Produção: Juliana Agne Leia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoRede de esgoto recebe conserto após reportagem do Diário, em Porto AlegreDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-rede-de-esgoto-recebe-conserto-apos-reportagem-do-diario-em-porto-alegre-10385082Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24328587Renato Dornelles e as eleições na BambasColunista convoca para a Assembleia Geral na escola de samba a partir das 16h de sábado.2018-06-22T07:00:02-03:002018-06-22T07:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAdriana FranciosiRenato Dornelles e as eleições na BambasDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24328587Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-renato-dornelles-e-as-eleicoes-na-bambas-10384706Renato Dornelles e as eleições na BambasColunista convoca para a Assembleia Geral na escola de samba a partir das 16h de sábado.2018-06-22T07:00:02-03:002018-06-22T07:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNeste sábado (23) será dia de eleições na Bambas da Orgia. Associados no gozo de seus direitos sociais poderão participar da Assembleia Geral Ordinária, com primeira chamada às 16h e segunda às 16h30min, na quadra (Avenida Voluntários da Pátria, 1.387) para apreciação do parecer do Conselho Fiscal sobre a prestação de contas da atual direção e para a votação.Uma grande festa, com certeza, vai marcar o aniversário do Corélio, na noite desta sexta-feira (22), a partir das 21h, na Rua Engenheiro de Oliveira Ramos, 2.602, na Restinga Nova. E ainda vai haver gravação da Roda de Samba do Corélio. O ingresso custa R$ 15, com direito a um latão. Quem quiser, pode levar o quilinho, que a casa assa. Confira mais colunas Chora, Cavaco No sábado, o aniversário será do Acauan Souto, a partir das 20h, no CTG Cabos e Soldados (Avenida Veiga, 223). João Martins, Dy Gomes e Lucas de Moraes são atrações, com apresentação de Hélio Garcia.Também no sábado, a partir das 20h, no Wand's Bar (Rua Ezequiel Antônio de Oliveira, 104, Vila Mapa), Matheus Santos & Convidados apresentam Pagode do Dorinho. A entrada é franca.No domingo, tem a feijoada da Imperatriz Dona Leopoldina (Estrada Martin Félix Berta, 38), com a presença de Carlinhos de Jesus. O almoço será servido entre 12h e 16h, mas o samba vai até as 22h, com o Grupo Amizade.Porto Alegre, RSDiário GaúchoRenato Dornelles e as eleições na BambasDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-renato-dornelles-e-as-eleicoes-na-bambas-10384706Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24434567Clientes da RGE também reclamam de aumentos no consumo; em Gravataí, diarista recebeu conta de luz de R$ 2.460Depois de duas reportagens publicadas pelo Diário, relatando saltos no valor das contas de luz em Porto Alegre e Guaíba, mais leitores relataram estarem passando pelo mesmo problema no Estado2018-06-21T10:16:07-03:002018-06-21T10:16:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo Pessoal / Leitor/DGClientes da RGE também reclamam de aumentos no consumo; em Gravataí, diarista recebeu conta de luz de R$ 2.460Diário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24434567Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-clientes-da-rge-tambem-reclamam-de-aumentos-no-consumo-em-gravatai-diarista-recebeu-conta-de-luz-de-r-2-460-10384068Clientes da RGE também reclamam de aumentos no consumo; em Gravataí, diarista recebeu conta de luz de R$ 2.460Depois de duas reportagens publicadas pelo Diário, relatando saltos no valor das contas de luz em Porto Alegre e Guaíba, mais leitores relataram estarem passando pelo mesmo problema no Estado2018-06-21T10:16:07-03:002018-06-21T10:16:07-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCobranças surpreendentes nas contas de luz continuam causando preocupação a clientes. Depois de duas reportagens publicadas pelo Diário Gaúcho, no dia 14 de junho e ontem, novos casos chegaram ao conhecimento do jornal, a partir de reclamações de leitores. Leia maisConsumidores têm aumentos de até 1.584% na conta de luz, em Porto Alegre e Região MetropolitanaMorador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%Após 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsAlém de clientes da CEEE, moradores de regiões atendidas pela RGE Sul também reclamam do aumento no valor das contas, em Gravataí e Imigrante. O jornal recebeu ainda queixas de leitores de Imbé e Viamão. Saiba como agir caso você também esteja passando por esse problema. SustoCliente da RGE Sul em Gravataí, a diarista Marilene Vargas, 49 anos, mudou- se há cerca de 40 dias. A primeira conta de energia elétrica, referente ao mês de maio, veio com uma surpresa: o valor é de R$ 2.460,16, com vencimento no início de julho. A dona de casa Jaqueline Vargas, 32 anos, filha de Marilene, conta que a mãe tem poucos eletrodomésticos em casa. São um micro-ondas, uma geladeira, um chuveiro, uma máquina de lavar e uma TV, todos novos e de classe A — categoria mais econômica em indicações da quantidade de energia que o eletrodoméstico consome. — Ela mora sozinha, trabalha o dia todo, inclusive em dois finais de semana do mês. Está enlouquecida atrás de uma explicação — relata Jaqueline.Expectativa Quando procurou a RGE, a diarista foi informada de que a empresa não poderia atendê-la, oferecendo novos prazos para disponibilizar que um técnico a visite para conferir o relógio da casa. Hoje, na expectativa, pela terceira vez, de ser atendida, Marilene aguarda em casa pela visita do profissional. A surpresa também afetou uma moradora de Imigrante, cidade a 136 quilômetros da Capital. A dona de casa Leila Kohl da Rosa Prediger, 44 anos, viu o valor subir de R$ 82,20 em maio para R$ 690,32 em junho — o que significa 739,81% a mais. — Na casa, somos quatro pessoas: eu, meu marido e nossos dois filhos. A gente fez uso dos mesmos eletrodomésticos nos últimos meses, não dá para entender — conta. Morando na zona rural da cidade desde 1999, a dona de casa relata que a última mudança no medidor foi há seis anos.— Tem mais gente no município passando pelo mesmo problema, e eles não ofereceram alternativa, como parcelamento. Apenas falaram que, nos últimos meses, havia tido uma média, então, o valor que não foi cobrado antes apareceu todo neste mês — conta Leila. No caso de Leila, aumento entre um mês e outro foi de 739,81%Foto: RGE Sul / ReproduçãoRGE Sul explica que medição de consumo é trimestral A assessoria de comunicação da RGE Sul esclareceu que a leitura de consumo da leitora de Imigrante é realizada trimestralmente. Nos meses de abril e maio, o consumo foi estimado. Em junho, ocorreu a leitura, e a diferença do consumo efetivo foi adicionada à conta da cliente. Em função do valor, a empresa afirmou que entrará em contato para esclarecer as dúvidas da cliente. Já em relação à conta de Marilene, a RGE admitiu que houve um erro de leitura e emitiu uma nova fatura para a cliente, com o valor correto. Porém, não informou o novo valor, alegando que "não tem autorização para divulgar dados pessoais". Esclareça suas dúvidas O que fazer se a minha conta de energia elétrica subir muito, de repente? — É preciso entrar em contato com a empresa que fornece o serviço, pedindo uma revisão da conta ou vistoria do medidor de energia. O valor pode aumentar muito de um mês para o outro? — Sim, a diferença nos valores pode aumentar muito entre um mês e outro devido ao tipo de medição da conta. Por exemplo, se ela for calculada pela média de consumo — isso pode ocorrer por até três meses seguidos —, quando o consumo for lido diretamente no medidor, será feito o acréscimo dos meses anteriores. Qual a diferença entre a conta medida pela média e por leitura? — Quando a fatura é definida por média, os dados de consumo correspondem à média aritmética dos últimos 12 meses. Este tipo de medição pode ocorrer durante três meses em casos de dificuldade de leitura ocasionados pelo cliente. Depois desse prazo, o preço cobrado será o taxa básica da conta. Quando a leitura for efetuada novamente, serão acrescidos os valores de meses anteriores. Quando ela é lida, os dados de consumo correspondem à leitura atual, feita diretamente no medidor. Qual a razão de o valor ser calculado pela média? — O cálculo é feito por média quando há impedimento de acesso no local para a leitura; em ocorrência de retirada do medidor sem a sua imediata substituição — que deve ocorrer em até 30 dias; em caso de deficiência no medidor ou em demais equipamentos de medição, e em função de situação de emergência ou de calamidade pública. Quando o valor sobe muito, sou obrigado a pagar a conta? Se sim, é preciso quitá-la à vista?— O pagamento é obrigatório. É permitido aos clientes, quando os valores da conta fogem muito do valor normalmente pago, pedir o parcelamento da fatura. Quando o impedimento da medição é causado pelo cliente, fica a cargo da distribuidora oferecer ou não o parcelamento. Se a medição por média for feita por problemas causados pela concessionária — como uma demora para trocar um relógio de luz estragado, por exemplo — essa divisão deve ser feita em duas vezes o número de meses em que o consumo foi calculado pela média. Por exemplo, se a conta foi medida por média durante três meses e, no quarto, foi lida no medidor e teve um salto no preço, a fatura poderá ser parcelada em seis vezes.Se a concessionária não permitir o parcelamento do valor, o que fazer?