Mulher assassinada em Viamão não trabalhava como motorista de aplicativo havia quatro meses - Notícias

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Violência04/06/2018 | 16h31Atualizada em 04/06/2018 | 16h31

Mulher assassinada em Viamão não trabalhava como motorista de aplicativo havia quatro meses

Segundo a polícia, a vítima não realizava viagens desde fevereiro deste ano

A Polícia Civil trabalha para identificar a motivação do assassinato da motorista de aplicativo Alda Juliane da Silveira Coitinho, 29 anos. A delegada Caroline Jacobs, titular da Delegacia de Homicídios de Viamão, não descartar a hipótese de latrocínio, mas afirma que a principal linha de investigação é de homicídio.

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— A partir de amanhã (terça-feira), a polícia vai ouvir familiares e amigos da vítima, para tentar esclarecer o crime — disse a delegada, que não entrou em detalhes sobre a investigação.

Alda Juliane da Silveira Coitinho, 29 anos, motorista de aplicativo desaparecida em Porto Alegre. Reside em Viamão. Carro foi localizado na Restinga.
Motorista estava desaparecida desde quinta-feira (31)Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A empresa Uber afirmou, por meio de nota, que Alda não realizava viagens por meio do aplicativo desde fevereiro deste ano. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Confira a nota da empresa:

"A Uber lamenta profundamente que cidadãos sejam vítimas da violência urbana que permeia nossa sociedade. Alda Juliane não realizava viagens por meio do aplicativo da Uber desde fevereiro, portanto o crime não tem qualquer relação com sua atividade na plataforma da empresa."

 PORTOALEGRE  - RS-BR 04.06.2018Enterro de Alda Juliane da Silveira Coitinho, 29 anos, motorista de UBER, no cemitério da Santa Casa.FOTÓGRAFO: TADEU VILANI AGÊNCIARBS
Corpo de Alda Juliane foi sepultado na manhã desta segunda-feira (4), no Cemitério da Santa Casa, em Porto AlegreFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

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