Investigado por pedofilia, prefeito de Planalto é afastado para tratamento de saúde - Notícias

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PLANALTO21/05/2018 | 18h39Atualizada em 21/05/2018 | 18h39

Investigado por pedofilia, prefeito de Planalto é afastado para tratamento de saúde

Ministério Público apura se Antonio Carlos Damin, o Tonho, ofereceu dinheiro para fazer sexo com uma menina de 13 anos

Investigado por pedofilia, prefeito de Planalto é afastado para tratamento de saúde Ministério Público/
Foto: Ministério Público

 O prefeito de Planalto, Antonio Carlos Damin, o Tonho (PDT), foi afastado por seis meses do cargo para tratamento de saúde. O afastamento foi aprovado na tarde desta segunda-feira (21) em sessão extraordinária da Câmara de Vereadores do município, localizado no norte do Estado. 

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 Damin é alvo de investigação  do Ministério Público (MP), que apura se ele ofereceu R$ 1 mil para fazer sexo com uma menina de 13 anos. 

 O motivo ou enfermidade pela qual o prefeito solicitou licença não foi detalhado. Contudo, conforme mencionado durante a sessão da Câmara, foram apresentados atestados médicos junto ao pedido de afastamento – aprovado por unanimidade pelos vereadores. 

 A prefeitura ainda não se pronunciou sobre o assunto, o que deve ocorrer por meio de pronunciamento à imprensa, segundo informou a assessoria. Damin não compareceu ao Paço Municipal nesta segunda-feira e o vice, Gabriel Olkoski (PT), assumiu o comando do Executivo. 

 No último dia 15, agentes do Ministério Público cumpriram três mandados de busca e apreensão nas residências e no gabinete do prefeito . A investigação começou em março de 2018 e chegou até o conhecimento do MP após denúncia ao Conselho Tutelar. 

 De acordo com o promotor Alexandre Salim, a menina de 13 anos contou que vinha sendo procurada pelo chefe do Executivo municipal para que mantivesse relações sexuais com ele. O prefeito chegou a ser autuado por posse ilegal de arma de fogo. 

 No dia da operação, Damin concedeu entrevista em que disse estar com  “consciência tranquila” e que não entende de onde surgiu a acusação. 

A Câmara Municipal aguarda manifestação do MP e a liberação de documentos que estão sob sigilo de Justiça para tomar uma decisão sobre possível processo político e administrativo contra o prefeito.   

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