— É preciso entrar em contato com o Procon da sua cidade. Se o medidor de luz for trocado no meu bairro, a conta vai subir? — A CEEE explica que não é o medidor que faz a luz subir. O que pode ocorrer é uma correção pelos meses em que o preço foi calculado pela média de consumo. Esse acréscimo não é especificado nas contas, diferentemente do que havia sido informado pela CEEE. Então, não é possível saber quanto do valor da fatura representa o acréscimo das medições por média. Como falar com... ... a CEEE — Pelo site da CEEE, telefone 0800- 721- 2333 e agências físicas (endereços disponíveis no site). ... a RGE — Pelo site da companhia, telefone 0800- 707- 7272 e agências físicas (endereços disponíveis no site, na seção Informações ao Consumidor).... o Procon — Quem mora na Capital deve procurar o Procon municipal ( Rua dos Andradas, 686, Centro). O telefone é (51) 3289-1774. Em cidades onde não há agência própria, o contato deve ser feito com o Procon estadual. O telefone é (51) 3287- 6200, e o endereço, Rua 7 de Setembro, 723, Centro. Fontes: Marvin Ramgrab, assistente da Direção de Distribuição da CEEE, e Maria Elizabeth, diretoraexecutiva do Procon- RS*Produção: Alberi Neto e Eduarda Endler Leia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoClientes da RGE também reclamam de aumentos no consumo; em Gravataí, diarista recebeu conta de luz de R$ 2.460Diário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-clientes-da-rge-tambem-reclamam-de-aumentos-no-consumo-em-gravatai-diarista-recebeu-conta-de-luz-de-r-2-460-10384068Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24433472Considerado uma bomba-relógio pela Liespa, Porto Seco é cenário de descaso e tem futuro incertoComplexo que recebeu R$ 16 milhões em investimentos na zona norte de Porto Alegre virou motel a céu aberto, atrai usuários de drogas e é alvo de furtos2018-06-21T07:00:30-03:002018-06-21T07:00:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAndré ÁvilaConsiderado uma bomba-relógio pela Liespa, Porto Seco é cenário de descaso e tem futuro incertoDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24433472Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-considerado-uma-bomba-relogio-pela-liespa-porto-seco-e-cenario-de-descaso-e-tem-futuro-incerto-10383499Considerado uma bomba-relógio pela Liespa, Porto Seco é cenário de descaso e tem futuro incertoComplexo que recebeu R$ 16 milhões em investimentos na zona norte de Porto Alegre virou motel a céu aberto, atrai usuários de drogas e é alvo de furtos2018-06-21T07:00:30-03:002018-06-21T07:00:30-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brInaugurado há 14 anos e com R$ 16 milhões gastos na construção dos prédios e na pavimentação da pista, o Complexo Cultural do Porto Seco vive hoje um completo cenário de abandono. Com a prefeitura prestes a passar a administração do local para as escolas de samba, há dúvidas sobre a viabilidade de sua gestão. A gravidade da situação é resumida pelo presidente da Liga Independente das Escolas de Samba de Porto Alegre (Liespa), Juarez Gutierrez, com a seguinte frase:– Estamos com uma bomba-relógio na mão. Atualmente, a área no bairro Rubem Berta, na zona norte de Porto Alegre, é um verdadeiro motel a céu aberto, atrai usuários de drogas e é alvo de furtos de todo tipo de material. Desde dezembro do ano passado, as 13 famílias que moram no local como zeladoras dos barracões estão sem energia elétrica. No primeiro episódio, levaram a fiação dos postes de luz. Há cerca de dois meses, 1,8 quilômetro de cabos subterrâneos foram arrancados.Acesso livre ao Porto SecoFoto: André Ávila / Agencia RBS"Largados"Moradores de rua circulam em meio ao lixo. A escuridão no Complexo torna o local ainda mais perigoso. Quem vive lá, não dorme tranquilo.– Estamos largados à própria sorte. Roubam de cano de água a tampa de esgoto. Não tem como andar a pé aqui dentro à noite. Se tu fores agora ver, vai encontrar gente se prostituindo dentro dos carros – afirma a costureira Luma de Almeida Paim, 50 anos, que mora há nove anos no Porto Seco. Luma não pode trabalhar devido a falta de energia elétricaFoto: André Ávila / Agencia RBSLuma, que já foi destaque em diversas agremiações e sempre viveu no meio do Carnaval, precisa esquentar água para tomar banho e não pode usar a máquina de costura para trabalhar. Sem a principal fonte de renda, faz artesanato para se sustentar. Ela vive no segundo andar do barracão da Unidos da Vila Mapa e diz que se sente abandonada.Além da falta de luz, os três portões de acesso ao complexo estão abertos e parte da cerca foi destruída. – O Porto Seco já foi um local seguro, já teve segurança privada. Hoje, no meio da noite, ouvimos gente circulando por aqui, quebrando coisas para roubar. Eu durmo com um pé de cabra do lado da cama. Tenho medo – afirma Valquíria Rodrigues, 47 anos, funcionária da Praiana, que mora no Porto Seco há 13 anos.Leia mais:Promessas não cumpridas e R$ 16 mi jogados fora: Complexo Cultural do Porto Seco vive total abandono"O pouco caso é de todos"Em janeiro, a prefeitura assinou a concessão do Complexo do Porto Seco à Liespa e à União das Escolas de Samba do Grupo de Acesso de Porto Alegre (UECGPA). A iniciativa permite que as agremiações carnavalescas firmem uma Parceria Público-Privada (PPP) e possam ocupar a área o ano todo. Na prática, a gestão do Porto Seco caberá a elas assim que o processo for finalizado, o que deve ocorrer nos próximos meses. Seria uma forma de dar autonomia às entidades, uma vez que a prefeitura vem reiterando que não tem verba para bancar o Carnaval. Neste ano, sequer ocorreu desfile. Fios da rede elétrica são frequentemente furtadosFoto: André Ávila / Agencia RBSSe já está ruim com a manutenção a cargo do poder público, o temor é que, quando a cedência do complexo for dada às entidades carnavalescas, a situação piore.– O pouco caso é de todos: do poder público e dos presidentes das escolas. Estamos cuidando do patrimônio deles e estamos abandonados – desabafa Valquíria.O caseiro da Bambas da Orgia Augusto Prestes Pinto, 62 anos, que mora há 13 anos no Porto Seco, estima que há pelo menos oito a degradação do local começou a avançar:– Isso aqui só piorou, quanto tínhamos trabalho aqui dentro era outra vida. Somos os seguranças de nós mesmos. Vemos de tudo acontecer aqui.Lixo e cobertura improvisada feita por moradores de ruaFoto: André Ávila / Agencia RBSUm elevante brancoDe espaço que pretendia lançar Porto Alegre como referência de Carnaval no país, o Porto Seco hoje é considerado uma "bomba-relógio" pelo próprio presidente da Liespa, Juarez Gutierrez. Segundo ele, não resta alternativa ao Carnaval senão procurar parcerias privadas. É isso, ou a festa deixa de existir:– Diante desse quadro, estamos com uma bomba relógio na mão, (o Porto Seco) é um elefante branco. Mas ele ainda é a única alternativa do Carnaval. Se não conseguirmos parceiros, não só o sambódromo estará comprometido como o próprio processo do Carnaval. Não é múltipla escolha, é escolha única. Juarez afirma que há contatos de interessados em parcerias, mas não se sabe a proporção dos patrocinadores e o nível de ajuda. Ele acredita que as escolas não têm culpa pela situação a que Porto Seco chegou:– As escolas, nesse âmbito, têm uma responsabilidade muito pequena. A manutenção do Porto Seco sempre foi do poder público. As agremiações não poderiam fazer mais do que estão fazendo. Se o poder público está lavando as mãos? Isso é verdade. É muito triste o poder público não ter entendido a dimensão do Complexo Cultural do Porto Seco. Ele poderia ser potencializado de diversas formas. "Há é uma desmobilização total dentro do Carnaval"Com os dois furtos de cabos de luz, a Divisão de Iluminação Pública (DIP) da prefeitura, que já tinha feito um projeto para reestabelecer a energia elétrica do local, precisou refazer o estudo. O mais recente furto, por se tratar de energização subterrânea, encareceu em quase 50% o valor original do projeto. Segundo o secretário adjunto da Cultura de Porto Alegre, Leonardo Maricato, o pedido de liberação de recurso deve ser feito nos próximos dias. A conclusão da cedência do Porto Seco será finalizada quando o conserto da rede elétrica estiver pronto e for feita a roçada e limpeza de toda área.– Também estamos aguardando a finalização da entrega da documentação das entidades. Não vamos simplesmente atirar no colo das agremiações. O que prejudicou o processo foi este segundo furto. Esperamos que, a partir do próximo mês, tenhamos tudo concluído _ avalia o secretário. Leonardo afirma que os portões do local existiam, mas foram roubados, e que há uma ideia de levantar o muro onde antes havia portões.De acordo com ele, atualmente a manutenção do Porto Seco custa R$ 10 mil por mês para a prefeitura, com gastos da iluminação externa e manutenção das vias do entorno:– O que há é uma desmobilização total dentro do Carnaval. A prefeitura avisou que não colocaria mais recurso público.Porto Alegre, RSDiário GaúchoConsiderado uma bomba-relógio pela Liespa, Porto Seco é cenário de descaso e tem futuro incertoDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-considerado-uma-bomba-relogio-pela-liespa-porto-seco-e-cenario-de-descaso-e-tem-futuro-incerto-10383499Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24432447Consumidores têm aumentos de até 1.584% na conta de luz, em Porto Alegre e Região MetropolitanaOs casos chegaram ao conhecimento do Diário depois de uma reportagem publicada em 14 de junho, mostrando o caso do vendedor Paulo Santos, que teve um aumento de 236,3% na sua fatura2018-06-20T10:00:32-03:002018-06-20T10:00:32-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo Pessoal / Leitor/DGConsumidores têm aumentos de até 1.584% na conta de luz, em Porto Alegre e Região MetropolitanaDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24432447Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-consumidores-tem-aumentos-de-ate-1-584-na-conta-de-luz-em-porto-alegre-e-regiao-metropolitana-10383099Consumidores têm aumentos de até 1.584% na conta de luz, em Porto Alegre e Região MetropolitanaOs casos chegaram ao conhecimento do Diário depois de uma reportagem publicada em 14 de junho, mostrando o caso do vendedor Paulo Santos, que teve um aumento de 236,3% na sua fatura2018-06-20T10:00:32-03:002018-06-20T10:00:32-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCristal, Lomba do Pinheiro, Mário Quintana e Restinga. Sabe o que estes quatro bairros de Porto Alegre têm em comum? Neste mês, moradores destas regiões levaram um susto ao receber a conta de luz da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE). O salto no valor da fatura entre um mês e outro pegou os clientes de surpresa. Leia maisApós 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsPastoral precisa de doações para realizar segundo baile de debutantes comunitário, em Sapucaia do SulConserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesMas não foi só na Capital que a energia parece ter ficado bem mais cara. No bairro Colina, em Guaíba, cidade atendida também pela CEEE, e em Seca Baixa, zona rural de Imigrante, município a 136 quilômetros de Porto Alegre, atendido pela RGE Sul, a fatura também veio com um gosto mais amargo para alguns moradores. Os casos chegaram ao conhecimento do Diário depois de uma reportagem publicada em 14 de junho, mostrando o caso do vendedor Paulo Ricardo Barbosa Santos, 54 anos. Morador da Restinga, ele teve um aumento de 236,3% na sua fatura. O pagamento médio, que ficava na casa dos R$ 85, chegou aos R$ 277. Alguns vizinhos de bairro de Paulo notaram o mesmo problema. Para estes clientes da CEEE, o aumento na luz tem uma razão aparente: foi depois da troca dos relógios de luz, feita pela companhia, que o valor subiu. A concessionária, entretanto, garante que os novos medidores não têm influência no acréscimo anormal das contas e reforça que eles são aferidos pelo Inmetro.Na Lomba do Pinheiro, o eletricista Alberto Machado Cunha, 49 anos também credita o salto na sua conta à troca dos medidores de energia.