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Posso Entrar?31/12/2021 | 08h15Atualizada em 31/12/2021 | 08h15

Cris Silva: "Pode entrar, 2022"

Colunista traz histórias inspiradoras de vida e trabalho todas as sextas-feiras

Cris Silva: "Pode entrar, 2022" Agência RBS/Agência RBS
Cris Silva Foto: Agência RBS / Agência RBS

Chegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, de dinheiro, de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.

Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.

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Tiandra Maino Chegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, falta de dinheiro, falta de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.<!-- NICAID(14979976) -->
Empreendedora quer continuar produzindoFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

TIANDRA MAINO 

Empreendedora na área da confeitaria, proprietária da Mothers Cake @mothers_cake_poa

“Diante das incertezas que a pandemia trouxe, com vários momentos do comércio fechado, a tomada de decisão foi muito mais difícil. Eu nunca sabia se devia dar o próximo passo. Porque quantas vezes eu achei que a coisa iria andar e aí fechava tudo. E já não sabia se as pessoas iram seguir comprando.

A melhor coisa desse ano foi que, graças à vacina, as pessoas voltaram a viver um pouco mais normalmente, e eu consegui dar o maior passo na minha vida de empreendedora. Aluguei um espaço exclusivo para a produção dos bolos.

Para 2022, espero ter saúde para seguir produzindo todos os bolinhos, que eu continue adoçando todas as festas dos meus clientes queridos e que a Mothers Cake tenha cada vez mais reconhecimento no mercado de bolos.”

Gabriela ValenteChegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, falta de dinheiro, falta de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.<!-- NICAID(14979975) -->
Gabriela quer inspirar outras mulheres Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

GABRIELA VALENTE

Empreendedora na área de serviços, proprietária da Casa Limpa   @casalimpa_oficial

“O mais bacana de 2021 foram as pessoas que conheci dentro da minha profissão de profissional da limpeza. E também os cursos que fiz, os congressos que participei. Aumentei o meu campo de visão. 

O mais complicado foi conseguir manter a sanidade mental. Porque empreender é 24 horas por dia, eu tenho que chegar em casa e olhar minha agenda, conferir o Instagram e responder às mensagens. Mas tenho meu filho, que quer brincar, minha filha que está com dúvida no tema da escola, o marido me cobrando por que eu estou com o celular na mão ainda. Então, manter o equilíbrio foi bem complicado. E tinha ainda o vírus, eu estava sempre me cuidando.

Para 2022, sem falsa modéstia, gostaria que a Casa Limpa cresça ainda mais, que eu consiga executar o meu projeto pessoal que é fazer com que mais mulheres se valorizem e se reconheçam como profissionais de limpeza e que se sintam respeitadas nessa profissão. Além disso, no ano que vem quero viajar mais, fazer mais cursos e, claro, relaxar mais e curtir bem mais a minha família.”

Bruna Serolli Chegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, falta de dinheiro, falta de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.<!-- NICAID(14979978) -->
Bruna almeja conquistas e ainda mais trabalhoFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

BRUNA SEROLLI 

Empreendedora na área estética, proprietária da Kurah  @brunadakurah

“Tirando as perdas de pessoas queridas, o difícil para nós foi lidar com a incerteza sobre abrir ou fechar a clínica estética e ter fôlego para se manter fechado. Muitas vezes me questionei se daria conta, se teria caixa para manter os funcionários. Ao mesmo tempo, a gente não podia deixar a peteca cair para manter a equipe empolgada e não deixar transparecer um medo, para não contagiar. Mas, muitas vezes eu fui chorando para a clínica, com medo. Foi muito difícil.

O melhor de 2021 é que, após quase ir no fundo do poço, a gente conseguiu voltar com muito mais força, inclusive com crescimento em relação a 2020. Implementamos um novo tratamento estético que une tudo que eu acredito. Esse ano eu tirei grandes lições. Então, se pensar que muitos lugares fecharam, muita gente faliu e eu consegui crescer num ano tão difícil, fico muito contente. 

O ano que vem, eu espero que seja de muita colheita porque a gente plantou bastante. Eu acredito que vai ser um ano incrível, de muito trabalho, sem dúvidas, mas também de muitas conquistas.”

