Manoel Soares escreve sobre o amor entre os mais jovens - Notícias

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PAPO RETO 17/04/2021 | 05h00Atualizada em 17/04/2021 | 05h00

Manoel Soares escreve sobre o amor entre os mais jovens

Colunista escreve no Diário Gaúcho aos sábados.

Manoel Soares escreve sobre o amor entre os mais jovens TV Globo/Divulgação/TV Globo/Divulgação
Manoel Soares dá o toque: cuidado com os "golpistas" Foto: TV Globo/Divulgação / TV Globo/Divulgação

Apesar de hoje os jovens estarem com mais possibilidade de se comunicar graças às redes sociais, pesquisas apontam que eles fazem menos sexo do que as gerações anteriores e vivem menos relacionamentos. Por isso, nosso papo hoje é com a galera que volta e meia abre o coração para pessoas que são do bonde do golpe e, depois, saem chorando, dizendo que foram enganadas. 

Bom, antes de tudo, é importante lembrar da frase: “O golpe tá aí”. Mas o que isso quer dizer na prática? Quer dizer que pessoas de baixa autoestima precisam sugar energia de corações apaixonados para se sentirem melhor. A função do rato é tentar roubar o queijo, e a do gato é não deixar. Se você não quer sofrer, valorize o que tem no peito e não saia distribuindo amor como se fosse panfleto da fábrica de calcinha no Centro. 

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Isso quer dizer que devemos ser comportadinhos e não sair sentando nos colos que dão prazer? Jamais diria isso. Como diz o filósofo do funk Livinho: “Se seu hobby é sentar, não vou te criticar, tá de parabéns”. Só não pode depois culpar o mundo porque você caiu no parquinho e machucou o joelho. Se não sabe brincar, não desce para o play.

Existem bandidos emocionais que conseguem roubar sua alegria de viver. Só entregue o que tem de precioso para quem de fato se provou merecedor. Toda dor de amor passa. Se não estiver passando é porque você está tão detonado como pessoa, que precisa de um outro ser para te fazer feliz. Quando tudo se organiza e a dor vai embora, chovem contatinhos querendo ideia, mas isso só rola se você está de bem com a vida. Os jovens de hoje tocam mais telas que peles, e isso está fazendo deles deficientes emocionais. Recomendo que sejam cuidadosos, mas que vivam, porque o dia de hoje não vai voltar.

 
 
 
 
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