Família de Novo Hamburgo faz campanha em prol de tratamento do filho na Tailândia  - Notícias

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Seu Problema é Nosso10/01/2019 | 10h00Atualizada em 10/01/2019 | 10h00

Família de Novo Hamburgo faz campanha em prol de tratamento do filho na Tailândia 

Em 2014, Carlos Miguel, hoje com cinco anos, morador de Novo Hamburgo, sofreu uma parada cardiorrespiratória que durou 17 minutos que lhe causou paralisia cerebral

Família de Novo Hamburgo faz campanha em prol de tratamento do filho na Tailândia  LeitorDG / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Carlos Miguel faz sessões de fisioterapia Foto: LeitorDG / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A história de Carlos Miguel Casarin Reinehr, cinco anos, foi completamente modificada quando ele tinha oito meses de vida. Em julho de 2014, o menino foi diagnosticado com laringite viral aguda — inflamação na laringe que costuma surgir a partir de uma infecção respiratória viral — e precisou ser internado na UTI pediátrica do Hospital Regina, na mesma cidade em que vive sua família, Novo Hamburgo. Durante o procedimento de intubação, Carlos sofreu uma parada cardiorrespiratória que durou 17 minutos. A falta de oxigênio causou limitações intelectuais e motoras. 

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Hoje, familiares unem esforços para levá-lo à Tailândia, país na Ásia onde é feito um tratamento com células-tronco que pode melhorar a qualidade de vida do pequeno. Para isso, precisam arrecadar R$ 200 mil. Até agora, conseguiram cerca de R$ 15 mil por meio de uma vaquinha online, de eventos solidários e depósitos. Mãe dele, a educadora física Dainize Casarin, 33 anos, planeja mais atividades para este ano, como uma rifa, almoços e corridas. 

Complicações

— Ele nasceu perfeitamente e, na época da infecção, já estava engatinhando — relembra a mãe. 

Segundo ela, Carlos passou 83 dias internado, alternando entre os hospitais Regina e Moinhos de Vento, na Capital. 

— Na época, se fosse retirado o tubo, ele poderia correr riscos, então os médicos recomendaram fazer a traqueostomia (abertura na traqueia que facilita a entrada de oxigênio) — conta. 

Dainize batalha por tratamentoFoto: LeitorDG / Arquivo Pessoal

Após dois anos e meio, Carlos Miguel conseguiu respirar sozinho. Contudo, devido às complicações da parada cardiorrespiratória, ele teve funções como mobilidade, fala, visão, digestão e aprendizado afetadas. Atualmente, ingere alimentos pastosos via oral, e, líquidos, por meio de gastrostomia (sonda diretamente ligada ao estômago)

— Como ele está sem traqueostomia e se alimentando quase que 100% via oral, estamos sonhando com o tratamento com células-tronco — afirma Dainize. 

Esperança 

O tratamento não é ofertado no Brasil, por isso, a esperança da família está na Tailândia, onde a empresa Beike Biotechnology realiza a terapia. Ela envolve o transplante de células-tronco através de injeções e pode ajudar na regeneração de funções que foram perdidas. 

— Não temos garantias, mas há chance de melhorar a função motora e a fala com as células sadias, que podem ativar algumas capacidades. Conhecemos outras pessoas que já fizeram, e isso contribuiu muito para a melhora — explica Dainize.

Como ajudar

/// Doe por meio da vaquinha online

/// É possível depositar para ele no banco Bradesco, agência 2890-1, poupança 1002484-6. 

/// Acompanhe as campanhas em prol do Carlos Miguel pelo perfil do Instagram

/// Para auxiliar de outras formas, entre em contato com a mãe do menino pelo WhatsApp (51) 99285-2724. 

Produção: Caroline Tidra

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