"Pode beber depois da vacina?" foi a pergunta mais feita no Google em 2021 - Notícias

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Questão importante17/01/2022 | 10h33Atualizada em 17/01/2022 | 10h38

"Pode beber depois da vacina?" foi a pergunta mais feita no Google em 2021

Buscador elencou pesquisas sobre a imunização e destacou que essa foi a frase mais digitada 

"Pode beber depois da vacina?" foi a pergunta mais feita no Google em 2021 Diego Vara/Agencia RBS
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
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Há exatamente um ano, em 17 de janeiro de 2021, o Brasil realizava a primeira aplicação da vacina contra a covid-19. Desde que a imunização começou, diversas questões foram levantadas pela população a respeito dos imunizantes. O Google elencou as pesquisas no país a respeito dos imunizantes e constatou que a pergunta mais feita desde aquele momento foi: "Pode beber depois da vacina?". As informações são do portal G1.

O interesse foi tamanho que a frase teve 36% mais pesquisas do que a segunda dúvida mais popular: “qual a melhor vacina?”.

De acordo com o médico infectologista Eduardo Sprinz, responsável pelo estudo da vacina de Oxford/AstraZeneca no Rio Grande do Sul, o uso de bebida alcoólica não é recomendado de 24 a 48 horas após a vacinação, pois o uso em excesso pode se confundir com os efeitos colaterais que podem ocorrer após a aplicação da dose.

Entre as cem frases mais pesquisadas, foi identificado que 44 delas estavam relacionadas a aspectos práticos da vacinação, incluindo “onde tomar vacina?” ou “quando vou ser vacinado?”. Em seguida, as pessoas queriam saber as regras para se vacinar, com questões como “o que é comorbidade?” e “quem teve covid pode tomar vacina?”.

A quinta categoria com mais dúvidas esteve relacionada com as possíveis reações à vacina, com nove perguntas. As pessoas queriam saber sobre “o que tomar para reação da vacina” e “dor no braço vacina ​Pfizer o que fazer”.

No ano passado, as consultas por “comorbidade” cresceram 730% na comparação com 2020. Enquanto isso, as consultas por “puérperas” subiram 65%. Já as por “logradouro” cresceram 36% e as por “imunossuprimidos”, 33%. 

 
 
 
 
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