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Coluna da Maga27/05/2022 | 09h00Atualizada em 27/05/2022 | 09h00

Magali Moraes: covid em casa

Colunista escreve às segundas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes: covid em casa Fernando Gomes/Agencia RBS
Magali Moraes Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

A covid bateu na nossa porta. Ainda bem que chegou dois anos e dois meses depois. De uma tacada só, pegou metade da família: meu marido e o filho caçula. Viva o esquema vacinal completo, que nos protegeu do pior. Os sintomas foram de um gripão. Sem febre, com espirros, tosse seca e dor de garganta. No momento em que escrevo essa coluna, ainda não sei se eu também peguei. Minha garganta arranhada indica que é bem provável. Bora fazer mais testes. Aqui já foram cinco desde o fíndi.  

Tenho visto nas redes sociais vários amigos e conhecidos contando que tiveram covid recentemente porque se descuidaram indo a shows. Não foi o nosso caso. O único evento que a gente frequenta (a contragosto) é o Show de Horrores da Inflação. Desagradável programinha semanal no supermercado mais próximo que provoca boca seca, taquicardia e ansiedade. Deixamos de ir mascarados, nós e quase todo mundo. Sabe aquela vontade de nunca mais na vida comprar máscaras? Esquece.

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Casos

Apesar de ninguém aguentar mais falar em covid, o vírus continua contagiando. Houve até um aumento de casos e internações registrados no Estado. Pra quem se vacinou direitinho, o susto é pequeno. Olha o antes e o depois do oxímetro. No começo da pandemia, comprei o tal aparelhinho para medir a saturação de oxigênio no sangue. Prevenida, né? Lembrando o pavor que foi. Quando ele finalmente saiu da embalagem, virou piada. Ou melhor, eu virei. "Sério que tu vai usar isso agora, mãe?!"

O que segue necessário é o isolamento. Mesmo sendo um tempo menor hoje em dia, atrapalha igual a rotina. Coisa chata perder a liberdade. E debaixo do mesmo teto é complicado se isolar. O vírus já estava entre nós, a gente nem sabia. Dá gatilho reviver as quarentenas, queremos ir em frente sem retrocesso. Mas o bom senso recomenda pensar no coletivo. Aliás, esse foi o grande aprendizado da pandemia. Se a covid aparecer aí na sua casa (tomara que não), te cuida e cuida dos teus. Logo passa. 


 
 
 
 
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