Prefeitura da Capital debaterá flexibilização do uso de máscara em ambientes fechados nesta sexta-feira  - Notícias

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Pandemia18/03/2022 | 08h39Atualizada em 18/03/2022 | 08h39

Prefeitura da Capital debaterá flexibilização do uso de máscara em ambientes fechados nesta sexta-feira 

Reunião ocorre uma semana depois da decisão que desobrigou a utilização do equipamento ao ar livre no município

Prefeitura da Capital debaterá flexibilização do uso de máscara em ambientes fechados nesta sexta-feira  Félix Zucco / Agencia RBS/Agencia RBS
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS / Agencia RBS
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A prefeitura de Porto Alegre debaterá, nesta sexta-feira (18), a flexibilização do uso de máscaras em ambientes fechados na cidade. A reunião está marcada para as 10h e contará com a presença da equipe do governo municipal. 

De acordo com a prefeitura, durante o encontro, serão avaliados os últimos dados epidemiológicos e a cobertura vacinal de Porto Alegre. A reunião ocorre uma semana depois da publicação do decreto que desobrigou o uso de máscaras ao ar livre na cidade. 

Antes de oficializar a mudança na última sexta-feira (11), a prefeitura convidou representantes de quatro universidades para discutir o cenário epidemiológico e a possibilidade de permitir que a população circule sem o equipamento em locais abertos. 

Na mesma data, o prefeito Sebastião Melo já havia anunciado, por meio de publicação nas redes sociais, que a prefeitura municipal avaliaria a flexibilização para ambientes fechados em 18 de março. 

Nesta quinta (17), Melo também realizou uma reunião com o núcleo do governo e vereadores, para ouvir suas opiniões sobre a desobrigação da máscara. 

De acordo com a vereadora Lourdes Sprenger (MDB), não houve consenso entre as posições apresentadas pelos vereadores que participaram do encontro, que foi realizado de forma híbrida. O vereador Alexandre Bobadra (PSL) explica alguns políticos se manifestaram a favor da flexibilização do uso do equipamento em locais fechados, enquanto outros foram mais moderados. Eles afirmam que houve também quem considerasse conveniente manter a obrigatoriedade em alguns ambientes, como hospitais. 

 
 
 
 
 
 
 
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