Alexia Larroque Chegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, falta de dinheiro, falta de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.<!-- NICAID(14979980) -->
Alexia pretender consolidar sua marcaFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

ALEXIA LARROQUE 

Empreendedora em estética e moda, dona do Espaço Sinta-se Você   @alexia.larroque

“O pior de 2021 foram os períodos fechados, que eu não conseguia trabalhar porque precisava dos clientes ali comigo. E, por isso, precisei pensar em maneiras de manter a minha renda. O jeito que achei foi trabalhar com vouchers com desconto. Então, eu recebia antecipado, o cliente pagava metade do valor e todo mundo saía ganhando. E, graças a isso, reduzi em quase 100% os cancelamentos que tinha na agenda. O melhor de 2021 foi tirar do papel o projeto de ter uma loja junto ao espaço onde faço o atendimento das sobrancelhas e, assim, ter mais uma fonte de renda.

E, sobre 2022, espero de coração que seja produtivo, que eu consiga consolidar a minha marca também com a Loja da Alexia. E que a gente tenha um governo bem melhor.”

Michele Rocha Chegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, falta de dinheiro, falta de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.<!-- NICAID(14979979) -->
Michele pretende criar novas coleçõesFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

MICHELE ROCHA 

Empreendedora na área de moda e arte, proprietária da Mirockarte  @mirockarte 

“O mais difícil foi investir em um negócio entre tantas incertezas. Empreender já é algo cheio de riscos, mas com produtos não essenciais, em meio a uma pandemia e crise econômica, é ainda mais desafiador. O melhor de 2021 foi o esforço para trocar afeto. A gente não podia se ver ainda, mas recebi tantas mensagens lindas sobre meu trabalho. Tenho guardadas, muitas dizendo que se sentiram bem ao usar uma roupa cheia de cor. Isso faz querer continuar. Para 2022, espero criar novas coleções que causem boas sensações nas pessoas. Diversificar mais os produtos e solidificar a marca. Coletivamente, espero que a gente vença a pandemia.”

Alessandra Mattos Chegamos ao fim de um ano desafiador em todos os sentidos. E para quem empreende, os obstáculos foram ainda maiores. Falta de certeza, falta de dinheiro, falta de clientes... Não faltaram motivos para transformar 2021 num ano difícil.Segundo uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), a presença feminina representava 34,5% do total de empreendedores no país no terceiro trimestre de 2019. No mesmo período em 2020, o número passou para 33,6%, o que representa uma perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. E essa queda continuou em 2021. A pandemia foi o principal motivo, mas, mesmo sem a crise sanitária, este é um desafio constante para a maioria das mulheres que sonham em ter seu negócio.Eu conversei com seis mulheres empreendedoras, de áreas diferentes, elas nos contam o que foi o pior e o melhor de empreender em 2021 e, o que elas esperam para o próximo ano. Para você, empreendedor ou não, desejo que 2022 seja bem mais leve, com muita saúde e cheio de realizações.<!-- NICAID(14979977) -->
Alessandra arriscou e hoje vive o sonho de morar em CanelaFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

ALESSANDRA MATTOS

Empreendedora na área de acessórios, proprietária da Bolsas Alessandra Mattos  @bolsas_alessandramattos

“O pior de 2021 foi a insegurança de não ter perspectiva de nada, a gente não sabia o que ia acontecer na semana seguinte. Como eu trabalho com lojistas que compram toda a minha produção, eles fecharam as lojas e a coisa foi decaindo num ponto de eu pensar em desistir de tudo, depois de estar 27 anos no mesmo ramo. Eu fui me reinventando, fazendo máscara, lenço e seguindo com medo, mas em frente.

O melhor foi achar no meio da crise a alternativa e a coragem para dar a volta por cima. Abri uma loja em Canela, quando estávamos em plena pandemia, com bandeira preta. Passei vários perrengues, mas estou ainda com a loja. Tem dias ruins, mas outros bem bons. Tô morando em  Canela e feliz da vida, realizando um sonho.

Para 2022, quero fazer novos produtos. As minhas bolsas são todas produzidas com material excedente dos curtumes da região. Eu tô tão empolgada!”



 
 
 
 
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