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Bicharada20/06/2022 | 14h43

Protetora de animais pede ajuda em Esteio

Adriane Pereira, 45 anos, residente de Esteio, cuida de 17 animais em casa, além de quase 20 outros comunitários e de rua

Protetora de animais pede ajuda em Esteio Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
As despesas mensais apenas com a alimentação dos animais ultrapassam R$ 1 mil Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A falta de recursos financeiros é um problema enfrentado pela protetora independente da causa animal Adriane Pereira, 45 anos, residente de Esteio. Ela, que é assessora na Secretaria de Saúde da cidade, utiliza o tempo livre para cuidar de bichinhos abandonados, já velhinhos ou que sofrem com algum problema de saúde. 

Atualmente, Adriane cuida de 17 animais em casa, além de quase 20 outros comunitários e de rua. As despesas mensais apenas com a alimentação ultrapassam R$ 1 mil. Quando precisa de atendimento veterinário, ela procura clínicas que já conhecem o seu trabalho, conseguindo, assim, efetuar pagamentos após arrecadar recursos. 

Porém, nem sempre o valor levantado com doações é suficiente para custear os procedimentos veterinários e ela precisa arcar com o restante – dinheiro esse que Adriane, em vários momento, nem tem. 

Foi o que aconteceu recentemente com a internação da cadelinha Capitu, que estava com complicações renais e falência de órgãos. O animal foi atendido por uma clínica parceira do trabalho de Adriana, antes mesmo da arrecadação. 

Apesar do atendimento, infelizmente, a Capitu não resistiu. Mesmo assim, a campanha de doações de recursos ainda não atingiu o valor necessário para pagar toda a conta do veterinário. Por isso, Adriane se preocupa: 

– Na hora, foi surgindo a demanda e eu fui fazendo de tudo para tentar salvá-la. Ela não resistiu, mas o valor ficou e eu tenho que pagar. Mas eu não tinha só ela. Também cuido de outros animais que precisam de atendimento veterinário.

Do interior de Guaíba, o borracheiro Osvaldo da Silva Coelho, 64 anos, conhecido como seu Osvaldo, atua há sete anos no cuidado de 180 gatos de rua. Os animais, explica Osvaldo, em grande parte, foram abandonados pela população em um terreno baldio próximo a borracharia onde ele trabalha. Outros, foram nascendo neste lugar, que agora é chamado de Colônia dos Gatos. _ Eu comecei a passar aqui e encontrei alguns gatos. Então eu fui cuidando, alimentando, sempre correndo atrás. Desde lá, não deixei eles um dia sem comida _ explica.   O trabalho, que iniciou de forma espontânea e individual, hoje conta com aproximadamente 20 voluntários, que periodicamente visitam a colônia e ajudam com a limpeza do espaço e alimentação dos felinos. <!-- NICAID(15123691) -->
Apesar do atendimento, infelizmente, a Capitu não resistiu. Mesmo assim, a campanha de doações de recursos ainda não atingiu o valor necessário para pagar toda a conta do veterinárioFoto: Arquivo pessoal / Reprodução

Saiba como ajudar

/// Para ajudar a voluntária a terminar de pagar o tratamento da cadelinha, é possível fazer contribuições financeiras por meio do PIX 51999583739, depósitos e transferências bancárias para a conta 35.029.820-08, da agência 0213 do Banrisul. 

/// Ela também aceita doações de ração, remédios, cobertores. Informações pelo telefone (51) 99958-3739.

Produção: Júlia Ozorio


 
 
 
 
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