— Eu acho que é um jeito que acharam de cobrar a instalação desses novos relógios digitais. Não tem outra explicação para a conta subir tanto de uma hora para outra — reclama o eletricista. Em maio, a fatura dele custou R$ 63,49, com um consumo de 81 quilowatts. Já no mês de junho, o valor chegou a R$ 1.069,58, com um consumo de 1.407 quilowatts — cobrança 1.584,64% maior do que em maio:— Com esse valor, parece que eu estou pagando a conta de dez casas, não só a minha.Consumo de Márcio saltou entre março e abrilFoto: Arquivo Pessoal / Leitor/DGO vigilante Márcio Schmitt Naiber, 40 anos, morador da Restinga, vê o salto no consumo como inexplicável. Como trabalha com jornadas de 12 horas de serviço e 36 de descanso, pouco fica em casa. Sua esposa também trabalha fora. Dos eletrodomésticos da casa, ele garante que nenhum novo foi adquirido nos últimos cinco anos. Na contramão disso, a conta de luz saltou de R$ 140,70, em março, para R$ 545,27, em abril. E, na fatura referente a maio, o número chegou aos R$ 1.309,19.— Ontem (segunda-feira), fui ao Procon registrar uma queixa. Queria ir direto ao Juizado Especial Cível (JEC), mas explicaram que a orientação era ir primeiro ao Procon — relata. ReclamaçõesMárcio chegou a tentar contato coma CEEE, mas teve os dois protocolos registrados na empresa declarados como improcedentes. O cliente recebeu a promessa de que seria feita uma análise da sua unidade consumidora, o que não ocorreu. — Indeferiram o pedido de revisão, dizendo que podia ser uma fuga interna de energia. Paguei um eletricista para revisar toda a rede de luz da minha casa, ele não encontrou qualquer problema _ conta Márcio.Também moradora da Restinga, a dona de casa Lisiane Lima Antunes, 30 anos, conta que costumava pagar cerca R$ 80 para a CEEE. Na conta de junho, o valor da fatura chegou aos R$ 656,35. — Depois da troca dos medidores, todos os meus vizinhos tiveram aumento na luz. Estamos todos sofrendo com esse problema — conta Lisiane.Moradora do bairro Cristal, na zona sul de Porto Alegre, há um ano, a dona de casa Karen Cristina Nascimento Knapp, 37 anos, divide a casa com o marido e dois filhos, de um e três anos. Karen relata que a fiação da residência é nova, por isso, não entende como a conta pode ter aumentado tanto o valor, de R$ 189,34 em maio para R$ 521,98 em junho — um salto de 175,68%. — Até dezembro, a gente tinha um refrigerador em casa. Trocamos o chuveiro antigo por um novo, que consome menos energia. Não usamos mais o ventilador, que costuma ser o excedente no verão. Nunca veio uma conta tão alta como desta vez — relata.Em outro ponto da cidade, na Zona Norte, a auxiliar de limpeza aposentada Janete Novais Fernandes, 47 anos, enfrenta o mesmo problema. Moradora do bairro Mário Quintana, Janete chega a desligar o disjuntor da casa em alguns momentos, devido ao aumento tão expressivo na fatura de maio _ que chegou aos R$ 545,27. — A CEEE só diz que vai vir fazer uma vistoria, mas ninguém aparece — reclama ela.Fora da Capital, problema também ocorreA educadora Fernanda Oliveira da Silva, 43 anos, também percebeu diferença nos boletos que chegaram em sua casa, em Guaíba. Ela relata que, em janeiro, houve uma troca de relógio no bairro Colina, onde vive. — No mês que veio o valor mais alto da conta, eu não tinha nem máquina de lavar roupas — conta.Fernanda relata que já foi até a CEEE quatro vezes, mas nenhuma solução para o seu problema foi apresentada. De R$ 72,93 em abril, a conta passou para R$ 1.169,30 em maio — um salto de 1.503,32%.— Segunda-feira (18), fui novamente (na CEEE). Agora, além da conta, estão exigindo a troca do poste, também. Eles parcelaram a tarifa para eu não ter a luz cortada. De acordo com eles, houve um aumento de consumo.Não foi somente com a empresa CEEE que houve um aumento na conta de luz. A Rio Grande Energia (RGE) também entregou aos clientes um valor discrepante, como com a dona de casa Leila Kohl da Rosa Prediger, 44 anos, moradora de Imigrante. Para ela, o valor subiu de R$ 82,20 em maio para R$ 690,32 em junho — o que significa 739,81% a mais.— Na casa, somos quatro pessoas, eu, meu marido e nossos dois filhos. A gente fez o uso dos mesmos eletrodomésticos, não dá para entender — conta.Morando no bairro Seca Baixa, na zona rural da cidade, desde 1999, a dona de casa relata que não houve uma mudança de medidor — ele está no local há seis anos. — Tem mais gente no município passando pelo mesmo problema, e eles não ofereceram nenhuma alternativa, como parcelamento. Apenas falaram que, nos últimos meses, havia tido uma média, então, o valor que não foi cobrado antes apareceu todo neste mês — conta Leila. As explicações da CEEEA CEEE afirmou que as respostas não são individualizadas para os clientes citados na matéria, pois a empresa não pode divulgar dados dos consumidores. A companhia afirma que entrará em contato diretamente com eles para análise e posicionamento a respeito de cada situação. A CEEE garantiu, em reportagem publicada em 14 de junho, que o medidor não aumentaria a conta de luz dos clientes e aponta que, mesmo os clientes alegando o contrário, a razão do aumento do valor pode ser causada pelas variações de consumo. Há alguns casos em que os novos medidores podem gerar essa variação de consumo, segundo a CEEE, em função de os equipamentos antigos estarem apresentando, erroneamente, um registro menor de energia consumida. Um dos motivos de as trocas estarem sendo feitas é justamente esse.Em relação a opções oferecidas para os clientes, a companhia afirma são definidas pela agência reguladora ANEEL na Resolução Normativa 414/2010, que determina as condições de atendimento aos consumidores de energia elétrica. Outros clientes que estejam em dúvida sobre seu consumo de energia podem entrar em contato com a companhia pelo site ceee.com.br, nas agências presenciais (os endereços podem ser conferidos no site) ou pelo telefone 0800-721-2333.RGE afirma que consumo é trimestralA assessoria de comunicação da RGE Sul esclareceu que a leitura de consumo de Leila é realizada trimestralmente e, em função disto, nos meses de abril e maio, o consumo foi apenas estimado. Neste mês, ocorreu a leitura, e a diferença do consumo efetivo foi adicionada à conta da cliente. Em função do valor, a empresa afirmou que entrará em contato para esclarecer as dúvidas da cliente sobre o seu consumo e faturamento da conta de energia.Para o Procon, aumento é ilegalA diretora-executiva do Procon Estadual, Maria Elizabeth Pereira, explica que, na visão da instituição, o aumento nas contas relatadas na reportagem é ilegal. Isso porque ele não é um aumento tarifário — do preço pago pela energia —, mas sim de consumo. O aumento de quilowatts em grande escala, como ocorreu nos casos de Porto Alegre, Guaíba e Imigrante, deve ser esclarecido pelas concessionárias aos seus clientes, o que não ocorreu.A orientação da diretora é para que os clientes lesados abram protocolos na CEEE ou na sua concessionária de energia correspondente. Caso o aumento não seja esclarecido, o Procon deve ser procurado. A instituição fará a ponte entre a concessionária e o cliente, exigindo uma investigação para esclarecer a razão específica do aumento.Como reclamar— Para quem mora em Porto Alegre, a agência do Procon municipal, na Rua dos Andradas, número 686, no Centro Histórico é o caminho indicado. — O telefone do Procon Porto Alegre é 3289-1774.— Em cidades onde não há agência do Procon, o contato deve ser feito com a entidade estadual. O telefone é (51) 3287-6200. — A agência física do Procon RS é na Avenida 7 de setembro, número 723, no Centro Histórico.