Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço contra a covid-19 para pessoas acima de 60 anos - Notícias

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Nova orientação19/05/2022 | 10h04Atualizada em 19/05/2022 | 10h05

Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço contra a covid-19 para pessoas acima de 60 anos

Orientação é que estados e municípios ampliem faixa etária desta modalidade conforme disponibilidade de doses

Ministério da Saúde recomenda segunda dose de reforço contra a covid-19 para pessoas acima de 60 anos Antonio Valiente / Agencia RBS/Agencia RBS
Foto: Antonio Valiente / Agencia RBS / Agencia RBS
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 O Ministério da Saúde fez uma nova recomendação da vacinação contra a covid-19 nesta quarta-feira (18). De acordo com o órgão, estados e municípios já podem começar a vacinar a população com 60 anos ou mais com a segunda dose de reforço da vacina contra a covid-19 — na prática, trata-se da quarta dose para quem recebeu os imunizantes CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca. A nova orientação está em uma Nota Técnica publicada pela pasta.

A segunda dose de reforço — ou quarta dose — deve ser aplicada com o imunizante da Pfizer ou com as vacinas da Janssen e Astrazeneca, independentemente da dose utilizada anteriormente. A aplicação deve ser feita seguindo o intervalo de quatro meses após a primeira dose de reforço. 

Conforme o Ministério, com a nova recomendação, 24,2 milhões de brasileiros podem receber o imunizante. A segunda dose de reforço era recomendada apenas para idosos acima dos 70 anos, imunocomprometidos e pessoas com mais de 60 anos que vivem em instituições permanentes. 

Estudos mostraram que essa estratégia aumenta em mais de cinco vezes a imunidade uma semana após a aplicação. A orientação é que os estados e municípios sigam a nova orientação de acordo com a disponibilidade de doses. Devem ser priorizadas as faixas etárias mais avançadas, com 90 anos de idade ou mais, seguida de 80 a 89 anos e assim sucessivamente, até que todos os idosos sejam contemplados com o segundo reforço.

A orientação anterior do Ministério da Saúde, feita no início de maio, era de que apenas as pessoas com 70 anos ou mais, além de imunossuprimidos e pessoas de mais de 60 anos que vivem em instituições permanentes, recebessem a segunda dose de reforço.

 
 
 
 
 
 
 
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