Vacina da Pfizer reduz em 93% chance de internação de adolescentes por covid-19, aponta estudo  - Notícias

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Entre 12 e 18 anos21/10/2021 | 07h58Atualizada em 21/10/2021 | 07h59

Vacina da Pfizer reduz em 93% chance de internação de adolescentes por covid-19, aponta estudo 

Centro de Controle e Prevenção a Doenças dos EUA acompanhou por quatro meses pacientes internados em 19 hospitais pediátricos. Casos graves e mortes foram registrados em jovens não imunizados 

Vacina da Pfizer reduz em 93% chance de internação de adolescentes por covid-19, aponta estudo  Marcelo Casagrande / Agencia RBS/Agencia RBS
No Brasil e nos Estados Unidos, única vacina autorizada para uso em adolescentes é a da Pfizer Foto: Marcelo Casagrande / Agencia RBS / Agencia RBS
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Uma análise do Centro de Controle e Prevenção a Doenças (CDC,na sigla em inglês), nos Estados Unidos, mostrou que a vacina da Pfizer é eficiente na cobertura contra a covid-19 também em adolescentes. Duas doses do imunizante foram capazes de evitar em 93% a chance de internações entre pessoas de 12 a 18 anos, apontaram os resultados finais, divulgados nesta terça-feira (20) pelo órgão norte-americano. 

Em dados por faixa etária, o imunizante teve 91% de eficácia para aqueles de 12 a 15 anos e 94% de eficácia para jovens de 16 a 18 anos. 

Realizado entre junho e setembro, quando a variante Delta se tornou predominante no país, o estudo acompanhou 464 adolescentes internados em 19 hospitais pediátricos do país. Desse total,  179 estavam hospitalizados com covid-1 e 285 por outras doenças. 

Apenas 3% dos pacientes com coronavírus estavam imunizados – os outros 97% não haviam recebido nenhuma dose, o que corroborou a eficácia da vacina. Desses, 77 pacientes precisaram de internação intensiva e dois deles morreram. Nenhum dos adolescentes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estava vacinado. 

De acordo com dados do CDC, a média de idade dos adolescentes que participaram do estudo foi de 15 anos e parte deles tinha obesidade e diabetes. 

A vacina da Pfizer está autorizada para uso em adolescentes a partir dos 12 anos nos Estados Unidos e também no Brasil. 

Por lá, a farmacêutica, que tem parceira da alemã BioNTech na produção do imunizante, pediu no último dia 7 autorização da  Food and Drug Administration (FDA, na sigla em ingles – agência regulatória de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos) para o uso emergencial de sua vacina em crianças de cinco a 11 anos, público estimado em 28 milhões de pessoas no país. Há expectativa para que a resposta saia em 26 de outubro, data em que a agência marcou reunião para discutir o pedido da Pfizer. 

 
 
 
 
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