Ator Oswaldo Loureiro morre aos 85 anos em São Paulo - Entretenimento

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Luto na TV04/02/2018 | 13h29Atualizada em 04/02/2018 | 16h41

Ator Oswaldo Loureiro morre aos 85 anos em São Paulo

Artista atuou em mais de 20 novelas na Globo, como "Roque Santeiro" e "Que Rei Sou Eu"

Ator Oswaldo Loureiro morre aos 85 anos em São Paulo TV Globo / Divulgação/Divulgação
Foto: TV Globo / Divulgação / Divulgação
GaúchaZH
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Morreu em São Paulo, neste sábado, o ator e diretor Oswaldo Loureiro Filho, que tinha 85 anos e sofria de Alzheimer.

Segundo informações do jornal O Globo, não foram informados o local e a hora do seu velório e de seu enterro.

Oswaldo atuou em mais de 140 peças e mais de 20 novelas da TV Globo. Entre os maiores sucessos estãoSangue e Areia (1968) e Véu de Noiva (1969), de Janete Clair, Roque Santeiro (1985), de Dias Gomes, e Que Rei sou Eu? (1989), de Cassiano Gabus Mendes, entre outras, conforme O Globo.

Nascido no Rio e filho de uma cantora lírica e de um jornalista e ator, Oswaldo começou a carreira artística aos 12 anos, quando atuou em filmes como O Brasileiro João de Souza, É Proibido Sonhar e Romance Proibido, todos realizados em 1944.

Nos anos 1950, segundo reportagem de O Globo, estreou a peça Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues. Em entrevista para o Jornal Hoje, em 1979, ele se disse muito orgulhoso por ter começado no teatro profissional em uma peça de Nelson Rodrigues:

_ Vestido de Noiva era um clássico da dramaturgia brasileira, que o Nelson Rodrigues conseguiu fazer possivelmente a peça mais importante do nosso teatro, o que para mim foi uma sorte muito grande.

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Conforme O Globo, foi em 1964 que ele estreou na TV em O Direito de Nascer, da TV Tupi. Em 1968, Oswaldo integrou uma das primeiras turmas de atores da TV Globo. Começou interpretando o ranzinza Antônio, em Sangue e Areia, de Janette Clair, trabalho seguido pelo mecânico Chico, em Véu de Noiva, da mesma autora.

Nos anos 1980, Oswaldo engajou-se na luta sindical pelo reconhecimento da profissão de ator e em defesa da liberdade de expressão, chegando a presidir o Sindicato dos Artistas. Durante os momentos finais da ditadura, em 1983, defendeu a manutenção em cartaz da peça Vargas, afirmando publicamente que a situação era um boicote político.

 

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