"Beira a opressão", desabafa Claudia Leitte sobre repercussão de sua participação no "Encontro" - Entretenimento

Versão mobile

 

Réplica28/03/2018 | 08h22Atualizada em 05/04/2018 | 08h26

"Beira a opressão", desabafa Claudia Leitte sobre repercussão de sua participação no "Encontro"

Afirmação de que a mulher veio da costela de Adão, feita pela cantora no programa de segunda-feira (26), gerou enxurrada de críticas e memes nas redes sociais

"Beira a opressão", desabafa Claudia Leitte sobre repercussão de sua participação no "Encontro" DVG/
Foto: DVG

Claudia Leitte não deixou a coroa cair diante de seus haters. A cantora fez uma transmissão ao vivo em seu perfil no Instagram horas depois de sua participação no Encontro com Fátima Bernardes, de acordo com o G1. O pronunciamento foi motivado pelas críticas nas redes sociais a uma pergunta feita pela baiana durante discussão sobre gênero e profissão no programa de segunda-feira (26), quando sugeriu que, por ter vindo da costela de Adão, a mulher encontrava-se "na condição de quem suporta e apoia", o que a tornaria mais "sensível".   

Leia mais
Claudia Leitte é criticada após dizer que mulher veio da costela de Adão
Justiça condena Claudia Leitte a reconhecer vínculo trabalhista com guitarrista
OUÇA: Claudia Leitte lança "Lacradora", parceria com Maiara & Maraisa, e gera memes

– Reduzir o programa a uma pergunta minha, como se eu tivesse imposto ou dito que aquela era a minha opinião, e transformar isso numa coisa sensacionalista, é ridiculo, beira a opressão – desabafou. 

No camarim, entre uma pincelada e outra de pó compacto, Claudia reclamou da cobrança do público por uma postura mais feminista de sua parte: 

– Eu não sou militante de nada. Eu sou uma cantora. Eu tenho minhas opiniões e tem outras que eu não tenho na minha cabeça, não sou convicta. E, quando eu tenho essas questões, eu faço perguntas, ainda que não sejam muito bem formuladas. E o fato de eu estar ali como representante da minha música ou como portadora de uma voz não me faz especialista em determinado assunto – continuou. 

A baiana também demonstrou se sentir perseguida por "meia dúzia de gente que não tem o que fazer na internet, que tudo que eu abro a boca para falar, parece que ficam esperando um momento para dizer que eu falei qualquer coisa que não tem sentido". 

– Pelo amor de Deus! Em nome de Jesus, a gente tá em 2018, a gente precisa ser um pouquinho mais tolerante com as pessoas. E querer transformar tudo que eu faço num circo é ridículo – finalizou. 

 

Vídeos recomendados para você

 
 
 
 
 

Veja também

 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros