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Lady14/07/2017 | 11h26Atualizada em 14/07/2017 | 11h47

Vaidade com liberdade: o estilo de Carol Anchieta

Repórter do "Jornal do Almoço" acredita que seu visual deve refletir suas ideias

Vaidade com liberdade: o estilo de Carol Anchieta Omar Freitas/Agencia RBS
Carol: "Beleza é amor-próprio" Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

Há pouco mais de um mês no Jornal do Almoço, da RBS TV, Carol Anchieta está cada vez mais próxima do público. Essa relação faz com que ela seja reconhecida nas ruas e procurada nas redes sociais.

Mas, além das sugestões de pauta, os contatos incluem a curiosidade sobre o visual da repórter.

– As pessoas perguntam muito do meu cabelo. Mas o que mais falam é sobre meus óculos! – conta ela.

No Lady desta semana, a jornalista, 37 anos, fala sobre seu estilo de se vestir e mostra suas ideias sobre vaidade:

– Beleza, pra mim, é amor-próprio. Carregar como lema ¿eu não ou obrigada a nada¿, o que é muito útil para as mulheres.

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Marca registrada
Os óculos de grau são uma marca do visual de Carol.

– Preciso deles por causa do astigmatismo, e tenho sete armações diferentes – conta.

Armações são queridinhas do público Foto: Instagram / Reprodução

No rosto, todas elas ficam acima ou abaixo das sobrancelhas, nunca as tampado, o que ajuda a levantar o olhar:

– Minhas sobrancelhas ficam sempre em destaque.

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Natural
Outro campeão de dúvidas dos seguidores é o cabelo.

– Me perguntam muito sobre a cor. Uso assim há um ano. Na primeira vez, demorou oito horas para ficar pronto, pois precisei descolorir e pintar para chegar no cinza – conta.

Para cuidar dos fios, Carol usa uma máscara matizadora (para manter a cor acinzentada) duas vezes por semana. Além disso, hidrata no salão sempre que precisa retocar, uma vez por mês. Ela gosta de salientar que ama o seu cabelo assim, crespo:

– Sempre usei natural. É preciso deixar claro que crespo não está ¿na moda¿. Os crespos, finalmente, estão tendo o reconhecimento que merecem. 

Conforto e autoconfiança
Na hora de comprar, Carol procura marcas que prezem pelo empoderamento negro, e que produzam moda plural. Uma destas vertentes é a moda sem gênero, ou seja, que não é voltada especificamente para homens ou mulheres, mas serve para qualquer pessoa.

Ao lado de Eliezer e usando camiseta: estilo genuíno Foto: Instagram / Reprodução

– Eu e o meu namorado (o profissional de marketing Eliezer Santos) temos o pé do mesmo tamanho. Nós trocamos muito de tênis, por exemplo, e eu uso várias peças dele – entrega.

Além disso, a repórter não abre mão da liberdade:

– Eu prezo pelo conforto, pela autoconfiança e não me importo com o que os outros vão pensar. Gosto de refletir isso (no visual) para mostrar para as mulheres que não se sentem à vontade ou acham que não podem usar o que têm vontade. Isso é empoderamento – finaliza.

Verdades no peito
Carol acredita que seu estilo de se vestir deve estar alinhado às suas ideias:

– Acredito que tenho essa responsabilidade. Quero fortalecer questões como igualdade de gênero e a luta contra o machismo. É inevitável que isso se reflita no meu estilo.

Para isso, uma de suas peças favoritas é a camiseta – ela usa, inclusive, no trabalho.

– Costumo dizer que carrego verdades no peito. Isso pode ser visto nas minhas camisetas. Uso peças com estampas de bandas, projetos, marcas cujos trabalhos eu acredito e frases – conta.


 

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