De releituras de Rosana até rock autoral de personalidade: conheça a banda Estragonoff  - Entretenimento

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Estrelas da Periferia09/01/2018 | 07h00Atualizada em 09/01/2018 | 12h54

De releituras de Rosana até rock autoral de personalidade: conheça a banda Estragonoff 

Grupo, que tem integrantes de Porto Alegre e Canoas, faz um misto de punk rock e ousa, ao gravar releituras de sucessos dos anos 1980.

 PORTO ALEGRE, RS, BRASIL, 08-01-2018. Estrelas da Periferia com a banda Estraganoff, do bairro Humaitá. (CARLOS MACEDO/AGÊNCIA RBS)
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Desde 2003 na estrada, a banda Estragonoff, com integrantes dos bairros Humaitá e Cristo Redentor, da Capital, e Mathias Velho, de Canoas, não se prende a rótulos na hora de se definir. Ao ouvir canções como Amor Virtual, uma das faixas autorais, é possível achar traços de punk rock, por exemplo.

— Passeamos por rock, ska (gênero de origem jamaicana, mistura jazz, rap e rhythm and blues) e punk. A gente tenta se definir como uma banda de pop punk. Quando a gente faz releituras, surpreende tocando coisas que poucas bandas de rock ousariam tocar, indo de músicas marcantes de novelas até sucessos bregas, sempre em versões mais rápidas e pesadas do que as originais — afirma Rafael, o baterista

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A Estragonoff bebe, ainda, na fonte de grupos norte-americanos, como o Green Day, e nacionais, como CPM 22 e Raimundos. Com a atual formação desde 2017, a banda sempre gera curiosidade nos palcos por onde passa – seja pelo som autoral ou pelo nome. 

— É tipo um jogo de palavras, porque nós sempre fomos calmos fora do palco, por isso o off (desligado, em inglês). Mas em cima dele, a gente se transforma, por isso o on (ligado) — explica Rafael. 

Divulgação

Com dois EPs gravados, Melhor do que Parece e Festivus, a Estragonoff mantém o propósito de surpreender os fãs com versões de canções inusitadas, além do intenso repertório próprio. No segundo disco, regravaram o hit dos anos 1980, Chorando Se Foi, do grupo Kaoma, e a clássica O Amor e o Poder, de Rosana. 

Atualmente, a banda trabalha na divulgação de três clipes, gravados ao vivo, em Porto Alegre: das canções Álgebra, Amor Virtual e Patricinha. 

— Com essas produções, buscamos difundir nosso som e conhecer novos amigos, que se identificam com as músicas — afirma Rafael.

Para 2018, o plano é ousado: a banda pretende lançar mais seis faixas autorais, afirma o baterista:

— Será um ano de muito trabalho.

Ainda integram a Estragonoff Giordano (vocal), Murillo (guitarra) e Matheus (baixo). 

Pitaco

Adriano Brasil, produtor artístico, fala sobre o som da banda gaúcha.

— Interessante a proposta deles em misturar rock, um pouco de pop e punk em canções autorais e em português. O rock gaúcho precisa de novos nomes. E, ao mesmo tempo, ousam ao fazer versões de canções como O Amor e o Poder. Parabéns!

Aqui, o espaço é todo seu

—Para participar da seção, mande um pequeno histórico da sua banda, dupla ou do seu trabalho solo, músicas e vídeos e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br.

— Para falar com a banda, ligue para 99622-2900.



 
 
 
 
 
 
 
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