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Estrelas da Periferia06/02/2018 | 07h00Atualizada em 06/02/2018 | 07h00

Conheça o grupo de Porto Alegre que aposta no maxixe para fazer sucesso

Grupo Maxixaço, que completa um ano de estrada em março, aposta no maxixe, um gênero que vem se destacando no Estado nos últimos anos.

Conheça o grupo de Porto Alegre que aposta no maxixe para fazer sucesso Omar Freitas/Agencia RBS
Foto: Omar Freitas / Agencia RBS

Em março, o grupo Maxixaço, que tem integrantes de bairros da Zona Sul da Capital e de Sapucaia do Sul, completa um ano de fundação. Justamente no começo da caminhada, período considerado dos mais difíceis, eles começam a colher bons frutos. 

Investindo no maxixe, uma mistura de vanera com algumas vertentes mais modernas do sertanejo, o grupo é fruto de uma intensa pesquisa e observação do mercado por parte de alguns de seus integrantes. Luis Carlos, baterista, é um dos remanescentes do extinto Potência Musical, que, por volta de 2010, investia no mundo dos bailões.

— Naquela época, o nicho de bandas de bailão estava melhor. Depois, começamos a ver que esse gênero estava um pouco sem direção. Nos últimos dois anos, principalmente, a gente notou que o público passou a consumir mais o maxixe, que é muito dançante e pega um público mais moderno — observa Luis, que completa:

— Queríamos uma banda com identidade.

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Planos

Com uma agenda que tem de oito a dez apresentações por mês, em Porto Alegre e em cidades da Região Metropolitana, o grupo, por ainda estar no começo de sua trajetória, faz um show cujos destaques são releituras de sucessos sertanejos e da vanera no país. Mas eles já acharam espaço para incluir duas músicas próprias: Não Tenho Dom pra Trouxa e Pronto, Acabou. Além de fixar seu nome no concorrido meio gaúcho, os músicos olham com atenção o mercado do estado vizinho. 

— O maxixe tem uma boa penetração lá. E a agenda de bandas gaúchas em Santa Catarina é forte, é um mercado muito bom — lembra Luis. 

A partir de março, o Maxixaço planeja gravar clipes das duas faixas e começar outro processo complicado: implantar mais canções próprias nos shows. 

— É um passo importante. Como as coisas estão acontecendo rápido para nós, acredito que o público aceitará bem — completa Luis. 

Ainda integram o Maxixaço Alessandro (baixo), Dione (violão), Cesar (vocal), Marco (vocal) e Fernando (gaita).

Pitaco

Adriano Brasil, produtor artístico, fala sobre o trabalho do Maxixaço:

— Som interessante, o maxixe é um gênero que está crescendo no Estado. E, como sempre, tem gente querendo entrar nesses nichos, deixo a dica: sempre investa em músicas próprias, que são a identidade da banda. 

— Para participar da seção, mande um pequeno histórico da sua banda, dupla ou do seu trabalho solo, músicas e vídeos e um telefone de contato para jose.barros@diariogaucho.com.br.

— Para falar com o grupo Maxixaço, ligue para 98560-5626.


 

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