Magali Moraes e as férias de julho: missão impossível - Notícias

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Coluna da Maga25/07/2018 | 10h00Atualizada em 25/07/2018 | 10h00

Magali Moraes e as férias de julho: missão impossível

Colunista escreve às segundas, quartas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes e as férias de julho: missão impossível Miguel Neves/Divulgação
Foto: Miguel Neves / Divulgação

Podia ser um filme do 007, de tanta ação. Podia ser novela mexicana, de tanto melodrama. Podia ser o Tom Cruise chegando daquele jeito tosco, explodindo as paredes e quebrando a janela da sala. Podia ser eu, mas meus filhos já cresceram. O papo é com você, que ainda tem criança em idade escolar. Sim, estamos falando das temidas férias de julho, onde é missão impossível entreter os anjinhos. Eles adoram! Já as mães apenas tentam sobreviver. Muita calma nessa hora. Respiraaa!!

Haja desenho na TV. Haja lanche pra alimentar os amiguinhos. Haja dinheiro pra ir no shopping. Haja pracinha. Haja criatividade pra inventar programação se chover. Haja forças pra tirar da cama. Haja paciência pra mandar dormir. Se dá pra viajar, maravilha! Se tem casa da vó pra passar a tarde, beleza! Se tem pátio pra correr, que assim seja! Se tem dindos que levam pra passear, ufa! Só não dá pra enlouquecer a mãe dentro de casa. Mulher Maravilha só existe no cinema. Brincar de ajudar, quem sabe?

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Paz

Nessas horas, eu lembro das profes que precisam dar uma descansadinha básica pra encarar o segundo semestre. Se elas tiverem filhos que também estão de folga, descansar como? Vão ter um minuto de paz pra se jogar no sofá? Ler um livro? Cortar o cabelo? Maratonar uma série? Tomar um café com as amigas? Por isso, essa coluna é um pedido pra que pais e irmãos mais velhos ajudem nessa empreitada. Se organizar direitinho, todo mundo se diverte e não sobrecarrega ninguém.

As férias de julho podem ser um convite pra conviver mais, descobrir gostos em comum, tirar cochilo juntos, sentar no chão e montar quebra-cabeça, desligar os celulares pra variar, improvisar um karaokê, turistar na própria cidade, conversar, visitar os primos, fazer brigadeiro, ganhar cafuné. O certo é que a gente cansa, briga, se estressa, dá uns gritos, sente alívio quando as férias terminam. E depois que os filhos crescem, morre de saudade dessa função toda.       


 
 
 
 
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