*Produção: Alberi Neto e Eduarda EndlerLeia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoConsumidores têm aumentos de até 1.584% na conta de luz, em Porto Alegre e Região MetropolitanaDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-consumidores-tem-aumentos-de-ate-1-584-na-conta-de-luz-em-porto-alegre-e-regiao-metropolitana-10383099Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24054720Magali Moraes e as outras utilidades do jornalColunista escreve às segundas, quartas e sextas-feiras no Diário Gaúcho2018-06-20T10:00:02-03:002018-06-20T10:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMiguel NevesMagali Moraes e as outras utilidades do jornalDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24054720Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-magali-moraes-e-as-outras-utilidades-do-jornal-10382230Magali Moraes e as outras utilidades do jornalColunista escreve às segundas, quartas e sextas-feiras no Diário Gaúcho2018-06-20T10:00:02-03:002018-06-20T10:00:02-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brTem tanta gente envolvida pra fazer esse jornal, que nem te conto. É uma redação inteira que não para nunca. Repórteres, editores, fotógrafos, diagramadores, assistentes e estagiários, fora os agregados (como essa colunista que vos escreve). São incontáveis reuniões e tomadas de decisão. O pessoal está sempre correndo atrás da informação correta, buscando pautas úteis e interessantes, conferindo cada palavra e número que aparecem aqui. Domingos e feriados são dias normais de trabalho. Vida que segue. E amanhã começa tudo de novo pra fazer a próxima edição. Um jornal como o DG não quer somente cobrir as notícias, mas também te ajudar no dia a dia. Por isso é maravilhoso saber que alguns leitores recortam matérias e colunas (adoooro!) pra guardar e reler. Mas, depois, o que acontece com o jornal? Ele vai direto pro lixo seco, é reciclado e a natureza agradece? Nem sempre.Leia outras colunas da Maga Brilhante Jornal tem outras utilidades, além da leitura. Serve pra limpar vidro. Então que seja a janela mais brilhante da rua! Torcidinho, ele é usado pra fazer o fogo do churrasco. Se for pra reunir a família em volta de um costelão 12 horas, tá valendo. Cachorros novinhos aprendem a fazer xixi onde? Em cima do jornal. Apesar de entender a situação, essa parte me dói um pouco (mais do que imaginar a contracapa do DG ardendo no fogo em brasa). Falando em molhar, goteira pede jornal.Depois de lavar o carro, uma página de jornal em cima do tapete significa capricho. Tomara que a lavagem dure mais pra economizar. Em dia de mudança, os copos são embrulhados em jornal pra não quebrar. Que venham muitos brindes na casa nova! Eu cresci vendo a minha mãe enrolar em jornal a panela do arroz recém feito. Assim ele permanecia aquecido até que todos chegassem pro almoço. Quem diria que, no futuro, eu também usaria o jornal como fonte de calor. Obrigada por aquecer meu coração! Só não me coloque na caixinha do pet (nada pessoal). Diário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoMagali Moraes e as outras utilidades do jornalDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-magali-moraes-e-as-outras-utilidades-do-jornal-10382230Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24431263Esteio tem campanha do agasalho com loja a céu abertoProjeto da prefeitura de Esteio distribui doações numa loja móvel, que percorre os bairros da cidade2018-06-20T08:00:03-03:002018-06-20T08:00:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLauro AlvesEsteio tem campanha do agasalho com loja a céu abertoDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24431263Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-esteio-tem-campanha-do-agasalho-com-loja-a-ceu-aberto-10382461Esteio tem campanha do agasalho com loja a céu abertoProjeto da prefeitura de Esteio distribui doações numa loja móvel, que percorre os bairros da cidade2018-06-20T08:00:03-03:002018-06-20T08:00:03-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEntre as gôndolas montadas nas caixas de papelão encapadas com TNT, Nicole Vitória Rosa, sete anos, nem esperou a aproximação da mãe, a dona de casa Denise Rosa, 23 anos, para começar a escolher as peças de roupa favoritas. As duas estavam na Loja Social Móvel, no bairro Três Marias, em Esteio, na manhã de terça-feira (19). A loja a céu aberto, transportada numa van, faz parte da campanha do agasalho da Secretaria Municipal de Cidadania, Trabalho e Empreendedorismo e percorrerá as comunidades da cidade distribuindo gratuitamente agasalhos, calçados e até bijouterias à população em situação de vulnerabilidade social. Sem preocupar-se com o pagamento, Nicole foi "às compras" sozinha para completar o guarda-roupa de casa.— Vou levar um casaco para ir à escola, um blusão bem quente e uma calça legging — calculou, enquanto analisava cada artigo retirado das gôndolas e araras espalhadas na calçada de uma das ruas do Três Marias.Roupas ficam expostas em manequins, araras e caixas encapadas com TNTFoto: Lauro Alves / Agencia RBSSegundo a secretária de Cidadania, Tatiana Tanara Figueiredo, a ideia do projeto surgiu da necessidade de realizar uma campanha do agasalho diferenciada. A cada dia, o veículo da prefeitura estará numa região diferente ofertando roupas e calçados recebidos por meio de doações.— Poder escolher o que vai usar é uma forma de demonstrar respeito. Não doamos de forma indiscriminada, sem que a pessoa tenha a chance de escolher aquilo que realmente está precisando. Isso é o mais dignificante dessa ação — justificou Tatiana. Leia maisVoluntários participam da coleta de agasalhos pelas ruas de Porto AlegreSaiba como viajar pelo mundo com tudo pago e promovendo ações de sustentabilidade socialProjeto Ouviravida busca novos parceirosTransformaçãoEste é o segundo inverno da Loja Social Móvel. Até o final de julho estão previstas, pelo menos, mais 18 ações em nove bairros de Esteio. Tatiana destaca que todo o material selecionado passa por lavagem, secagem, separação e dobra antes de fazer parte da Loja. O serviço é feito com o auxílio dos inscritos no Conta Comigo, programa de voluntariado municipal. — Não aceitamos roupas rasgadas ou sujas, sem condição de uso. As pessoas começaram a entender que roupa doada não é lixo. Aos poucos, vamos transformando a nossa sociedade — ressaltou a secretária. E foi a preocupação do órgão em oferecer artigos com qualidade que levou a dona de casa Ivanir da Silva Ferreira, 53 anos, moradora há cinco anos do Três Marias, a entrar na fila para escolher roupas para a família. Saiu com sapato de couro, calças e blusas masculinas para o filho, e blusas de lã para ela. — Perdemos parte das roupas da família na enchente de 2016 e ainda não conseguimos recuperar tudo. Depois de passar pela Loja, acho que economizei mais de R$ 500 em compras. Valeu muito a pena! — comentou. Uriel adorou as roupasFoto: Lauro Alves / Agencia RBSFaceiro com a oferta em quantidade, o estudante Uriel Soares, 11 anos, não se limitou a escolher um único casaco: aproveitou para levar cinco, dois deles apeluciados por dentro para os dias mais frios. Até um cachecol foi para a sacola do menino.— Cresci rápido e estava sem roupas para passar o inverno. A ajuda veio em boa hora — contou, enquanto mostrava cada peça para a mãe, a dona de casa Aline da Silva, 32 anos. MetaQualquer pessoa pode pegar até dez artigos, bastando apenas o preenchimento de um cadastro. Quem possui pendências com o Cadastro Único, como endereço desatualizado ou benefício bloqueado, é encaminhado ao Centro de Referência em Assistência Social do Território da Paz (Rua Orestes Pianta, 206 _ Parque Primavera). E 2017, o programa doou mais de 4,5 mil peças de roupas, beneficiando mais de 300 famílias. Neste ano, com calendário organizado de entrega, a meta é chegar a 15 mil. Nicole também levou uma mochilaFoto: Lauro Alves / Agencia RBSSe depender da pequena Nicole, que ficou mais de uma hora separando o que levar para casa, o objetivo da prefeitura será alcançado. Animada com a possibilidade de escolher roupas também para os irmãos de um e quatro anos, a menina encheu quatro sacolas plásticas com artigos variados. Mas último item escolhido por ela estava pendurado numa cerca, em meio a bolsas femininas para doação, será estreado na escola: uma mochila rosa. Para doar em Esteio* O ponto de coleta das peças de vestuário, calçados e outras doações fica na sede da SMCTE (Rua Engenheiro Hener de Souza, 150), de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. * As roupas doadas são encaminhadas para lavagem, secagem, separação e dobra e, após, serão entregues para a Loja Social. Varal repleto de roupas Foto: Lauro Alves / Agencia RBSPróximas edições da Loja Social Móvel/// Bairro São Sebastião Quando: 20 de junho, das 10h às 16hOnde: Rua Ezequiel Nunes Filho, 79 — Vila Ezequiel /// Santo InácioQuando: 21 de junho, das 13h30min às 17h, e 22 de junho, das 8h30min às 11h30minOnde: Cmecis (Rua Henrique de Paula Silveira, 13 — Santo Inácio)/// VotorantimQuando: 25 de junho, das 13h30min às 17h, e 26 de junho, das 8h30min às 11h30minOnde: Rua Ayrton Senna da Silva, 303 — VotorantimOpções para todas as idadesFoto: Lauro Alves / Agencia RBS/// BoqueirãoQuando: 28 de junho, das 13h30min às 17h, e 29 de junho, das 8h30min às 11h30minOnde: Travessa Alvina Francisca, 52 — Jardim Planalto/// Jardim das FigueirasQuando: 2 de julho, das 13h30min às 17h, e 3 de julho, das 8h30min às 11h30minOnde: Rua 1° de Março, 625 — Parque Primavera/// São JoséQuando: 9 de julho, das 13h30min às 17h, e 10 de julho, das 8h30min às 11h30minOnde: Rua São Borja — São José/// Praça da JuventudeQuando: 19 de julho, das 13h30min às 17h, e 20 de julho, das 8h30min às 11h30minOnde: Avenida Porto Alegre, 505/// Vila Nova/NavegantesQuando: 23 de julho, das 13h30min às 17h, e 24 de julho, as 8h30min às 11h30minOnde: Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) — Rua Rio Grande, 2363 — Navegantes/// CentroQuando: 31 de julho, das 13h30min às 17hOnde: Rua Garibaldi (Rua Coberta)Porto Alegre, RSDiário GaúchoEsteio tem campanha do agasalho com loja a céu abertoDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-esteio-tem-campanha-do-agasalho-com-loja-a-ceu-aberto-10382461Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24132517Kit 3 em 1 Tramontina: fique atento aos novos pontos de trocaTrocas começam na próxima segunda-feira (25) e se estendem até o dia 20 de julho2018-06-20T07:00:19-03:002018-06-20T07:00:19-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRobinson EstrásulasKit 3 em 1 Tramontina: fique atento aos novos pontos de trocaDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24132517Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-kit-3-em-1-tramontina-fique-atento-aos-novos-pontos-de-troca-10382827Kit 3 em 1 Tramontina: fique atento aos novos pontos de trocaTrocas começam na próxima segunda-feira (25) e se estendem até o dia 20 de julho2018-06-20T07:00:19-03:002018-06-20T07:00:19-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brComeça na próxima segunda-feira (25) e vai até 20 de julho, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, o período de trocas do Junte & Ganhe Kit 3 em 1 Tramontina, que traz uma fôrma antiaderente com dois fundos removíveis. Atenção: há algumas modificações em pontos de troca. Em Porto Alegre, há um novo endereço, na Avenida Erico Verissimo, 603, bairro Menino Deus. Seguem os outros dois pontos tradicionais, na Avenida Cairu, 1.178, bairro Navegantes, e na Avenida Wenceslau Escobar, 2.054, bairro Tristeza. Fique por dentro das promoções do Diário GaúchoEm Pelotas, o novo ponto de troca fica na Avenida Fernando Osório, 20, sala 15 A – sai o ponto que ficava na Rua Lindolfo Collor, 10, bairro Três Vendas. Já em Rio Grande, o novo ponto é na Avenida Pelotas, 342, Centro. O ponto da Avenida Portugal, 204, bairro Cidade Nova, foi desativado.Porto Alegre, RSDiário GaúchoKit 3 em 1 Tramontina: fique atento aos novos pontos de trocaDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-kit-3-em-1-tramontina-fique-atento-aos-novos-pontos-de-troca-10382827Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24430372Após 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsJúlia - que tem uma pequena má-formação nas mãos - renovou o documento quatro vezes sem nenhum problema. Somente em fevereiro deste ano o Detran decidiu pela alteração na Habilitação2018-06-19T09:22:25-03:002018-06-19T09:22:25-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo Pessoal / Leitor/DGApós 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24430372Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-apos-14-anos-com-cnh-sem-restricoes-motorista-de-montenegro-e-impedida-de-dirigir-veiculos-comuns-10382093Após 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsJúlia - que tem uma pequena má-formação nas mãos - renovou o documento quatro vezes sem nenhum problema. Somente em fevereiro deste ano o Detran decidiu pela alteração na Habilitação2018-06-19T09:22:25-03:002018-06-19T09:22:25-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDepois de 14 anos dirigindo sem qualquer impedimento, a analista de departamento pessoal Júlia Mara Hamann, 40 anos, de Montenegro, teve uma enorme surpresa ao tentar renovar sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em fevereiro deste ano. Leia maisPastoral precisa de doações para realizar segundo baile de debutantes comunitário, em Sapucaia do SulConserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesMorador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%Dona de uma Yamaha Fazer 250cc e de um Fusca ano 1977, Júlia — que tem uma pequena má-formação nas mãos — soube que teria que adquirir novos veículos: — Eu não tive qualquer piora ou mudança na minha condição. Nasci assim e vivo uma vida muito normal. A CNH antiga venceu em março, mas, como tinha uma viagem planejada, ela preferiu ir ao Detran-RS ainda em fevereiro, antecipando o processo. Como sempre, Júlia levou os laudos médicos que comprovam que sua deficiência não a impede de dirigir. Em sua quinta renovação da carteira de motorista, algo inédito aconteceu: — No Detran, me mandaram para a junta médica, algo que nunca tinha acontecido. Pior ainda: quando cheguei lá, fui informada de que teria de adaptar os meus veículos, sem nem olharem os laudos ou me examinarem. Alteração Em março, o Detran informou Júlia de que sua CNH passaria a ser Especial, condicionando-a ao uso de motos de câmbio automático e carros com direção hidráulica. Sem condições de comprar novos veículos, a analista decidiu não retirar o novo documento e buscar auxílio legal. — Parece contraditório, já que renovei minha carteira quatro vezes sem mudanças. O Detran está revertendo uma decisão que tomou nos últimos 14 anos, sem prova prática ou justificativa — desabafa. Júlia decidiu abrir um processo judicial para entender o porquê da mudança, já que o laudo do órgão estadual não especifica o que ocasionou as alterações: — Pedi para demonstrar minha capacidade em um teste prático, mas não me permitiram fazer. Hobby A analista usava a moto para ir e voltar do trabalho. O trecho, cerca de oito quilômetros, hoje, é feito a pé. O Fusca, comprado em junho de 2017, era usado para idas ao mercado. O motociclismo se tornou, ainda, um hobby. Agora, sem poder usar o veículo, Júlia sente que sua vida social também foi prejudicada: — Já fui três vezes de moto para Santa Catarina. O motociclismo é minha válvula de escape. Os encontros com os clubes de motos eram parte importante da minha rotina. Desde cedo, ela precisou aprender a conviver com sua condição. Explica que, agora, vem aí uma nova batalha: — Depois de anos muito bem-resolvida, deparei com esse sentimento de incapacidade. Motivo da mudança não foi esclarecido O Detran-RS explicou que, na renovação da CNH, o envio à junta médica é obrigatório quando o médico responsável pela avaliação inicial do candidato identifica deficiência física que comprometa partes do corpo usadas para dirigir. O órgão afirmou que a equipe define o resultado do exame com base na avaliação clínica, conforme a legislação de trânsito. Sobre a situação de Júlia, o departamento declarou que, no último exame de aptidão física e mental feito pela Junta Médica Especial, ela não supriu todos os requisitos para a direção de veículos comuns, conforme a Resolução Contran 425/ 2012. Quando questionado sobre em quais testes ela não atingiu o critério para a CNH comum, o órgão alegou que não pode divulgar essas informações. Também não foi esclarecido o porquê dessas alterações só estarem sendo cobradas agora, 14 anos após Júlia ter obtido sua primeira CNH. *Produção: Leticia Gomes Leia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoApós 14 anos com CNH sem restrições, motorista de Montenegro é impedida de dirigir veículos comunsDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-apos-14-anos-com-cnh-sem-restricoes-motorista-de-montenegro-e-impedida-de-dirigir-veiculos-comuns-10382093Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24427808Hospital da Restinga: UTI é prioridadePrazo para a Associação Hospitalar Vila Nova assumir a gestão foi prorrogado por até 90 dias2018-06-18T17:29:10-03:002018-06-18T17:29:10-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLívia StumpfHospital da Restinga: UTI é prioridadeDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24427808Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-hospital-da-restinga-uti-e-prioridade-10380015Hospital da Restinga: UTI é prioridadePrazo para a Associação Hospitalar Vila Nova assumir a gestão foi prorrogado por até 90 dias2018-06-18T17:29:10-03:002018-06-18T17:29:10-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) deve ser o primeiro novo setor a ser implantado no Hospital da Restinga e Extremo-Sul, em Porto Alegre, a partir da chegada da Associação Hospitalar Vila Nova (AHVN), vencedora da concorrência pública para assumir a gestão no lugar o Hospital Moinhos de Vento. O prazo será divulgado conforme plano de transição, que começou a ser definido ontem, em reunião envolvendo os gestores e a Secretaria Municipal de Saúde. O Ministério da Saúde aprovou uma prorrogação do atual contrato do Moinhos de Vento por até 90 dias para que os serviços não sofram nenhuma interrupção e o novo gestor assuma de forma gradual, mas já implementando os novos serviços. Ainda nesta semana, deverá ser anunciado o cronograma de seleção dos funcionários que serão contratados pelo novo gestor. Haverá um detalhamento de quantitativo, forma de seleção e datas. Hoje, 341 colaboradores estão vinculados ao hospital. Destes, 57% dos trabalhadores de nível técnico e médio são moradores da região.Leia maisMudanças em gestão do Hospital da Restinga não devem afetar usuáriosHospital Moinhos de Vento oferece 44 bolsas para curso de técnico de enfermagem Funcionários do hospital de Osório rejeitam proposta e permanecem em greveA AHVN é a atual gestora do Hospital Vila Nova, com 411 leitos que atendem totalmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Na Restinga, a gestão será realizada por meio de um termo de colaboração. Além da instalação da UTI, estão previstas a ampliação de 62 para 111 leitos _ divididos entre pediátricos, adultos e UTI _, a criação de quatro blocos cirúrgicos, ambulatório e pronto-atendimento de traumatologia (aberto 12 horas por dia, seis dias por semana), abertura de ambulatórios de infectologia, medicina interna, infectologia e urologia, e a ampliação de exames da rede primária _ com tomografia, ecografia, mamografia, exames laboratoriais, endoscopia digestiva alta e baixa, eletrocardiograma e raio X.Porto Alegre, RSDiário GaúchoHospital da Restinga: UTI é prioridadeDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-hospital-da-restinga-uti-e-prioridade-10380015Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24425720Saiba como testar aplicativos sem instalar no celular2018-06-18T10:41:08-03:002018-06-18T10:41:08-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReproduçãoSaiba como testar aplicativos sem instalar no celularDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24425720Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-saiba-como-testar-aplicativos-sem-instalar-no-celular-10378552Saiba como testar aplicativos sem instalar no celular2018-06-18T10:41:08-03:002018-06-18T10:41:08-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brApostamos que você já deixou de testar um aplicativo por achar que precisa instalá-lo para ver como funciona. Quem busca por jogos, por exemplo, sabe que é difícil encontrar o ideal para o que deseja. Mas você já imaginou poder ver como ele funciona sem precisar instalar — e gastar muito espaço — no seu celular? A função é para os celulares com sistema operacional Android e está disponível para quem tem o Android 6.0 Marshmallow ou uma versão mais recente do sistema. No tutorial desta segunda-feira, o Diário Gaúcho te ensina como fazer o teste. Leia outras reportagens da seção Tutorial 1. Configurações Foto: ReproduçãoAbra as configurações do seu celular. Procure pela seção Google. Em alguns aparelhos, ela aparece só, enquanto em outros, pode aparecer dentro da seção "Pessoais". 