Inspirado em Michael Jackson, músico gaúcho mistura pop e black music - Entretenimento - No Diário Gaúcho você encontra notícias do RS, informações de utilidade pública, muito entretenimento, além de conteúdos esportivos e jornalismo policial.

Versão mobile

Estrelas da Periferia10/01/2017 | 07h01Atualizada em 10/01/2017 | 07h01

Inspirado em Michael Jackson, músico gaúcho mistura pop e black music

Viny Ribeiro, que está em carreira solo desde 2015, começou na estrada musical imitando o astro norte-americano e chegou a tatuá-lo no braço. Hoje, tem agenda em lugares conhecidos da noite e prepara gravação de música com grupo de pagode paulista. 

Natural de Guaíba, mas morador do Bairro Mario Quintana, na Zona Leste da Capital, há cerca de doze anos, Viny Ribeiro começou sua carreira influenciado por um dos maiores gênios da música mundial: Michael Jackson, morto em 2009.

Foto: André Ávila / Agencia RBS

Aos 15 anos, o gaúcho teve o primeiro contato com um violão e começou a fazer imitações do astro. A paixão por Michael é tamanha que Viny tatuou no braço direito uma imagem do Rei do Pop, baseada na performance do cantor no filme Moonwalker, quando ele dança ao som de um dos seus hits, Smooth Criminal.

— Meu início no meio da música foi completamente inspirado nele, eu imitava ele na escola, quando ainda morava em Guaíba. Meu som começou sendo pop, com influências de surf music. E o que Michael Jackson fez pela música não tem igual — relembra o cara, hoje com 31 anos. 

Leia mais sobre famosos e entretenimento

Porém, a partir dos 18 anos, Viny começou a migrar para o pagode, mas sempre querendo fazer algo diferente. Passou por várias bandas de Porto Alegre, até se estabelecer em carreira solo, no começo de 2015.

— Quando o pessoal me pergunta que tipo de pagode eu faço, costumo dizer que sou cantor de música romântico. Faço um pagode diferente do que se faz por aí, misturo elementos do rhythm and blues, da música negra, do pop e da surf music. Aliás, eu sempre fui fã de surf music — explica.

Conheça outras histórias de Estrelas da Periferia

Hoje com 31 anos, Viny se diz apaixonado por música, mas não ignora o momento de dificuldade que vive a região onde mora, conflagrada pela violência gerada por quadrilhas de tráfico de drogas. E é justamente através da arte que ele acredita conseguir mudar essa realidade ou, ao menos, aliviar a rotina pesada de quem vive por lá. 

— Minha região está muito afetada pela violência, o pessoal sofre muito com isso. Mas a gente procura fazer música para trazer alegria para o pessoal daqui. Seguidamente, promovemos eventos abertos ao público, nas ruas do bairro, para proporcionar diversão ao povo.

Com agendas de shows em locais como a quadra da Banda Saldanha e casas de pagode da Cidade Baixa, Viny gravará, em 2017, uma canção com o grupo paulista na Pegada:

— Será uma grande aposta, acho que será um passo grande na minha trajetória. 

Pitaco de quem entende

Adriano Brasil fala sobre o trabalho de Viny Ribeiro:

— Um trabalho maduro, boa sonoridade, excelente mistura de ritmos. O Viny já tem experiência em bandas da Capital e acerta ao investir na carreira solo. Gostei!

 

Vídeos recomendados para você

 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros