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Coluna da Maga01/11/2019 | 10h00Atualizada em 01/11/2019 | 10h00

Magali Moraes e a vida noturna de um casal

Colunista escreve às segundas, quartas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes e a vida noturna de um casal Fernando Gomes/Agencia RBS
Magali Moraes Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Hoje o assunto não é o quanto um casal sai à noite ou prefere ficar em casa maratonando séries. Se gosta de jantar fora ou de dançar. Se prefere um programinha a dois ou costuma convidar os amigos. A vida noturna de um casal também não é aquilo que você está pensando agora. Tem outras coisas que a gente faz entre quatro paredes, e dá pra contar. Observação é uma delas. Esses dias ouvi a seguinte frase do meu marido: "Ou tu está dormindo melhor ou eu tô roncando menos." Paz é que chama?

Que lindeza zelar pelo sono da pessoa amada! Isso sim é relacionamento saudável. No caso, ele parou de roncar porque emagreceu bons quilos. Bem que me disseram que uma pessoa acima do peso ronca mais (#ficaadica). Pude comprovar numa recente noite em claro, quando meu cérebro se recusou a dormir, e revirei umas três horas na cama. Entre ouvir músicas de meditação e levantar pra tomar uma Passiflora, tive muito tempo pra observar a tranquilidade de um sono que não era o meu. 

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Cobertor

Na vida noturna de um casal, tem respiração calminha e sonhos nem sempre lembrados pela manhã. Tem travesseiro dividido e cobertor roubado. Tem briguinhas por causa da luz acesa. Tem a gentileza de trazer um copo a mais quando um vai na cozinha buscar água. Também tem as mãos que se encontram no meio da noite. Tem o dormir de conchinha e uma conversa gostosa antes de dormir. Não deveria ter cara feia, os problemas do dia se resolvem fora do quarto. O quanto antes, melhor.

Agora se tiver TV no quarto do casal, é certo que tem migalhas de comida espalhadas no lençol. Tem controle remoto que cai atrás da cama. E tem a TV que segue acordada quando os dois já capotaram. No calor do verão, cada um busca o canto oposto da cama. No primeiro friozinho, é só um dos dois rolar pro abraço. No pesadelo, tem proteção. Na viagem, fica um vazio ao lado. Tem o pé que cutuca o outro. Quem nunca roncou que atire o primeiro pijama. Ou tire. Logo mais, sextou.


 
 
 
 
 
 
 
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