2. Seleção da contaFoto: ReproduçãoCom a aba Google aberta, selecione a opção "Aplicações Instantâneas". Depois, selecione a conta do Google em que você deseja testar os aplicativos e ative a configuração.3. Busca de appsFoto: Abra a Play Store e faça a busca pelos aplicativos que você deseja testar. Não são todos os aplicativos que estão disponíveis para fazer o teste. Aqueles compatíveis com a função, em sua maioria, são de jogos, em que é possível jogar algumas fases para ver se você gosta do game.DicaApós o teste, quando você volta nas configurações de "Aplicações Instantâneas", você encontra a lista dos aplicativos que já testou. Produção: Eduarda Endler Leia outras reportagens da seção Tutorial Diário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoSaiba como testar aplicativos sem instalar no celularDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-saiba-como-testar-aplicativos-sem-instalar-no-celular-10378552Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24425640Pastoral precisa de doações para realizar segundo baile de debutantes comunitário, em Sapucaia do SulA história da primeira edição foi contada nas páginas do Diário e vai se repetir em 2018. Desta vez, 12 meninas irão comemorar a data juntas no dia 4 de agosto2018-06-18T10:15:06-03:002018-06-18T10:15:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSFotos: Denise Joras e Catiele Silva / Leitor/DGPastoral precisa de doações para realizar segundo baile de debutantes comunitário, em Sapucaia do SulDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24425640Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-pastoral-precisa-de-doacoes-para-realizar-segundo-baile-de-debutantes-comunitario-em-sapucaia-do-sul-10378529Pastoral precisa de doações para realizar segundo baile de debutantes comunitário, em Sapucaia do SulA história da primeira edição foi contada nas páginas do Diário e vai se repetir em 2018. Desta vez, 12 meninas irão comemorar a data juntas no dia 4 de agosto2018-06-18T10:15:06-03:002018-06-18T10:15:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO baile de debutante é uma tradição, sonho de muitas meninas quando completam 15 anos. Porém, nem sempre é possível para as famílias realizarem este desejo. Isso aconteceu com a dona de casa Rosa Maria Matias, 63 anos, moradora de Sapucaia do Sul. Leia maisConserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesMorador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%Prefeitura começou, mas não terminou construção de escola em Cachoeirinha, frustrando moradoresNa infância, a família dela não teve condições de organizar um baile para celebrar a chegada dos 15 anos. Mais tarde, já mãe, ela também não conseguiu preparar a festa de debutante da filha. — É difícil, isso é um sonho para muitas meninas — conta Rosa. Motivada para realizar o desejo do qual não pôde desfrutar, a frequentadora da paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro Boa Vista, montou um grupo junto à Pastoral Social da igreja. Por meio de doações, foi realizado um baile comunitário de 15 anos em agosto do ano passado. A história, contada nas páginas do Diário, vai se repetir em 2018. Desta vez, 12 meninas irão comemorar a data juntas no dia 4 de agosto. Debutantes estão empolgadas Foto: Fotos: Denise Joras e Catiele Silva / Leitor/DGDe longe E nem só aniversariantes da Região Metropolitana vão participar da festa. A estudante Raíssa Michella Dias, que fez 15 anos no dia 30 de abril, virá de Santa Maria, na região central do Estado. Ela soube do baile comunitário pelo pai, que mora em Sapucaia do Sul. Agora, a ansiedade é pela chegada do dia especial. — Nossa, é meu sonho. Estou esperando muito por isso, acho que a festa vai ser maravilhosa — conta a debutante. Para a edição deste ano, ainda faltam alguns detalhes. Os vestidos, o local da festa e os anéis de aniversário já foram angariados. A necessidade, agora, é por tortas, docinhos e salgados. — Toda e qualquer ajuda sempre é bem-vinda — diz a organizadora. Para registrar o momento especial na vida das garotas, até um ensaio fotográfico foi doado. Reunidas, elas posaram para as fotos, estampando no rosto o sorriso de realização pelo momento que se aproxima. Rosa busca as doações na casa de quem ajuda. Além de frequentadora, ela é catequista na paróquia do bairro Boa Vista, onde os donativos também podem ser entregues: — O nosso esforço é do conhecimento de todos na paróquia. É um trabalho de muita coletividade. Dedicação Para o padre Tiago Ávila Camargo, da paróquia Nossa Senhora Aparecida, a realização da segunda edição do evento expressa o carinho e o cuidado da comunidade com as meninas que estão completando um aniversário tão simbólico. — A dedicação de tantos envolvidos nessa organização comprova que a igreja tem pessoas dispostas a levar alegria e amor a diversos lugares — comenta o pároco.Saiba como ajudar— Doações podem ser entregues na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, que fica na Rua Benjamin Constant, 345, bairro Boa Vista, em Sapucaia do Sul. — Se o doador preferir, Rosa pode buscar os itens cedidos. O telefone dela é (51) 99241- 3657. *Produção: Alberi NetoLeia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoPastoral precisa de doações para realizar segundo baile de debutantes comunitário, em Sapucaia do SulDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-pastoral-precisa-de-doacoes-para-realizar-segundo-baile-de-debutantes-comunitario-em-sapucaia-do-sul-10378529Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24317677Diego Araujo: "Todo mundo pode ajudar"Editor-chefe do Diário Gaúcho, o jornalista escreve às segundas-feiras2018-06-18T08:00:32-03:002018-06-18T08:00:32-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBruno AlencastroDiego Araujo: "Todo mundo pode ajudar"Diário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24317677Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-diego-araujo-todo-mundo-pode-ajudar-10377872Diego Araujo: "Todo mundo pode ajudar"Editor-chefe do Diário Gaúcho, o jornalista escreve às segundas-feiras2018-06-18T08:00:32-03:002018-06-18T08:00:32-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO Brasil não acredita mais no Brasil. Perdemos a confiança depois de tanta falcatrua. Governos ineficientes, denúncias de corrupção, políticos enrolados até a medula em maracutaias, empresários que fizeram fortunas abrindo caminho com propinas. Vamos para uma eleição sem acreditar que sairá das urnas uma pessoa capaz de dar um jeito nisso que está aí. E olha que não estamos procurando um salvador da pátria, apenas alguém que não roube e cumpra o que prometeu aos eleitores em comícios e debates públicos. O Brasil não acredita mais no Brasil, mas precisa crer no brasileiro. Sem deixar de ser crítico com o poder público, é o momento de nos ajudarmos. O que você pode fazer para auxiliar o seu vizinho, o morador de rua de sua esquina, o abrigo de crianças do seu bairro, o asilo da sua região, a entidade que faz um trabalho sério e que você conhece? O Diário Gaúcho publica reportagens frequentemente sobre a falta de repasses de verbas para esses locais. Com a crise, empresas também reduziram os auxílios. Só sobrou a gente. Leia outros colunistas do Diário GaúchoTodas as alternativas para ser solidárioEu sei que a situação está difícil para todos, mas sempre há um jeito de ser solidário. Está na hora de colocar abaixo nosso roupeiro em busca de casacos e cobertas que não usamos mais. Pode aquecer o vizinho da casa do lado que está desempregado e tiritando de frio a cada noite. Ou pode ser entregue nos postos de recolhimento da Campanha do Agasalho, que, aliás, está recebendo poucas doações. Depende só de você, não precisa do poder público.Você não tem uma roupa velha que não usa mais no seu armário? Sem problema: que tal ir ao mercado e comprar uns litros de leite e entregar para os velhinhos do Asilo Padre Cacique ou da Spaan, duas entidades tradicionais da Capital que oferecem moradia digna a idosos esquecidos por suas famílias. Basta ir ali e entregar. Você vai fazer muita gente feliz. Bom, você está passando dificuldade, não há como abrir mão de agasalhos ou de reais para comprar leite e doar. Ok, não se envergonhe. Mas, mesmo assim, você pode ajudar alguém. Por que não doar sangue? O Hemocentro do Rio Grande do Sul está sempre precisando para atender urgências que surgem em hospitais de todo o Estado. Não custa nada e, ensinam os médicos, é saudável doar de tempos em tempos. Precisamos reclamar, sim, de quem está no governo, mas temos um monte de coisas para fazer que dependem apenas da nossa decisão. Ajudar é tão bom, pois faz bem a quem recebe, mas, te garanto, ajuda ainda mais quem doa. Experimente.Diário Gaúcho Economize nas suas compras com cupons de descontoPorto Alegre, RSDiário GaúchoDiego Araujo: "Todo mundo pode ajudar"Diário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-diego-araujo-todo-mundo-pode-ajudar-10377872Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24424503Conheça a história de Érica, senhora de 81 anos que não cansa de aprenderMoradora da Capital de 81 anos dá uma lição de vida e surpreende pela vontade sempre aprender coisas novas2018-06-18T07:00:32-03:002018-06-18T07:00:32-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMateus BruxelConheça a história de Érica, senhora de 81 anos que não cansa de aprenderDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24424503Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-conheca-a-historia-de-erica-senhora-de-81-anos-que-nao-cansa-de-aprender-10377947Conheça a história de Érica, senhora de 81 anos que não cansa de aprenderMoradora da Capital de 81 anos dá uma lição de vida e surpreende pela vontade sempre aprender coisas novas2018-06-18T07:00:32-03:002018-06-18T07:00:32-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brÉrica Milena Lauer não é uma avó convencional. Já foi piloto civil, bancária, proprietária de loja e artesã. Aos 81 anos, ainda quer ser muito mais. Inteligente e perspicaz, não quer parar de aprender. Procura cursos gratuitos e, a cada um deles, ganha mais uma habilidade. Já fez inglês, informática, desinibição e pintura em tela. Há pouco, encarou mais um desafio: um curso de modelagem e produção de bolsas a partir do reaproveitamento de materiais. As aulas ofertadas pela Feevale ficam a 49 quilômetros do apartamento onde mora, no Centro Histórico de Porto Alegre. Não faz diferença. Todo sábado, pega um ônibus até a estação de trem e, do trem, pega outro ônibus que a deixa no campus da Feevale. Três conduções até chegar à sala de aula. Mas o esforço nem é visto como tal. Foto: Sabrina Becke / Universidade FeevaleÉrica nunca foi costureira profissional. Apesar da máquina de costura já ter 60 anos de uso, sempre foi usada para reparos pessoais, troca de zíperes e confecção de bainhas. Agora, aprende a fazer os moldes para bolsas e a calcular o tamanho de cada parte. Hábil, conseguiu retalhos numa fábrica de cortinas que servem de matéria-prima para as bolsas que faz em casa:– Tudo é milimetricamente calculado para a bolsa ficar perfeita. Fiz uma bolsa no curso e outra em casa, que vou levar para o professor ver. O clima é muito gostoso, o ambiente é de troca. Os jovens cuidam dos mais velhos. A menina que senta do meu lado tem 20 anos. Aprendemos juntas.Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBSMistura de geraçõesAo escolher os cursos, prefere os que não são direcionados aos idosos. Gosta de turmas que misturem gerações. Tem as suas razões.– Em curso de idosos, todo mundo reclama demais, conta tudo de ruim que já passou na vida e diz que tem dor e toma vários remédios. Me diz, qual velho que não toma remédio? –diverte-se.Leia mais:Cobrador de ônibus ensina inglês para grupo de idosasMedo? Só de elevadorNatural de Panambi, Érica vive em Porto Alegre há 42 anos. Tem dois filhos, um de 47 anos e outra de 42 anos, e dois netos, de 10 e 16 anos. Viúva há 37 anos, tem pique de adolescente e só tem medo de elevador. Sobe e desce pelas escadas os quatro andares do prédio onde mora porque não gosta de ficar sozinha em um ambiente tão pequeno. Se está com sacolas pesadas, embarca-as no elevador, aperta o quarto andar e as encontra quando chegarem. Não gosta de cozinhar e diz que "não é uma boa dona de casa". Na TV, prefere os telejornais e não se apega às novelas. O rádio está sempre ligado durante os jogos do Inter. Pendurada entre a sala e a cozinha do apartamento, uma bandeira enorme denuncia a paixão colorada. Érica não esquenta o banco onde não se sente bem. Ao mesmo tempo em que é curiosa, também é inquieta e sempre foi independente. Não tem paciência para quem não tem disposição:– A vida é muito boa e precisa ser vivida. Minha mente não é de velho, mas tem novo que tem mente de velho, que tem preguiça de viver. Se está vivo, tem que ir atrás e não ficar parado.Na vanguarda desde a juventudeSoube do curso por meio de uma nota divulgada no Diário Gaúcho. A leitura do jornal faz parte do cotidiano. Acorda às 6h30min, toma café, lê as notícias e faz as palavras cruzadas. Usa a internet para acessar redes sociais e faz bijuterias para vender.– Gosto de me inteirar de tudo, de saber sobre política. Também faço minhas bijuterias e visito clientes. Eu não paro e nunca me sinto sozinha – ensina. A habilidade para pintar quadros em tela é invejável. As paredes do apartamento exibem pelo menos oito deles, feitos por ela. Há seis anos, aprimora a técnica. Vaidosa, gosta de contar como cada um deles demorou para ser finalizado. Ela era uma mulher vanguarda para sua época. Nascida na década de 1930, aos 19 anos obteve o brevê de piloto civil em Frederico Westphalen. Pilotou por três anos aeronaves de dois lugares, mas precisou deixar a atividade devido a problemas cardíacos. Ela lamenta:– Na época, eu era a única mulher da turma e não tinha medo. Meu sonho era ser piloto de testes de avião.Ainda sonha em voar de parapente na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro:– Enquanto se tem sonho, se vive. Economize nas suas compras com cupons de descontoPorto Alegre, RSDiário GaúchoConheça a história de Érica, senhora de 81 anos que não cansa de aprenderDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-conheca-a-historia-de-erica-senhora-de-81-anos-que-nao-cansa-de-aprender-10377947Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24420571Conserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesO Diário Gaúcho acompanha o problema há bastante tempo. Reclamações sobre o caso são publicadas na seção Pede-se Providências desde 20132018-06-15T10:10:16-03:002018-06-15T10:10:16-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo Pessoal / Leitor/DGConserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24420571Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-conserto-de-rede-pluvial-em-bairro-de-alvorada-ja-se-estende-por-quatro-meses-10376320Conserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesO Diário Gaúcho acompanha o problema há bastante tempo. Reclamações sobre o caso são publicadas na seção Pede-se Providências desde 20132018-06-15T10:10:16-03:002018-06-15T10:10:16-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brViraram rotina as ligações da dona de casa Solange Cabral Nunes, 39 anos, à prefeitura de Alvorada. Moradora do bairro Piratini, ela convive há um ano com um buraco bem na porta da sua casa, na Rua Idalino Guimarães. E os contatos com a administração municipal para pedir a conclusão do conserto na sua rua não têm tido resultado. Leia maisMorador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%Prefeitura começou, mas não terminou construção de escola em Cachoeirinha, frustrando moradoresNovo corte de árvores no Parque Chico Mendes preocupa frequentadores, em Porto AlegreO Diário Gaúcho acompanha o problema há bastante tempo. Reclamações sobre o caso são publicadas na seção Pede-se Providências desde 2013, ao menos. No dia 14 de fevereiro, a reportagem do Diário ouviu da prefeitura a promessa de que o conserto seria realizado ainda na mesma semana da publicação no jornal. Entretanto, isso não ocorreu. Em 23 de abril, nova promessa da administração. Porém, mais de um mês e meio depois, o buraco segue causando incômodo à vizinhança. — Após a primeira reportagem, as equipes chegaram a começar as obras. Trabalharam alguns dias e, depois, não voltaram mais. Com a chuva, vai jogar cada vez mais terra para a rede, o que acaba entupindo os canos e rompendo tudo novamente — reclama Solange. Agora, vai Procurada novamente, a prefeitura de Alvorada, por meio de sua assessoria de imprensa, não explicou o motivo do atraso nas obras. Porém, a administração municipal garantiu que, ontem, uma equipe iria ao local para iniciar "o trabalho de drenagem e construção de caixas de esgoto que será realizado no local". Segundo a Secretaria de Obras da cidade, a conclusão será em 20 dias. *Produção: Alberi NetoLeia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoConserto de rede pluvial em bairro de Alvorada já se estende por quatro mesesDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-conserto-de-rede-pluvial-em-bairro-de-alvorada-ja-se-estende-por-quatro-meses-10376320Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24419943Novo Junte & Ganhe: primeiro selo será publicado neste final de semanaKit Cozinha Completa vai fazer bonito na sua casa 2018-06-15T07:00:12-03:002018-06-15T07:00:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgaçãoNovo Junte & Ganhe: primeiro selo será publicado neste final de semanaDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24419943Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-novo-junte-ganhe-primeiro-selo-sera-publicado-neste-final-de-semana-10376001Novo Junte & Ganhe: primeiro selo será publicado neste final de semanaKit Cozinha Completa vai fazer bonito na sua casa 2018-06-15T07:00:12-03:002018-06-15T07:00:12-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brComeça neste sábado (16) a nova coleção do Junte & Ganhe. O kit Cozinha Completa vai trazer aquele astral renovado para as suas refeições do dia a dia, e também fará bonito quando for receber as visitas. São 15 peças: quatro garfos, quatro facas, uma faca de churrasco, um garfo de churrasco, três tigelas, uma bandeja e uma tábua. São itens com múltiplos usos, que vão desde servir petiscos até deixar mais estiloso o churrasco do final de semana. Os talheres novos farão sucesso nas refeições, e as tigelas, a bandeja e a tábua podem servir pratos salgados e doces, sempre com muito charme. Fique por dentro das promoções do Diário GaúchoNão tem como perder esta novidade! Para garantir o seu, é só juntar os 70 selos que serão publicados na capa do Diário Gaúcho, colar na cartela da promoção e trocar pelo kit nos pontos de troca. O primeiro selo será publicado na edição deste final de semana (16 e 17). Colecione o novo kit do Diário Gaúcho e dê um show na cozinha. Não perca- Kit Junte & Ganhe Cozinha Completa, com 15 peças: quatro garfos, quatro facas, uma faca de churrasco, um garfo de churrasco, três tigelas, uma bandeja e uma tábua.- Como garantir o seu: junte os 70 selos que serão publicados na capa do Diário Gaúcho, cole-os na cartela da promoção e troque pelo kit nos pontos de troca.