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Posso Entrar?05/11/2021 | 08h00Atualizada em 05/11/2021 | 08h00

Cris Silva: "Pode entrar, Ju!"

Colunista traz histórias inspiradoras de vida e trabalho todas as sextas-feiras

Cris Silva: "Pode entrar, Ju!" Agência RBS/Agência RBS
Cris Silva Foto: Agência RBS / Agência RBS

Esta coluna é uma homenagem a todas as mulheres que já emprestaram seu colo para uma amiga. Quando a gente tem amiga de verdade, vibra junto e sofre também. Esta história foi motivada por uma situação assim. A Ju, da zona norte de Porto Alegre, decidiu que precisava fazer alguma coisa ao ver a amiga sofrer num relacionamento abusivo. Foi aí que surgiu uma baita ideia. Com vocês, Juliana Olsen, 41 anos, criadora do As Lolas.

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FOI ASSIM

“Eu sou educadora física e organizadora de eventos. Mas já trabalho com a autoestima da mulher há mais de 18 anos. Meu sonho era parar de dar aulas de personal e focar somente nos eventos. Em 2019, tomei coragem para abrir o meu negócio, um espaço de eventos femininos que se chama Hey Ladies. Fazemos chá de lingerie e dia da noiva. Ele surgiu da ausência de um lugar discreto e divertido para as noivas fazerem suas despedidas de solteira.”

" alt="A coluna dessa sexta é uma homenagem a todas as mulheres que em algum momento da vida emprestou seu colo para uma amiga. Porque quando a gente tem amiga de verdade, a gente vibra junto, e sobre também. A história de hoje, foi motivada por uma situação assim. A Ju, moradora da zona norte de Porto Alegre decidiu que precisava fazer alguma coisa ao ver a amiga sofrer num relacionamento abusivo. Foi aí que surgiu a ideia. Ela criou um grupo de amigas e profissionais de diferentes áreas que se uniram para ajudar outras mulheres vítimas de violência doméstica com cursos de capacitação profissional. Com vocês, Juliana Olsen, 41 anos, criadora do "As Lolas"."/>
Juliana OlsenFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

NASCE “AS LOLAS”

“Abri os Hey Ladies cinco meses antes da pandemia, e tem sido um grande desafio manter a casa. Foi um ano bem difícil,  tive muitas crises de ansiedade por mim e por amigos queridos que vi passando dificuldades. No meio de toda a loucura que foi essa pandemia, vi o sofrimento de uma amiga ao perder os filhos pequenos para oaex-marido abusivo. Este episódio foi inspiração para criar o projeto As Lolas. Um grupo de amigas e profissionais de diferentes áreas que se uniu para ajudar outras mulheres vítimas de violência doméstica com cursos de capacitação profissional.  Eu tenho advogadas e psicólogas parceiras que nos dão orientação e suporte quando aparece alguma situação que precise. Os cursos que a gente oferece são para que elas já saiam podendo trabalhar em casa ou até mesmo na casa das pessoas e tirar uma graninha.”

PROPÓSITO

“É dar independência financeira para mulheres, para que se sintam empoderadas, fortalecidas e toquem suas vidas de forma digna e pertencentes a um mundo melhor. O meu propósito é levar conhecimento a homens e mulheres para acabar com a cultura machista e quebrar o ciclo de violência.”

" alt="A coluna dessa sexta é uma homenagem a todas as mulheres que em algum momento da vida emprestou seu colo para uma amiga. Porque quando a gente tem amiga de verdade, a gente vibra junto, e sobre também. A história de hoje, foi motivada por uma situação assim. A Ju, moradora da zona norte de Porto Alegre decidiu que precisava fazer alguma coisa ao ver a amiga sofrer num relacionamento abusivo. Foi aí que surgiu a ideia. Ela criou um grupo de amigas e profissionais de diferentes áreas que se uniram para ajudar outras mulheres vítimas de violência doméstica com cursos de capacitação profissional. Com vocês, Juliana Olsen, 41 anos, criadora do "As Lolas"."/>
Ação liderada pelAs LolasFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

MINHA INSPIRAÇÃO

“Minha mãe, Cecilia Olsen, foi minha grande apoiadora, e contei com a ajuda de algumas profissionais parcerias que foram fundamentais para a criação do espaço. Mas a minha musa inspiradora para a criação do projeto foi essa amiga (que não posso revelar o nome pois ainda está brigando judicialmente com o ex-marido abusivo) e tantas outras que, como eu, já passaram por situações de abuso.”

DAQUI PRA FRENTE

“Todas nós temos problemas. Eu costumo brincar que a vida não é a Disney, então temos que ver o lado positivo das coisas. Minha intenção sempre foi festejar e celebrar as conquistas! Superar e brindar o lado bom da vida junto às pessoas que nos querem bem. Sou esperançosa! Tenho fé de que o mundo é justo e o bem prevalece sempre.”

" alt="A coluna dessa sexta é uma homenagem a todas as mulheres que em algum momento da vida emprestou seu colo para uma amiga. Porque quando a gente tem amiga de verdade, a gente vibra junto, e sobre também. A história de hoje, foi motivada por uma situação assim. A Ju, moradora da zona norte de Porto Alegre decidiu que precisava fazer alguma coisa ao ver a amiga sofrer num relacionamento abusivo. Foi aí que surgiu a ideia. Ela criou um grupo de amigas e profissionais de diferentes áreas que se uniram para ajudar outras mulheres vítimas de violência doméstica com cursos de capacitação profissional. Com vocês, Juliana Olsen, 41 anos, criadora do "As Lolas"."/>
A força da uniãoFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Recado da Cris

“Um ponto final é apenas o início de um novo parágrafo.”


 
 
 
 
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