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Roubou a cena19/10/2016 | 14h33Atualizada em 19/10/2016 | 14h33

Paula Fernandes brilha na última noite da Festa Nacional da Música

Cantora sertaneja, que faz show nesta quinta-feira, em Porto Alegre, foi uma das homenageadas do evento, que ainda teve Alcione, Os Serranos, padre Antônio Maria...

Paula Fernandes brilha na última noite da Festa Nacional da Música João Mattos/Divulgação
Foto: João Mattos / Divulgação

A segunda e última noite da Festa Nacional da Música, na terça-feira, no Plaza São Rafael e no Centro de Eventos do hotel, o Plazinha, teve uma rainha: Paula Fernandes, que faz show hoje, em Porto Alegre, no Bourbon Country, dominou todas as atenções. A mineirinha foi uma das homenageadas em uma noite que teve uma performance hilária de Mumuzinho, declarações de Alcione para Leo Gandelman e um padre que curte um bom samba. 

Roubou a cena

famoso vestido a vácuo Foto: José Augusto Barros / Agência RBS

Mesmo não falando muito em seu discurso de homenageada, não tendo passado o som durante a tarde e sequer ter levado um violão, Paula Fernandes roubou todas as atenções. Um dos motivos para o alvoroço era o look da cantora: um vestido verde, curto e bem justo, que ressaltava a cinturinha mais famosa do país e exaltava a sua boa forma.

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Sentada em uma mesa próxima dos integrantes do grupo Os Serranos, a mineirinha passou boa parte da noite atendendo a incontáveis pedidos de selfies, com toda a paciência. A algumas apresentações, parecia não prestar muita atenção. Ficou mais ligada na performance do grupo feminino Barra da Saia, que mistura forró, country e rock, com o gaudério Luiz Carlos Borges.

Toda a paciência com os fãs Foto: José Augusto Barros / Agência RBS

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No palco, ela recebeu o troféu das mãos do filho do cantor Sérgio Reis, Marco Bavini.

— É lindo receber essa homenagem das mãos do filho do Sérgio. O coração dele (Sérgio) é gigante, acho que maior ainda do que ele — comentou Paula, em sua breve fala. Depois, soltou a voz em alguns trechos de Pássaros de Fogo, um de seus primeiros hits. 

Shows nesta quinta e sexta 

Após a rápida apresentação, Paula conversou com o Diário Gaúcho. A cantora, que chegou em Porto Alegre na tarde de terça-feira, se apresenta nesta quinta-feira, no Teatro do Bourbon Country, e sexta, em Canoas, em um jantar no Espaço Hits, para 300 pessoas, com ingressos esgotados. Por aqui, revelou que pretende conhecer algum ponto turístico e que gostaria de experimentar um belo churrasco gaúcho.

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Para o Diário, Paula não falou sobre a mais recente polêmica em que se envolveu, durante a participação em um show com o tenor italiano Andrea Bocelli, na quinta-feira passada, em São Paulo. Na ocasião, na música Vivo por Ella, Paula teve um "apagão", ficando sem cantar um dos trechos da música. O vídeo do momento, claro, viralizou na internet. 

A sertaneja negou o erro, em entrevista ao colunista Bruno Astuto, da revista Época:

— Emocionada eu estava, mas travada nunca. Me preparei para isso. Rola uma perseguição pesada comigo. Eu sou daquelas que tropeçam na rua e falam que eu pulei. Fiquei muito chateada, porque eu sou muito profissional, dou sempre o meu melhor. E, desta vez, pegaram muito pesado. Foi uma bomba atômica. Me sinto injustiçada.

Padre sambista 

Foto: Betina Carchuchinski / Divulgação

Uma das figuras mais curiosas dos dois dias da Festa foi o Padre Antônio Maria, um dos maiores nomes da música religiosa do país, conhecido como padre dos famosos, por ter celebrado o casamento de nomes como Luciano Huck e Angélica e Alexandre Pires. Na segunda-feira, Retratos da Fama flagrou o padre cantarolando uma música que, nos tempos atuais, pode ser considerada politicamente incorreta.

O momento aconteceu quando o compositor João Roberto Kelly, autor de marchinhas como Cabeleira do Zezé e Morena Bossa Nova, cantou Maria Sapatão. Ali, o padre passou a cantarolar o hit e sorrir.Já na noite de terça, Antônio Maria engatou um de seus principais sucessos, Em Tudo Dai Graças, canção religiosa em ritmo de samba, muito bem-humorada, lançada em 2010.

— Eu nasci no berço do samba (Rio de Janeiro), adoro. E acredito que samba e fé têm muita relação — afirmou o padre.

Encontro de gerações

Mumu e Alcione: afinados na parceria Foto: João Mattos / Divulgação

Foi um encontro de gerações. Mumuzinho, 32 anos, entregou o troféu de homenageada para Alcione, 68. Reverenciando Marrom a todo momento, Mumuzinho lembrou que um dos primeiros discos que ouviu na vida, ainda pequeno, foi da cantora.

— Ganhei de minha tia. Ela é a rainha. Alcione, eu te amo! — gritava o cantor, que divertiu o público, e a própria Alcione, ao imitar com fidelidade o tom de voz da estrela, principalmente, na canção A Loba.

Teve dueto

Após um dueto que levantou o público, com direito a sucessos como Não Deixe o Samba Morrer, Alcione deu sua pitada de bom humor ao comentar sobre o homenageado anterior, o saxofonista Leo Gandelman:

— Leo, se eu te conhecesse uns anos antes, a gente teria feito uns 16 mulatinhos (risos). Alcione não tem filhos e já declarou, em entrevistas anteriores, que "optou pela carreira" ao invés de ser mãe.

Será que o Leo Gandelman toparia? Foto: Betina Carcuchinski / Divulgação

Renovação na gaita

Edson e William, lado a lado: gaita passa de geração para geração Foto: Jackson Ciceri / Divulgação

Com mais de 40 anos de carreira, o grupo Os Serranos recebeu o troféu das mãos do cantor e apresentador do Galpão Crioulo, da RBS TV, Neto Fagundes. O líder dos gaudérios, o acordeonista Edson Dutra, 64 anos, mostrou que a gaita dos nativistas, um dos instrumentos mais importantes da cultura gaúcha, está em boas mãos, com um dos mais recentes integrantes do grupo, o gaiteiro William Henger, 25.

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Abriram o fole

Ao final de uma apresentação que trouxe sucessos do grupo, a dupla fez uma espécie de "duelo" das gaitas, levando o público ao delírio.

— É um grande reconhecimento ao grupo, que se sempre se renova — afirmou Edson.

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