Masturbação pode provocar danos à saúde? - Entretenimento

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Falando de Sexo27/09/2015 | 10h36

Masturbação pode provocar danos à saúde?

Descubra se a quantidade e a frequência dessa prática interfere no organismo de homens e mulheres a longo prazo

Masturbação pode provocar danos à saúde? Diego Vara/Agencia RBS
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
ANDRÉA ALVES E LÚCIA PESCA

falandodesexo@diariogaucho.com.br

Tenho 26 anos, não namoro ainda e  sinto vontade de me masturbar todos os dias. Venho fazendo psicoterapia, já que isso é malvisto pela Igreja, e eu sou católico. Mas não consigo me conter, mesmo quando tenho um compromisso.

Eu e a minha namorada só nos encontramos uma vez por mês e, aí, fazemos sexo toda hora. Às vezes, não sai mais nada quando acho que gozei.

Tenho 25 anos, sou solteiro e nunca tive namorada. Acho que isso se deve à minha timidez. Há pouco tempo, me despertou interesse em ver pornografias e me masturbar. Isso é saudável, pode diminuir o desejo de ter uma mulher e atrapalhar uma futura relação afetiva?

Masturbação não faz mal à saúde nem dos homens nem das mulheres. A prática não deixa  sequela alguma.

Não existe uma quantidade de vezes considera normal para se masturbar. Cada caso é único, mas, se está atrapalhando a sua vida, se você se sente mal ou culpado, vale procurar ajuda médica.

Ejaculação

Quanto à questão do segundo leitor,  o homem que tem repetidas ejaculações em um curto espaço de tempo, seja durante uma relação sexual ou na masturbação, lá pelas tantas, não tem mais sêmen. É que pode não haver tempo para que estas glândulas reponham seu estoque de esperma. 

Deste modo, o sêmen, se ainda sair, vem com menor volume e com uma concentração reduzida de espermatozoides. Mas isto não quer dizer que haja risco para a saúde do indivíduo.

Guardado um certo tempo de abstinência sexual, o esperma terá suas características novamente. E o homem se encontrará apto a fecundar uma mulher. 

Busque o equilíbrio

Que fique bem claro, do ponto de vista médico, que não existe risco de a masturbação levar à infertilidade ou acarretar danos à saúde do homem. Por outro lado, se o excesso da prática preocupa e afeta o psicológico, como é o caso da dúvida do terceiro leitor, quem sabe vale a pena tentar dar uma controlada?

Comece, por exemplo, tentando fazer só uma vez por dia. Ou procure uma terapia.

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Se você tiver dúvidas ou sugestões de assunto, escreva para falandodesexo@diariogaucho.com.br

 

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