Magali Moraes e os aprendizados da pandemia - Notícias

Versão mobile

 
 

Coluna da Maga03/08/2020 | 12h42Atualizada em 03/08/2020 | 12h42

Magali Moraes e os aprendizados da pandemia

Colunista escreve às segundas, quartas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes e os aprendizados da pandemia Fernando Gomes/Agencia RBS
Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Nesse momento, nada é mais importante do que cuidar da nossa saúde. O que você está fazendo além de usar máscara, lavar muito bem as mãos e não aglomerar? Cinco meses já se passaram desde que 2020 virou do avesso com o coronavírus. E até surgir a famosa vacina, ainda vamos ficar nessa função. Se você está atravessando a pandemia com o sono normal, se alimentando bem, fazendo atividades físicas, sem estresse de trabalho e nenhum sinal de ansiedade, uau! Parabéns!

Você é exceção, sabia? A maioria tá a confusão em pessoa. Um dia se sente bem, no outro nem tanto. Às vezes, o coração quer sair pela boca. É taquicardia, solidão, falta de dinheiro, depressão, insegurança, cansaço, insônia, falta de concentração, marasmo (a lista é grande). E o que acontece com esse desequilíbrio emocional? A gente começa a se recompensar de alguma maneira. Com comida, principalmente. Se jogar no sofá esperando a vida voltar ao normal também não ajuda.

Leia outras colunas da Maga

Gordice

De março a junho, eu chutei o balde. Comi e bebi tudo o que queria. Qualquer coisa era motivo pra inventar alguma gordice. A ansiedade mandava no cardápio. A preguiça mandava em mim. Até o dia em que meu irmão mais velho teve um sério problema cardíaco. Ele e eu éramos os únicos que a herança genética ainda não tinha pego de jeito. Agora só falta eu. Fiz muitos exames e - por enquanto - está tudo bem. Mas e eu sou louca de brincar com a longa tradição de infartados na família? 

O cardiologista foi taxativo: emagrece e te mexe. Julho foi uma prova de fogo. Mudei a alimentação e cortei os excessos. Tudo em nome da saúde. Sem dietas malucas, só na força de vontade. O maior aprendizado? Comer direito significa cuidar de mim. No fíndi, caminhei bastante (finalmente) e tô orgulhosa de já sentir a roupa mais folgada. Consegui criar bons hábitos nesse primeiro mês. Não é fácil. E vai ter que ser pra sempre. A pandemia vai passar. E eu vou continuar focada na saúde.


 
 
 
 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros