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Coluna da Maga22/02/2017 | 10h00Atualizada em 22/02/2017 | 10h00

Magali Moraes conta o que pode acontecer em um minuto de bobeira

Magali Moraes conta o que pode acontecer em um minuto de bobeira Miguel Neves/Divulgação
Foto: Miguel Neves / Divulgação

É só o que a gente precisa pra quase perder a ponta dos dedos: um minuto de bobeira. Esses dias, passei por um sufoco. O alarme do carro fez o vidro prender dois dedos meus de um jeito inacreditável. Não esmagaram por pouco, inclusive o indicador que escreve essa coluna. Um susto feio assim a gente conta pros amigos, assumindo a distração (ou mongolice). É bom saber pra se prevenir.

Foi tão rápido que nem sei explicar como aconteceu. Eu tinha saído do carro, a porta ainda estava aberta. Daí lembrei de pegar o meu crachá. Nesse liga-e-desliga o alarme, cometi o erro de apoiar a mão onde o vidro seguia fechando. Quando senti a dor, já era tarde. Você não sabe o desespero que dá! A gente não pensa direito e não aparece uma viva alma pra ajudar. Depois de uma pequena eternidade, consegui girar o corpo e colocar a chave na ignição, a única forma de soltar os dedos. Se ela tivesse caído no chão, não sei o que teria acontecido. O vidro cortava a circulação de sangue.

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Placa de elevador

Esse dispositivo é colocado no alarme como uma proteção extra contra os bandidos, garantindo janelas fechadas. Depois dessa, vou tirar. Sabe o ditado "vão-se os anéis e ficam os dedos"? Prefiro correr o risco de ser roubada. O fechamento automático dos vidros é tão perigoso que em janeiro aprovaram uma lei obrigando os carros a saírem de fábrica com trava antiesmagamento (parece que uma criança botou o pescoço pra fora e foi sufocada pelo vidro fechando). Nos Estados Unidos é proibido.

Esmagar os dedos pode acontecer até ao pegar uma carona. É raro, é bizarro, infelizmente é real. Lembra aquela placa de elevador que manda verificar se ele está parado no andar antes de entrar? Eu achava ridículo, agora entendo o alerta. Sinal dos tempos. É cada vez mais difícil se concentrar no momento presente. Nossa cabeça está sempre um passo à frente, pensando em mil coisas. Esse é o perigo. Te cuida, tá? 


 
 
 
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