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Música28/11/2016 | 18h37Atualizada em 28/11/2016 | 18h38

"Bom saber que eu posso existir sem necessariamente estar no Faustão" diz Samuel Rosa, do Skank

Vocalista do grupo mineiro, que celebra os 20 anos de um dos discos de grande sucesso do pop nacional, Samba Poconé, fala sobre a mudança dos tempos e do relançamento do CD, em versão tripla

"Bom saber que eu posso existir sem necessariamente estar no Faustão" diz Samuel Rosa, do Skank Weber Pádua/Divulgação
Foto: Weber Pádua / Divulgação

Há vinte anos, um dos melhores discos do Skank, e das bandas de sua geração, era lançado: Samba Poconé. O ano era 1996, os mineiros, que vinham do sucesso do álbum anterior, Calango, lançado em 1994, que estourou sucessos como Jackie Tequila. Já o Samba trouxe hits que perduram até hoje, como Garota Nacional e É Uma Partida de Futebol. Para matar um pouco da saudade dos fãs, o grupo está em turnê tocando nove das onze faixas do disco, e ainda relançou o disco em CD triplo, recheado de versões alternativas das músicas.

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Em entrevista ao site Uol, Samuel Rosa, vocalista do grupo mineiro, admite que os tempos são outros. Mas não parece insatisfeito. 

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Na hora que eu vejo um Faustão habitado por Luan Santana e Wesley Safadão, penso: "Caramba, onde o Skank entraria? Será que nos reconheceriam?" Mas é bom saber que eu posso existir sem necessariamente estar no Faustão ou num Canal Brasil — afirma o cantor.

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Segundo o cantor, o público atual do grupo é até menor, mas muito mais interessado.

— Temos shows marcados, cheios em sua grande maioria, e, com um público interessado. Nosso público hoje é mais específico, e aí entra o relançamento do Samba Poconé. São pessoas que de fato gostam do Skank. Não aquelas que dependem de uma música tocando no rádio — assegura.

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