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Estrelas da Periferia09/05/2017 | 07h00Atualizada em 09/05/2017 | 15h42

Conheça Marcelo Art, revelação do samba de raiz de Alvorada

Músico da cidade começou a carreira tocando percussão, em bandas da cidade. Aos poucos, foi soltando a voz e acreditando no seu potencial. Há cerca de dois anos, abraçou a carreira solo. 

Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Apaixonado por samba desde a adolescência, Marcelo de Abreu, 35 anos, começou, há cerca de dez anos, a carreira integrando bandas do gênero, em Alvorada, sua cidade natal. Inicialmente, tocava percussão e, de vez em quando, se arriscava nos vocais.

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De origem humilde, morador do Bairro Jardim Aparecida, Marcelo dedicava os seus dias para o estudo do samba, se espelhando em ídolos como Sombrinha, Jorge Aragão e Arlindo Cruz. Mesmo com todo amor pelo gênero, não imaginava que, um dia, teria carreira solo.

— Eu comecei totalmente por esporte, de brincadeira. Claro que tinha um sonho de conquistar espaço, mas não tinha muita pretensão de ser cantor — relembra Marcelo.

Com o passar dos anos, porém, passou a notar que sua veia de cantor aparecia com mais força, e começou a pensar mais seriamente em ser o protagonista de seu próprio show. Então, há cerca de dois anos, o sambista tomou coragem e encarou a carreira solo.

— Fui descobrindo esse lado cantor com o passar dos anos. E abracei com tudo. Hoje, a cantoria e o samba quase que fazem parte do meu corpo — comenta Marcelo.

Sonho é gravar faixas próprias

Com uma agenda que tem cerca de oito shows mensais, em casas de Porto Alegre e Alvorada, Marcelo apresenta um repertório que privilegia sambas de raiz, e reserva um bloco para sucessos do pagode dos anos 1990, aqueles da "boa época do pagode", como ele gosta de ressaltar.

Para quem tem pouco tempo de carreira solo, o músico já tem no currículo shows de abertura para nomes como Bebeto, por exemplo. Um dos próximos projetos do cantor, que também é compositor, é gravar suas primeiras faixas, que ainda estão na gaveta, como ele explica, por falta de grana:

— Gravar é uma coisa que pede um bom investimento, é caro. Então, eu privilegiava releituras nos meus shows. É um sonho que tenho, fazer um disco. Nem que seja de, no mínimo, quatro faixas de composições próprias. Se Deus quiser, vai se tornar realidade.

Pitaco de quem entende

Adriano Brasil, produtor artístico, fala de Marcelo Art:

— Um bom cantor, faz boas releituras. Mas existem muitos músicos que fazem versões de sucesso no mercado. Com a boa voz que ele, eu recomendo que grave ao menos uma ou duas faixas próprias. Ajuda bastante para se diferenciar no meio. Mas é um bom artista, tem potencial!

 

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