- Primeiro selo: será publicado na edição de final de semana (16 e 17) do Diário Gaúcho.Diário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoNovo Junte & Ganhe: primeiro selo será publicado neste final de semanaDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-novo-junte-ganhe-primeiro-selo-sera-publicado-neste-final-de-semana-10376001Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24419877Renato Dornelles: seminário da Samba Puro e agitos do mundo do sambaColunista saúda a iniciativa da escola de samba, que já está se mobilizando, apesar da indefinição quanto ao Carnaval 2019 em Porto Alegre2018-06-15T07:00:06-03:002018-06-15T07:00:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArteRenato Dornelles: seminário da Samba Puro e agitos do mundo do sambaDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24419877Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-renato-dornelles-seminario-da-samba-puro-e-agitos-do-mundo-do-samba-10375942Renato Dornelles: seminário da Samba Puro e agitos do mundo do sambaColunista saúda a iniciativa da escola de samba, que já está se mobilizando, apesar da indefinição quanto ao Carnaval 2019 em Porto Alegre2018-06-15T07:00:06-03:002018-06-15T07:00:06-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAs indefinições em relação ao Carnaval 2019 em Porto Alegre não têm implicado em desmobilização das escolas. A Academia Samba Puro está convocando seus componentes para o Seminário de Planejamento de Carnaval. Será no dia 1º de julho, na sede do Sindisprev. Nesta sexta-feira (15) à noite, no Boteco do Mestre Inho (Rua Padre Caldas, 21, anexo do Partenon Tênis Clube), tem roda de samba especial com Éverton Silva e Banda. Começa às 20h.Confira mais colunas Chora, CavacoO Consulado da Portela em Porto Alegre promove roda de samba neste sábado (16), a partir do meio-dia, no Boteco do Aldo (Rua Coronel André Belo, 584). o ingresso custa R$ 10. Até as 13h30min, a casa servirá galeto cortesia.No dia 23 de junho, o Bloco dos Tortos promoverá galeto para alunos da oficina de percussão e seus pais, com Roda de Saia e Estação do Samba. Será na Rua Cristóvão Colombo, esquina com a BR-116, em Canoas.Diário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoRenato Dornelles: seminário da Samba Puro e agitos do mundo do sambaDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-renato-dornelles-seminario-da-samba-puro-e-agitos-do-mundo-do-samba-10375942Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24417742Morador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%O pagamento médio, que ficava na casa dos R$ 85, chegou aos R$ 277 na fatura do último mês2018-06-14T09:44:36-03:002018-06-14T09:44:36-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo Pessoal / Leitor/DGMorador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%Diário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24417742Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-morador-da-restinga-leva-susto-ao-receber-conta-de-luz-com-aumento-de-236-10375225Morador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%O pagamento médio, que ficava na casa dos R$ 85, chegou aos R$ 277 na fatura do último mês2018-06-14T09:44:36-03:002018-06-14T09:44:36-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brQuando recebeu a conta de luz referente ao mês de maio, o vendedor Paulo Ricardo Barbosa Santos, 54 anos, levou um susto. Morador do bairro Restinga, na zona sul de Porto Alegre, ele viu o valor da fatura aumentar em mais de três vezes. O pagamento médio, que ficava na casa dos R$ 85, chegou aos R$ 277 na fatura do último mês — um aumento de 236,3%.Prefeitura começou, mas não terminou construção de escola em Cachoeirinha, frustrando moradoresNovo corte de árvores no Parque Chico Mendes preocupa frequentadores, em Porto AlegrePara conseguir custear intercâmbio, estudante de Pelotas faz rifa e vende quitutes; saiba como ajudar Para Paulo, o aumento tem uma explicação. Em abril, a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), fez a troca dos medidores de energia das residências do bairro. Para ele, os novos medidores são responsáveis pela alta no preço da energia. — Não tem como uma conta subir mais de 200% e ser só consumo. Tem alguma coisa errada aí — reclama o vendedor. Na residência, moram Paulo e o filho Nathan, sete anos. Com apenas duas pessoas na casa, o consumo de energia é baixo, o que causou mais espanto ainda quando ele deparou com a fatura do mês de maio. Pela média O vendedor notou que a conta vinha sendo medida pela média de consumo nos últimos meses — opção usada pela CEEE em alguns casos. Porém, agora que o medidor foi trocado, o consumo exato pôde ser calculado pela companhia. Com isso, Paulo acredita que foi acrescentado o valor de outros meses em que o valor da conta foi obtido através da média. — É complicado. Você baseia as contas da sua casa de acordo com o que está acostumado. Aí, de repente, tem esse salto na luz, não tem como se planejar — explica o morador da Restinga. Em abril, valor da conta foi de R$ 82,35Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DGCulpa não é do novo medidor, garante CEEE Segundo a CEEE, os novos medidores têm uma tecnologia que "realiza medição inteligente de energia". Esses novos equipamentos enviam dados em tempo real sobre o consumo e eventuais falhas na rede para. A empresa garante que o preço da conta de luz não vai aumentar nos bairros em que o sistema foi instalado. A CEEE confirmou a diferença nas aferições. Se a conta é monitorada pela média de uso, quando o consumo for lido diretamente no relógio, será feita uma correção dos meses em que o preço foi calculado pela média. Entretanto, esse acréscimo deve estar especificado na fatura, o que não ocorreu no caso de Paulo. A companhia não soube explicar a razão exata do aumento chegar aos 236,3% na fatura do cliente. A orientação da CEEE é para que ele entre em contato com a empresa e peça uma vistoria técnica. Até abril, valor era calculado pela média, agora, o consumo está sendo aferido direto no medidorFoto: Arquivo Pessoal / Leitor/DGMédia ou leituraUma informação da qual poucos consumidores se dão conta é o modo como a leitura da energia é feita em sua residência. Na conta de luz dos clientes da CEEE, no espaço "Origem da leitura atual", que fica à direita do quadro que mostra o consumo em quilowatts nos meses anteriores, consta o método de medição: pela média de consumo ou pela leitura direta no medidor. Entenda a medição— Quando a fatura é definida por média, os dados de consumo correspondem à média aritmética dos últimos 12 meses. — Quando ela é lida, os dados de consumo correspondem à leitura atual, devidamente efetuada, subtraída das leituras anteriores. Os principais casos em que o faturamento é realizado por média, são: — Impedimento de acesso para fins de leitura.— Retirada do medidor sem a sua imediata substituição.— Deficiência no medidor ou em demais equipamentos de medição. — Por motivo de situação de emergência ou de calamidade pública.— Dúvidas podem ser esclarecidas pelos canais de atendimento da CEEE, no site da empresa, pelo telefone 0800- 721- 2333 e nas agências de atendimento da companhia.*Produção: Alberi NetoLeia outras notícias da seção Seu Problema é NossoDiário GaúchoPorto Alegre, RSDiário GaúchoMorador da Restinga leva susto ao receber conta de luz com aumento de 236%Diário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-morador-da-restinga-leva-susto-ao-receber-conta-de-luz-com-aumento-de-236-10375225Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24416673Fé ajuda a aquecer Dia de Santo AntônioTarde fria e ventosa não foi suficiente para afugentar devotos, que aproveitaram para agradecer as bênçãos recebidas2018-06-13T20:31:11-03:002018-06-13T20:31:11-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSRobinson EstrásulasFé ajuda a aquecer Dia de Santo AntônioDiário Gaúchourn:publicid:clicrbs.com.br:24416673Change0Usableurn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-fe-ajuda-a-aquecer-dia-de-santo-antonio-10374768Fé ajuda a aquecer Dia de Santo AntônioTarde fria e ventosa não foi suficiente para afugentar devotos, que aproveitaram para agradecer as bênçãos recebidas2018-06-13T20:31:11-03:002018-06-13T20:31:11-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO vento gelado fazia as pessoas se fecharem nos casacos e apertarem o cachecol no pescoço nesta quarta-feira na Paróquia Santo Antônio do Partenon, zona leste de Porto Alegre. A temperatura baixa exigiu algumas adaptações na tradicional celebração. O velário, onde os devotos acendiam velas ao padroeiro, teve de ser instalado em área cercada contra o vento. E as bênçãos individuais, que chegaram a formar filas na frente de igreja, foram transferidas, depois das 16h, para o salão de festas.Mas a temperatura não arrefeceu a vontade de agradecer graças alcançadas, às vezes, por mais de uma geração da família. Era uma história assim que trazia o menino Gabriel Antônio, sete anos, que chamou a atenção vestindo uma túnica como a do santo que ele carrega no nome. Acompanhado do pai, da mãe e da avó, acendeu uma vela e fez uma prece.Leia maisOnda de frio deve derrubar temperaturas no RSPIS/Pasep: saques começam na segunda-feira; veja calendárioNove bairros de Canoas ficarão sem água nesta quinta-feira– Na minha gravidez, houve a indicação de que ele poderia ter uma má-formação no coração. Fiz uma promessa a Santo Antônio, e os exames seguintes não mostraram nada. Quando ele fez um ano, eu o trouxe aqui nessa mesma túnica, serviu até hoje – disse Lisiane Souza, 37 anos, técnica de enfermagem moradora de Viamão.A fé dela no santo começou ainda na infância e foi herdada da mãe, que a acompanhava ontem. Outra devota incondicional.– Quando eu estava grávida, sonhei com Santo Antônio me entregando ela nos braços e dizendo que ia ser uma menina – lembrou Maria de Lourdes de Souza Rodrigues, 59 anos.Pão e bênção não faltaramDe olhos fechados, imersos na fé por Santo Antônio, o casal Vitor Dutra, 60 anos, e Liane Beatriz Dutra, 58 anos, recebeu junto uma bênção especial. Moradores do bairro Santa Tereza, zona sul da Capital, costumavam ir à noite celebrar o padroeiro. Mas quando Vitor se liberou mais cedo do trabalho, não tiveram dúvida.– Essa fé veio da minha avó. Quando eu perdia algum objeto, ela me dizia para pedir a Santo Antônio para encontrar. E sempre funcionou, até hoje dá certo. Saio daqui fortificado – contou Vitor.Uma das filas mais disputadas na festa foi a do pãozinho abençoado, onde cada devoto ganhava um saquinho com três para levar. As cunhadas Zelinda Scotti, 59 anos, e Ana Maria Vieira da Silva, 53 anos, não perderam a oportunidade.– Santo Antônio sempre me ajudou muito na vida. Já participamos de uma procissão, agora estamos pegando os pãezinhos e ainda vamos seguir por aqui. Vim agradecer por tudo e pedir pela saúde das pessoas enfermas – disse Zelinda.Porto Alegre, RSDiário GaúchoFé ajuda a aquecer Dia de Santo AntônioDiário Gaúchourn:publicid:diariogaucho-clicrbs-com-br-rs-dia-a-dia-fe-ajuda-a-aquecer-dia-de-santo-antonio-10374768Change0Usable