Magali Moraes e o melhor fíndi - Notícias

Versão mobile

 
 

Coluna da Maga27/08/2021 | 09h00Atualizada em 27/08/2021 | 09h00

Magali Moraes e o melhor fíndi

Colunista escreve às segundas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes e o melhor fíndi Fernando Gomes/Agencia RBS
Magali Moraes Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Me perdoe se você vai trabalhar neste fíndi, às vezes acontece comigo. Talvez seja até bom nem ler essa coluna (ou guarde pra ler na próxima folga). Hoje eu quero preparar o espírito de quem não vai fazer absolutamente nada no sábado e nadíssima no domingo. Maneira de dizer, né? Nada de importante, compromisso com horário marcado e tal. A gente sempre tem uma coisinha e outra pra resolver, mas os horários são mais flexíveis no fíndi. Ou seria a nossa disposição e o humor que mudam tudo? 

Fíndi tem começo, meio e fim. Mesmo assim, pensamos nele como se fosse durar infinitamente. É a vida nos dando uma pausinha pra relaxar. Ou então pra inventar mil passeios (aí só o corpo cansa). Fíndi é conviver com a liberdade. Quer dormir o dia inteiro? Prefere pular da cama cedo pra fazer o dia render? Tá tudo bem, inclusive se o programa for faxinar a casa. O meu melhor fíndi pode ser diferente do seu. Desde que a gente faça o que nos faz bem. Até mastigar com calma tá valendo.  

Leia outras colunas da Maga

Expectativas 

Uma semana solitária pede um fíndi com companhia, e vice-versa. Um evento importante pode nos fazer esperar ansiosamente a chegada do sábado à noite, elevando as expectativas. Também acontece de um fíndi sem nada em especial acabar sendo bem aquilo que a gente precisava. Sem regras, sem cobranças. Os finais de semana criam uma rotina própria. Que ela seja gostosa como ir na feirinha ecológica do bairro. Que seja energizante como uma caminhada e um pôr do sol. 

O melhor fíndi é aquele que a gente desliga de tudo, se renova, jura que está de férias. E quem disse que não pode ser sempre assim? Voltei de férias faz pouco e na estrada, a caminho de casa, me propus um desafio: achar a cerejinha do bolo em cada fíndi. Não a comida, mas o momento. Identificar (nem que seja de relance) aquela sensação de paz e encantamento que nos acompanha nas férias. O que você vai fazer pra curtir mais o fíndi lindão que tá chegando? Não desperdice essa chance. 


 
 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros