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Após divergências26/11/2021 | 08h48Atualizada em 26/11/2021 | 08h49

Confira perguntas e respostas sobre a aplicação de doses de reforço contra a covid-19

Anvisa divulgou recomendações diferentes do que orienta o Ministério da Saúde mas, por enquanto, seguem as regras determinadas pela pasta

Confira perguntas e respostas sobre a aplicação de doses de reforço contra a covid-19 Porthus Junior / Agencia RBS/Agencia RBS
Foto: Porthus Junior / Agencia RBS / Agencia RBS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou, na quarta-feira (24), que a dose de reforço contra a covid-19 para quem recebeu as primeiras doses de Pfizer, AstraZeneca e Janssen seja feita com uma vacina homóloga, ou seja, utilizando a mesma empregada no esquema primário de vacinação. A estratégia que o Ministério da Saúde adota atualmente é a de possibilitar que o reforço seja feito com vacinas diferentes das utilizadas no esquema vacinal original — chamada de vacinação heteróloga. 

A pasta é responsável por decidir qual dinâmica deve ser seguida para as aplicações no país e tem autonomia para acatar ou não as recomendações da Anvisa com base em estudos próprios e no cenário epidemiológico. Consultado pela reportagem de GZH, o Ministério não respondeu oficialmente se adotará as novas medidas até a publicação desta reportagem. No entanto, o ministro Marcelo Queiroga sinalizou, em entrevista nesta quarta-feira (25), que não pretende rever as orientações.

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) do Rio Grande do Sul informou que qualquer mudança no sistema vacinal será adotada após o recebimento de novas orientações técnicas do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o que ainda não ocorreu. No momento, a intercambialidade de vacinas para dose de reforço está autorizada conforme nota técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, publicada em 16 de novembro. 

Também está em vigor a orientação de que idosos, trabalhadores da saúde e imunodeprimidos continuem a ser priorizados para a dose de reforço. A ampliação da campanha para menores de 60 anos deve priorizar pessoas com comorbidades e incluir gradualmente os demais públicos conforme a disponibilidade de doses.


 
 
 
 
 
 
 
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