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Coluna da Maga28/01/2022 | 09h00Atualizada em 28/01/2022 | 09h00

Magali Moraes:  esse é meu

Colunista escreve às segundas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes:  esse é meu Fernando Gomes/Agencia RBS
Magali Moraes Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Já aconteceu de você colocar as suas compras no carrinho errado do supermercado? O contrário também é bem comum. Na hora, dá um nó na cabeça. Quem coloca tem certeza absoluta que o carrinho é o seu. E quem é surpreendido por um produto estranho lá dentro coloca a própria memória em risco. Por uns segundos, não entende como aquilo foi parar ali. Às vezes, só percebe no caixa. Estamos todos distraídos e apressados demais? Ou os preços cada vez mais altos nos tonteiam?

Esses dias, aconteceu comigo. Me afastei pra pegar carne, voltei e notei algo diferente no carrinho. Mas não conseguia identificar. Levantei os olhos e havia um senhor olhando fixamente para as minhas compras. Ou melhor, nossas. Aí ele viu que havia se confundido.

O momento a seguir é sempre engraçado: risadinha, pedido de desculpas, constrangimento, as reações são variadas. E quem fez a confusão sai rapidinho de cena. Depois avistei o mesmo homem completamente perdido nos corredores.

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Malas

Bem que os carrinhos de supermercado poderiam ser identificados com etiquetas e fitas coloridas, como se faz com malas de viagem. Os mais precavidos usam esse truque pra evitar que alguém pegue a mala errada no desembarque. E muitas delas são iguaizinhas mesmo, na pressa ninguém é de ninguém. Imagina levar pra casa as roupas dos outros? Sujas, provavelmente. E as lembrancinhas da viagem parando em mãos erradas. Malas trocadas em filme, sim. Se for na vida real, nãooo!

Nas compras online, o que estiver no carrinho foi você quem colocou. Não dá pra culpar outra pessoa, talvez a sua dupla personalidade que adora gastar. É até bom abandonar os produtos, como se desistisse da compra. Vai que chega um e-mail oferecendo desconto. Já no carrinho do súper, o que estiver dentro pode não ser seu. O jeito é prestar atenção e rir junto da situação. Nem todo mundo é uma colunista sempre louca atrás de assunto, que fica feliz quando acontece esse tipo de coisa. 


 
 
 
 
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