Cris Silva: "A força que nem sabia que tinha" - Notícias

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Posso Entrar?19/11/2021 | 10h47Atualizada em 19/11/2021 | 10h47

Cris Silva: "A força que nem sabia que tinha"

Colunista traz histórias inspiradoras de vida e trabalho todas as sextas-feiras

Cris Silva: "A força que nem sabia que tinha" Agência RBS/Agência RBS
Cris Silva Foto: Agência RBS / Agência RBS

A história de hoje é de uma pessoa muito especial, de quem virei cliente. Conheci seu trabalho pelas redes sociais e, curiosa, já fui logo querendo saber mais e descobrir como aquela mulher tinha entrado para a marcenaria. E como fazia tantas coisas incríveis! Mal sabia eu que o melhor estava por vir. Estou feliz demais em contar a tua trajetória, Pati. 

Com vocês, Patrícia Saldanha, 38 anos, moradora do bairro Lageado, zona sul da Capital, e proprietária do Ateliê Arts e Caixotes.

A história de hoje é de uma pessoa muito especial que eu virei cliente. Conheci o trabalho dela através das redes sociais e como curiosa que sou já fui logo querendo saber mais e descobrir como aquela mulher tinha entrado para o mundo da marcenaria e fazia tanta coisa incrível. Mal sabia eu, que o melhor de tudo estava por vir, quando recebi a história de dela e a saga dela para aprender o que nunca soube, principalmente da força de vontade que ela tem. Feliz demais de contar a tua trajetória, Pati. Que sirva de inspiração para muita gente e seja sempre motivo de orgulho para teus filhos e teu marido. Com vocês, Patrícia Saldanha, 38 anos, moradora do bairro Lageado, zona sul de Porto Alegre e proprietária do Ateliê Arts e Caixotes.<!-- NICAID(14944138) -->
Patrícia e os caixotesFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

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FOI ASSIM

“Em 2016, fiquei desempregada. Trabalhava vendendo roupas, e aconteceu a tão temida demissão. Fiquei cuidando da casa, dos dois filhos, sem renda, e já comecei a pirar. Então, um dia, vi na internet a ideia dos caixotes. Muitas pessoas estavam fazendo reformas nos caixotes e usando para decorar a casa. Na hora, me apaixonei. Pensei que poderia fazer aquilo para vender. Comecei a pegar os caixotes do mercado aqui perto e reformá-los. Lixava na mão mesmo, pintava, colocava pés e a transformação acontecia. Aquele caixote sem vida virava um armário. Meu marido ajuda em tudo.”

VIROU NEGÓCIO

“Aconteceu bem sem pretensão. Conversava com meu esposo que nós poderíamos montar um caixote nosso, do nosso jeito. Eu e meu marido fomos na madeireira e foi aí que criamos nosso primeiro caixote. Demos o nome de rustic, e ele se tornou nosso carro-chefe de vendas.”

A história de hoje é de uma pessoa muito especial que eu virei cliente. Conheci o trabalho dela através das redes sociais e como curiosa que sou já fui logo querendo saber mais e descobrir como aquela mulher tinha entrado para o mundo da marcenaria e fazia tanta coisa incrível. Mal sabia eu, que o melhor de tudo estava por vir, quando recebi a história de dela e a saga dela para aprender o que nunca soube, principalmente da força de vontade que ela tem. Feliz demais de contar a tua trajetória, Pati. Que sirva de inspiração para muita gente e seja sempre motivo de orgulho para teus filhos e teu marido. Com vocês, Patrícia Saldanha, 38 anos, moradora do bairro Lageado, zona sul de Porto Alegre e proprietária do Ateliê Arts e Caixotes.<!-- NICAID(14944139) -->
VendendoFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

PESADELO 

“Em 2019, houve uma reviravolta. Meu esposo sofreu um AVC isquêmico, que deixou sequelas motoras. Me vi apavorada. Não sabia como seguir adiante, porque ele cortava e montava os caixotes, eu nunca havia cortado nada na minha vida e tinha medo de me machucar nas serras. Mas tinha que reagir.” 

UM SINAL

“Um dia eu estava desesperada, nós sem renda fixa. Chorei, orei para Deus e pedi que mostrasse o caminho, que me desse um sinal se fosse para eu seguir. No outro dia, veio uma grande encomenda para lembrancinha de casamento. Agradeci a Deus e me joguei!”

A história de hoje é de uma pessoa muito especial que eu virei cliente. Conheci o trabalho dela através das redes sociais e como curiosa que sou já fui logo querendo saber mais e descobrir como aquela mulher tinha entrado para o mundo da marcenaria e fazia tanta coisa incrível. Mal sabia eu, que o melhor de tudo estava por vir, quando recebi a história de dela e a saga dela para aprender o que nunca soube, principalmente da força de vontade que ela tem. Feliz demais de contar a tua trajetória, Pati. Que sirva de inspiração para muita gente e seja sempre motivo de orgulho para teus filhos e teu marido. Com vocês, Patrícia Saldanha, 38 anos, moradora do bairro Lageado, zona sul de Porto Alegre e proprietária do Ateliê Arts e Caixotes.<!-- NICAID(14944137) -->
Sem medo da serraFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

EU CONSEGUI

“Aprendi a medir, a cortar, a montar. Claro que houve muitos erros até eu acertar. Mas não desisti. Eu consegui. Agradeço por toda essa adversidade na minha vida, porque assim consegui encontrar o meu propósito. Tenho uma profissão, remodelei minha marcenaria, tive criatividade. Hoje, me orgulho de mim.”

DAQUI PARA FRENTE

“Meu foco é mostrar para quem quer abrir um negócio de cestas ou já tem uma empresa o diferencial de tu usar uma caixa de madeira sustentável como embalagem do seu produto. Então, me superei e estou feliz. E como melhorei como pessoa! Descobri na marcenaria um propósito de vida, um amor que nem sabia que tinha.”

Para conhecer o trabalho da Pati, entra lá no Instagram @atelieartsecaixotes.

A história de hoje é de uma pessoa muito especial que eu virei cliente. Conheci o trabalho dela através das redes sociais e como curiosa que sou já fui logo querendo saber mais e descobrir como aquela mulher tinha entrado para o mundo da marcenaria e fazia tanta coisa incrível. Mal sabia eu, que o melhor de tudo estava por vir, quando recebi a história de dela e a saga dela para aprender o que nunca soube, principalmente da força de vontade que ela tem. Feliz demais de contar a tua trajetória, Pati. Que sirva de inspiração para muita gente e seja sempre motivo de orgulho para teus filhos e teu marido. Com vocês, Patrícia Saldanha, 38 anos, moradora do bairro Lageado, zona sul de Porto Alegre e proprietária do Ateliê Arts e Caixotes.<!-- NICAID(14944140) -->
Amor e superaçãoFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Recado da Cris

“O importante não é vencer todos os dias, mas lutar sempre”.


 
 
 
 
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