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Coluna da Maga05/08/2022 | 09h00Atualizada em 05/08/2022 | 09h00

Magali Moraes e a saudade da telona

Colunista escreve às segundas e sextas-feiras no Diário Gaúcho

Magali Moraes e a saudade da telona Fernando Gomes/Agencia RBS
Magali Moraes Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Depois de dois anos e meio sem ir ao cinema, meu retorno foi triunfal: vi dois lançamentos em um findi. E foi duplamente nostálgico. No sábado, Top Gun. Domingo, Elvis. Já quero voltar, tem outro que não posso perder. Fiquei tempo demais assistindo a filmes no sofá da sala. Passadas as limitações intermináveis da pandemia, o problema estava sendo vencer a preguiça. A gente se acostuma ao controle remoto, quer fugir do frio e acha que todas as emoções cabem no tamanho da tela da TV. Não mesmo.

Em casa também tem pipoca, mas a concentração nunca é igual. Bora escolher qual cinema, horário e filme, se arrumar, ir de um local ao outro. Assim parece que o lazer se torna mais claro. Mudar de ambiente é importante pra quem segue trabalhando remoto e não desgruda da tela do computador. Cinema tem ritual, tem escurinho, tem o gigantismo das imagens. É mais fácil pausar a rotina quando se está dentro de uma sala com outras pessoas buscando a mesma emoção. Começou, shhhhh!!

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Céu

Alguns tipos de filmes entregam uma experiência melhor na telona. Tom Cruise vai enlouquecer no espaço aéreo de que jeito? Nessa continuação de Top Gun (o primeiro filme é de 1986), o céu é o limite pro personagem Maverick fazer manobras impossíveis em aviões de caça. A história é bem legal, e olha que não é meu estilo. Já o filme do Elvis Presley é imperdível. Tem momentos em que é difícil ficar sentada, o corpo dança junto. O rei do rock merecia a chance de se reencontrar com seus fãs. 

No quesito "vou te levar pra outros mundos", o cinema ganha disparado do sofá. E tem a companhia certa pro filme certo. Fui ver Top Gun com meu marido e Elvis com minha mãe. Cada um deles foi personagem principal nesse retorno à telona (que sempre me encantou). Lembro que, lá no meio da pandemia, eu nem conseguia me imaginar voltando a frequentar cinemas. Que nada! A saudade venceu o comodismo. E a pipoca ficou pra próxima. Ir no cinema sozinha? Também adoro. E você?   


 
 
 
 
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